| Edwiges (Harry Potter)
Edwiges (Hedwig, em Portugal) é a coruja de Harry Potter no universo fictício criado por J. K. Rowling. É uma coruja-das-neves que leva mensagens para e do seu dono, onde quer que ele esteja. Harry ganhou a coruja do amigo Hagrid, antes de entrar em Hogwarts, enquanto compravam seus materiais escolares básicos e sua varinha mágica, no Beco Diagonal, ainda no primeiro livro da série. Desde então Edwiges tem se tornado uma presença constante na vida do jovem bruxo, exercendo a principal função das corujas no ambiente de magia: são os correios dos bruxos. Assim como Harry possui Edwiges, também os demais bruxos as têm. A coruja de Rony Weasley chama-se Arrow, e é bastante atrapalhada. Em Harry Potter e a Ordem da Fênix, Edwiges é ferida enquanto leva uma mensagem entre Harry e seu padrinho Sirius Black. Não está dito claramente que foi o responsável pelo ataque contra a coruja, porém no próprio livro, mais tarde, é levantada a suspeita de que possa ter sido feito por Dolores Umbridge, quando esta começa a inspecionar todas as cartas que entram e saem para os alunos. Em Harry Potter e as Relíquias da Morte Edwiges ( Hedwing ) é assassinada por um dos Comensais da Morte (Devoradores de Morte) durante a fuga de Harry Potter, de sua casa para A Toca. Características Edwiges pode ser considerada uma coruja "séria", de personalidade pouco brincalhona. Ela tem o hábito de fitar, com piados, reprovadoramente, e batendo em Harry com as asas - sendo mais "falante" que as corujas-da-neve comuns. Aparenta um apego maternal ao seu dono, e sente ciúmes, quando por exemplo deixou de ser usada nas comunicações entre Harry e Sirius Black (e não lhe explicaram o motivo para isto). Origem do nome J. K. Rowling declarou que encontrou o nome para Edwiges num livro sobre santos medievais: Santa Edwiges seria a padroeira dos órfãos e crianças abandonadas. Na versão russa, Hedwig é traduzida por Booklya, que é um tipo de penteado francês. WATCHMEN, O FILME
Allan Moore é o autor – fora do 'mainstream' – com maior número de obras adaptadas para o cinema. São de sua lavra: Do Inferno, Liga Extraordinária, Constantine, V de Vingança e, agora, Watchmen. Apesar disso, ou talvez até mesmo por isso, ele sempre reclama. De tudo que foi levado às telas, Watchmen foi o mais fiel. Isso não é bom nem ruim, porque cada meio pressupõe uma linguagem específica, e nem sempre é possível uma adaptação fidedigna sem a perda de elementos fundamentais. Zack Snyder é um diretor especialista em adaptar os quadrinhos "da forma como eles são", inclusive levando para as telas algumas cenas idênticas às dos gibis. Isso é bom para o fã, mas às vezes dá pinta de que falta talento criativo (talvez, dirão os mais apegados à arte cinematográfica). Na minha opinião, é um ponto positivo. Sobretudo porque Snyder não é cineasta de uma só linguagem visual. Em 300, usou a estética de Frank Miller, com um rigor quase acadêmico. O mesmo vale para Watchmen, cujos traços e cores diferem em tudo do filme anterior – mas combinam também em tudo com o traço de Dave Gibbons. O filme traz uma série de referências e o melhor de tudo é que não são circunscritas ao mundo "pop". Quem se atém a isso cai do cavalo. A principal pegadinha, vamos dizer, é quando tocam "A Cavalgada das Walkirias", trecho da ópera "Die Walküre", de Wagner. A turma da curturapópi logo pensa que se trata apenas de uma referência àquela cena de Apocalypse Now, mas na verdade vai além. Muito além. Essa melodia, exatamente ela, era executada nas ofensivas da infantaria nazista, por meio de gramofones. Não foi por outro motivo que Coppola a incluiu na trilha de seu clássico filme na cena dos helicópteros