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Sucesso na apresentação do TCC (trabalho de conclusão de curso)

O que determina o sucesso na apresentação de um trabalho de conclusão de curso (TCC), exigido ao término da graduação? Na opinião da vice-diretora da FEA (Faculdade de Economia e Administração) e professora da PUC-SP (Pontifícia Universidade Católica), Elisabete Adami, a resposta seria a segurança no conteúdo.

“O primeiro fator fundamental é o aluno ter segurança sobre o trabalho que fez. O grande erro é não conhecer bem o tema”, afirmou.

Orientador

De acordo com Elisabete, se há uma falha no momento da apresentação do trabalho, a culpa também é do orientador, que não cobrou dos alunos a discussão sobre o tema, para que eles desenvolvessem de forma mais clara e objetiva. Para a professora, 80% do sucesso da apresentação do TCC são responsabilidade do orientador.

“Quando oriento, faço com que os alunos treinem, com que respondam perguntas difíceis. Faço o papel do advogado do diabo. Eles enfrentam tantas dificuldades no processo que já vão preparados para a banca”, disse.

Por isso, é preciso saber escolher bem o orientador. Os principais quesitos a serem analisados nesse momento são o conhecimento que ele possui do tema que será tratado e também de metodologia de trabalho, já que ela pesa bastante na nota final. 

Banca

Na escolha da banca, esses mesmos quesitos devem ser considerados. Em relação ao comportamento do aluno, nesse momento, confira as orientações dadas pela professora:

  • Tenha calma durante a exposição;
  • Não encare a banca como inimiga;
  • Respeite as questões que ela coloca;
  • Responda delicadamente;
  • Cumpra o horário para a resposta.

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Planejamento estratégico é peça fundamental para empresas

É cada vez maior o número de empresas que, diante da complexidade no cenário empresarial e de tantas turbulências e incertezas, estão buscando ferramentas e técnicas que as auxiliem no processo gerencial. O Planejamento Estratégico é uma das possibilidades e se mostra como instrumento indispensável para a manutenção e crescimento das empresas, principalmente em tempos de crise.

O especialista em novos negócios, Renato Senatore, afirma que ao contrário do que alguns pensam, projetos deste tipo são importantes também para pequenas e médias empresas. No mercado atual uma importante condição para sobrevivência das instituições está ligada à clara definição de seus objetivos e ao traçado antecipado dos possíveis caminhos a serem percorridos para atingí-los.

Senatore usa um case atual para exemplificar a relevância que o planejamento possui. “Nas últimas semanas vimos o caso da Fiat, que fez oferta pelas atividades da General Motors na América Latina, esse é um exemplo de como o mercado é rotativo, e principalmente, de quão importante é a inovação e o planejamento nas organizações, ou seja, a GM, que é uma das grandes montadoras do mundo, não se renovou, manteve seu padrão com carros potentes, exuberantes e, consequentemente, caros e “gastões”, quando o mercado pedia o contrário”.

Segundo o especialista, devido à grande repercussão das questões ambientais e dos reflexos que a crise econômica traz para os vários setores, há a necessidade de que empresas renovem seus processos e produtos. “Atualmente, a palavra de ordem é economia, seja monetária ou de recursos naturais, sendo assim a Fiat foi correta em suas alterações, renovou sua frota, tem carros modernos, que gastam e custam pouco, daí boa parte da responsabilidade de seu crescimento”. Senatore afirma que as empresas precisam entender, que é necessário acompanhar o mercado, e que não adianta apostar em estratégias que deram certo no passado, e hoje são obsoletas. E nesse âmbito o planejamento estratégico é uma ferramenta indispensável.

No exemplo usado pelo especialista observa-se a inversão de papéis entre as duas empresas, sendo que em 2000, a GM comprou 20% do capital da FIAT em troca de 5% de seu capital. O negócio se mostrou infrutífero, pois em fevereiro de 2005, a GM anunciou o fim da transação.