e, por isso, foi resgatada em Watchmen. Há outras, como falas de Nixon, menções aos jornalistas do Watergate etc. etc. etc. Mas, independentemente da miríade de referências, é um filme que funciona, que flui e deixa o espectador à vontade para participar da aventura e do desenrolar da ação. As atuações são quase todas ótimas, com destaque ao genial Comediante (Jeffrey Dean Morgan) e o sorumbático Rorschach (Jackie Earle Halley). Adrian Veidt (Matthew Goode) é o pior disparado – e isso trai uma tradição dos filmes de herói, nos quais os vilões são sempre os grandes atores. Há furos? Sim, vários: o homem mais inteligente do mundo deixa o computador com todos seus segredos num prédio desprotegido – e a senha é a mais óbvia possível. Dr. Manhattan não o mata, mesmo sabendo que isso não afetaria a paz mundial (ok, ele conseguiu fazer a coisa toda, agora mate-o e pronto, por que não? Foi tão fácil matar o Rorschach...). O Coruja tem um porão com chaves de fenda, porcas, parafusos e o veículo mais moderno do planeta. E nenhum deles, com exceção do Manhattan, tem poder algum, mas lutam a ponto de fazer o Bruce Lee parecer um moleque bobo – Veidt, então, com facilidade espanca o Comediante (que sabidamente tomou algum tipo de soro). Mas, enfim, é filme de herói e, como tal, permite esse tipo de mancada, sobretudo depois que, em TDK, Batman soca a cara de exatos 50 soldados da Swat, mas é abatido por UM ÚNICO ROTTWEILLER. Os efeitos especiais também são ótimos, com destaques óbvios para a máscara de Rorschach e Dr. Manhattan. Mas as cenas de luta, como a primeira, p.ex., e a caracterização de algumas personalidades (Kennedy, Nixon, Fidel), entre outras coisas, merecem menções mais do que honrosas. Uma coisa insuperável, realmente fantástica e impressionante, é a abertura. Bob Dylan ao fundo e uma porção de cenas narrando a história sem que haja uma narrativa textual. Apenas imagens. Cinema mesmo. Cinemão. E música (com o detalhe de ser, incontestavelmente, uma das melhores trilhas sonoras dos últimos tempos). Há uma carga sexual inusitada, mas condizente com o teor da HQ: o heroísmo às vezes é ligado à tara, ao prazer, à libido. Há o herói fascista violento que bate e toma a mulher à força. E a mulher que sofre essa violência e depois se apaixona e tem uma filha com o cara. E um outro que espanca o agressor e é provocado sobre se isso lhe daria prazer. E, bem depois, mais um, que só goza depois de "atuar" como vigilante. A extrema humanidade, sobreposta ao tradicional estoicismo das histórias de então, uma das virtudes do texto de Moore, aparece de maneira contundente. E minha cena favorita é quando a moça chega e pega o rapaz de surpresa, mesmo ele sabendo que a encontraria. Eles não se encontravam havia dez anos, talvez, e se olham, ele não esconde a timidez, fica mudo, fica sem jeito, ela primeiro estranha, depois ambos sorriem. As coisas são assim no mundo real e talvez a grande ideia fosse mostrar um mundo verdadeiro, mesmo diante de toda a narrativa fantástica, efeitos especiais e maluquices. O que sobra, sempre, são as coisas reais e humanas. Dr. Manhattan se exila em outra galáxia. A vida segue. OBRIGADO! Textos e imagens originários de: http://harrypotter.warnerbros.com/ http://www.multiversodc.com/v2/2009/03/watchmen-analisando-a-obra-que-virou-filme-–-bem-a-fundo/ http://pt.wikipedia.org/wiki/Hedwig_(Harry_Potter) http://www.interney.net/blogs/gravataimerengue/2009/03/12/watchmen_o_filme_1/
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Estudos mostram que um monitor, quando sua tela está inteira branca consome 70W, e quando está inteira preta, consome 50W.
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