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Como aproveitar a pré-banca do TCC

  • Encare essa etapa como parte do amadurecimento do projeto
  • Ouça mais os avaliadores do que defenda a proposta
  • Na apresentação, recorra a imagens como recurso de memória
  • Treine bastante antes da apresentação
  • Administre o tempo
  • Anote todos os conselhos dos avaliadores, mesmo os que considerar inúteis
  • Reúna-se com o grupo e o orientador para definir estratégias

De projeto piloto de telejornalismo infantil, desenvolvido em grupo, a livro reportagem bibliográfico, produzido individualmente, o TCC (trabalho de conclusão de curso ) da recém-formada em jornalismo pela Unicsul (Universidade Cruzeiro do Sul) Alessandra Gaidargi, 25 anos, foi transformado a partir da pré-banca. Apesar de o conceito ter sido elogiado e aprovado, os avaliadores apontaram falta de alinhamento entre as integrantes do grupo. Motivo que, na opinião deles, emperraria as próximas etapas do trabalho e que fez a então estudante mudar os rumos do projeto.

“Na correria do processo fica difícil enxergar que a forma como se trabalha não terá futuro. Sem a avaliação da pré-banca não teríamos a percepção desse desalinhamento, o que poderia ter nos levado à reprovação”, afirma Alessandra. Por isso, ela reconhece a importância da etapa no desenvolvimento do TCC. “É uma oportunidade de analisar o trabalho com outros olhos, além de usufruir da experiência de profissionais da área”, diz ela.

O objetivo da pré-banca, segundo a coordenadora do curso de Design da Univille (Universidade da Região de Joinville), Marli Teresinha Everling, é verificar a originalidade do tema, a pertinência do trabalho com o curso e a viabilidade de execução da proposta. “Essa é uma forma de identificar se os alunos estão dando os primeiros passos em direção ao caminho correto”, aponta ela. Segundo Marli, essa etapa faz parte do processo de aprendizado. “A missão dos avaliadores não é apenas atribuir nota, mas também contribuir para o amadurecimento e alinhamento das propostas, com sugestões de ajustes”, afirma ela.

A coordenadora de Desenho Industrial da UFMA (Universidade Federal do Maranhão), Inez Maria Leite da Silva, concorda com Marli e acrescenta que a pré-banca também aumenta as possibilidades de aprovação na banca final. “Dá mais tempo para os estudantes fazer as modificações necessárias e ampliar as chances de se sair bem na avaliação final”, declara a professora.

Foi o que aconteceu com a recém-formada em Publicidade e Propaganda pela USCS (Universidade Municipal de São Caetano do Sul), Lara Sabey, de 21 anos, que, mesmo tirando seis na pré-banca, conseguiu atingir nota 9,5 na banca final. “Os professores que participaram da pré-avaliação nos deram duas opções: mudar o tema ou recomeçar o plano estratégico. Escolhemos o segundo caminho”, conta a publicitária.

Mesmo que o trabalho obtenha baixo desempenho na pré-avaliação, o professor do curso de Arquitetura e Urbanismo da UCG (Universidade Católica de Goiás), Aroldo Márcio Ferreira, garante que a reprovação pode ser evitada, mas faz uma ressalva. “A falta de dedicação pode comprometer as etapas seguintes. Isso porque o grupo terá de refazer o trabalho em um mês”, alerta ele. Lara e seu grupo, por exemplo, tiveram de abrir mão das férias de julho e ainda dos finais de semana para conseguir recuperar o tempo.

Outra função da pré-banca é ajustar o grupo ao cronograma estabelecido pela faculdade, conforme afirma Inez Maria. “No fim do primeiro semestre, os estudantes devem apresentar o que fizeram até então. Antes do surgimento da pré-banca no cronograma, muitos estudantes deixavam tudo para ser feito na última hora”, explica. Segundo ela, essa postergação muitas vezes comprometia a qualidade dos trabalhos.

Apresentação definida

A apresentação da pré-banca é similar à avaliação final, mas apresenta algumas particularidades, conforme conta Ferreira. A primeira delas, explica, é a origem dos avaliadores. “Geralmente, o comitê que irá analisar o trabalho na primeira etapa é composto apenas por professores da instituição. Já a banca final é composta também por profissionais convidados”, descreve o professor da UCG. Para ele, a apresentação para a pré-banca funciona como um ensaio. “A primeira experiência faz com que o aluno se ambiente mais à situação e se sinta mais à vontade para a defesa final”, diz.

Para Marli, as diferenças nos objetivos das avaliações exigem também mudança no perfil da apresentação. “A pré-banca não é um momento de defesa, mas sim de avaliação. Lógico que os estudantes devem apresentar e tentar vender as propostas aos avaliadores. Mas ela tem outras funções. Eles devem ser estimulados a ouvir mais do que defender, até para que consigam definir melhor os argumentos de justificativa”, orienta.

Enquanto na banca final os alunos devem mostrar aos avaliadores o trabalho concluído, a pré-banca visa analisar apenas as bases do projeto. “Nessa fase, os alunos devem apresentar o tema, os objetivos, a bibliografia, a metodologia adotada, bem como o cronograma de atividades para os próximos meses. Se alguns resultados já tiverem sido colhidos podem ser apresentados”, sugere Marli.

Já o formato da apresentação é similar. De acordo com Ferreira, a exposição, que deve durar em média vinte minutos, prevê um tempo para questionamento dos avaliadores. Ao término das perguntas e conselhos, há ainda a argumentação e a contra-argumentação. “A formalidade, mesmo que em menor grau, e os horários deve ser respeitados nessa etapa também”, alerta o professor.

Para facilitar a apresentação, Marli recomenda aos alunos se apoiarem em imagens. “As apresentações em Power Point, por exemplo, podem funcionar como recurso de memória, além de evitar que o nervosismo os deixe esquecer algum tópico”, afirma ela que também acredita no poder do treino e do planejamento da apresentação. “Para se sair bem tanto na pré-banca como na avaliação final é preciso conhecer bem o que está apresentando, ou seja, o produto. E se o aluno seguir todo o cronograma do TCC e participar de todas as etapas do desenvolvimento do projeto, estará preparado para a defesa”, enfatiza a coordenadora.

A efetividade da pré-banca no resultado final do projeto dependerá, no entanto, de como os alunos irão usar os conselhos. É o que diz o professor da UCG. Segundo ele, a participação na pré-banca apenas como forma de cumprimento das regras em nada contribui. “Os estudantes devem explorar os benefícios que a etapa pode proporcionar. Encará-la como mera obrigatoriedade não é o caminho mais adequado”, ressalta. Na opinião dele, os alunos devem anotar todas as dicas recebidas. “Em seguida, devem avaliar, junto com o orientador, as recomendações para definirem os passos a serem tomados nos meses que antecedem a banca final”, aconselha Ferreira.

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Como realizar o processo de pesquisa do TCC

O que fazer no processo de pesquisa do TCC

  • Seja cauteloso para não se perder diante de tantas informações
  • Defina claramente o tema do trabalho
  • Embase a pesquisa a partir do tema e da modalidade do trabalho
  • Fuja de fontes óbvias e duvidosas
  • Enriqueça o processo com pesquisas de campo
  • Participe de congressos e encontros científicos
  • Tome nota dos principais pontos de cada uma das referências bibliográficas
  • Não reproduza trechos de obras consultadas
  • Procure monografias de excelência para referência
  • Cuidado com erros gramaticais e de ortografia
  • Opte por revisão externa sempre que possível
  • Respeite a formatação dos trabalhos científicos
  • Siga as normas da ABNT (Associação Brasileira de Normas Técnicas)
  • Não se esqueça da introdução, justificativa, objetivos e conclusões

Entre as definições iniciais do TCC (trabalho de conclusão de curso) e sua apresentação à banca avaliadora existe o processo de pesquisa. Essa etapa, em que o trabalho começa a tomar forma, existe para qualquer modalidade, seja monografia, documentário ou um produto. Além de definir métodos de pesquisa, o aluno precisa de critérios para escolher as fontes de referência e organizar as informações.

“A pesquisa deve permear todas as etapas do trabalho de conclusão de curso, qualquer que seja a modalidade escolhida, para sustentar o que o estudante produz”, enfatiza o professor do Centro de Comunicação e Letras da Universidade Presbiteriana Mackenzie, André Santoro. Na opinião dele, o TCC incentiva o aluno a buscar o conhecimento, formular conceitos e, principalmente, a raciocinar. “De nada adianta fazer apenas o projeto. É preciso pensar sobre o que se produz, seja uma monografia ou um produto”, explica ele.

O desconhecimento do processo de pesquisa, de acordo com a professora da Faculdade de Administração, Ciências Contábeis e Turismo da UFF (Universidade Federal Fluminense), Verônica Mayer, inicialmente assusta os alunos. “Por ser uma iniciação científica, ou seja, o primeiro contato do aluno com o mundo das idéias, é natural gerar insegurança”, afirma ela. Mas Verônica diz que a investigação demanda muita dedicação. “Precisa ter empenho, força de vontade, organização, além de encarar o processo como oportunidade de aprendizado e interação com o mundo acadêmico e profissional”, declara ela.

Existem algumas dicas que Verônica acredita contribuírem para o sucesso do TCC. O começo, ressalta ela, é sempre o mais difícil. “A fase inicial exige mais cuidados para o aluno não se perder diante de todo o conteúdo científico disponível para consulta”, alerta ela. A professora aconselha que os estudantes definam claramente o tema. “Assim, o processo de investigação flui com mais naturalidade”, enfatiza.

A pesquisa, no entanto, de acordo com Santoro, não pode se restringir apenar ao tema do TCC, mas envolver a modalidade escolhida. “Se vai fazer um livro, o estudo dos formatos existentes é fundamental. Agora, se a opção for monografia, analisar estruturalmente alguns trabalhos científicos, como teses e dissertações, será muito útil para o desenvolvimento do projeto”, explica ele.

Com relação às fontes de pesquisas, o ideal é apostar na variedade para não limitar o conhecimento. É o que afirma Fábio Cruz, professor da graduação de Jornalismo e do mestrado de Política Social da UCPel (Universidade Católica de Pelotas). “A facilidade da internet acabou limitando os alunos, o que não é bom. A rede deve ser utilizada para busca de referenciais bibliográficas, artigos científicos ou informações oficiais. É preciso fugir de fontes óbvias ou duvidosas, como Wikipédia”, adverte Cruz.

Verônica também acredita no poder da multiplicidade de fontes e aponta algumas ferramentas acadêmicas como opções para consulta. “Há o Portal de Periódicos da Capes (Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior), a Biblioteca Virtual SciELO (Scientific Electronic Library Online), de acesso livre”, exemplifica ela. Os orientadores, segundo Verônica, também podem contribuir com a indicação de livros ou até com direcionamentos. “É importante ressaltar, no entanto, que não é papel do orientador dar de presente todo o referencial teórico. O aluno precisa desenvolver essa habilidade de investigação”, diz a professora.

As pesquisas de campo, para Cruz, também enriquecem o processo de pesquisa. “Desde que o aluno saiba identificar se as informações são verdadeiras e se não está sendo conduzido erroneamente a determinados caminhos, a metodologia é funcional”, afirma ele. De acordo com Cruz, com bom senso e atenção, é possível extrair conhecimentos até mesmo em conversas informais de corredores.

Para complementar, Verônica indica a participação em congressos e encontros científicos. “Ainda que a atividade não seja obrigatória como nas pós-graduações, ela traz opiniões de outros colegas, professores e até profissionais”, diz ela. A professora acrescenta que nesses eventos é possível colher muito conteúdo que agregua valor ao TCC.

Santoro destaca ainda a importância da organização em todo esse processo. Segundo ele, qualquer processo de pesquisa exige organização para que o aluno não se perca em meio às informações. “Nessa fase, você tem contato com muitos livros, textos e artigos. Sem organização, conteúdos importantes podem se perder”, explica ele. Santoro recomenda que os estudantes tomem nota dos principais pontos de cada referência bibliográfica. “Isso auxilia na construção do trabalho escrito”, resume ele.

Passando para o papel

Com as informações em mãos, Verônica explica que é hora de processá-las, o que não significa, no entanto, reproduzir trechos das obras consultadas. “O aluno precisa respeitar a idéia de outros autores. Tenha elegância de fazer citações, quando necessário”, declara ela. Para Cruz, o plágio, além de ilegal, pode representar a reprovação ou a cassação do diploma. “Sem contar que a imagem do estudante pode ser comprometida”, alerta ele.

Na opinião do professor da UCPel, os autores devem ser utilizados como apoio e não como muletas. “É importante ter humildade científica e aproveitar as leituras para incrementar o projeto. Mas, quando o recurso é usado em demasia, o trabalho pode ser desvalorizado. O aluno precisa se desprender dos autores e deixar sua marca”, indica Cruz, que confessa não ser essa tarefa fácil para iniciantes. “Não se pode ter medo escrever, até porque, na medida em que o conteúdo é produzido, o orientador faz os direcionamentos necessários para o aperfeiçoamento”, explica ele.

Para facilitar o processo de transmissão do conhecimento para a linguagem escrita, Cruz orienta que os estudantes leiam outras monografias, dissertações e teses. Ele aconselha a busca em bibliotecas de trabalhos considerados de excelência para utilizá-los como referência. Segundo Verônica, não é preciso se preocupar em escrever ‘difícil’. “O mais importante é que os textos tenham clareza”, destaca ela.

Solicitar que outras pessoas revisem o TCC pode evitar que erros gramaticais ou ortográficos, além de trechos confusos, comprometam a avaliação geral do trabalho. A afirmação é de Verônica, que acredita que a dedicação ininterrupta pode deixar o aluno cego para os problemas. “Procure trabalhar com folgas nos prazos estabelecidos para que se dedicar exclusivamente à revisão”, sugere a professora.

Esqueleto da pesquisa

Todo o processo deve ser criterioso. Segundo Verônica, para que o conhecimento consiga ser transferido, é preciso respeitar a formatação. De acordo com a professora da UFF, há instituições que oferecem suas próprias regras no manual do TCC. “Caso contrário, é recomendado o uso das normas da ABNT (Associação Brasileira de Normas Técnicas)”, diz ela.

Todo e qualquer trabalho científico, de acordo com Cruz, deve estar sustentado por um tripé: objeto, teoria e método. “A descrição da temática, do viés teórico e do conjunto de técnicas utilizado para a construção do projeto são essenciais”, orienta ele. Na opinião de Cruz, a ausência de um desses elementos pode comprometer o caráter científico da produção, bem como a avaliação final do TCC.

A presidente da comissão do ciclo básico da Poli/USP (Escola Politécnica da Universidade de São Paulo), Patrícia Helena Lara dos Santos Matai, acrescenta a importância da introdução, justificativa e objetivos. “Esses tópicos irão contextualizar o leitor a respeito do projeto”, diz ela. Patrícia explica que a introdução serve para apresentar o tema, os problemas e ainda as hipóteses de motivação da pesquisa científica. Já os objetivos devem apresentar onde se pretende chegar com o trabalho, enquanto a justificativa expõe motivos para convencer futuros investidores a apostar no projeto. “Não se pode esquecer também das conclusões obtidas com a realização da investigação”, acrescenta Patrícia.

Fonte: Universia

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Análise SWOT Microsoft

Desde que os sócios Bill Gates e Paul Allen desenvolveram o primeiro sistema operacional para um PC, em 1975, a Microsoft entrou pesado no mercado de softwares. Hoje, é líder disparada e se aventura em outras praias. O mundo dos videogames, por exemplo, balançou com a força do seu X-Box e com o X-Box 360. Choveu muito dinheiro no bolso dos fundadores: Paul Allen juntou 21 bilhões de dólares e se tornou o 7º homem mais rico do mundo. Gates liderou até 2007, o ranking dos bilionários, com uma fortuna de 60 bilhões de dólares.
Sempre acusada de querer dominar o mundo digital, a Microsoft já pagou mais de 4 bilhões de dólares em indenizações por denúncias de monopólio.

Análise SWOT Microsoft

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Análise SWOT Disney

O americano Walt Disney começou a ganhar o mundo em 1928 com o primeiro desenho com som, Steamboat Willie.

Continuou inovando com o primeiro longa de animação, Branca de Neve e os Sete Anões, em 1937, e com o primeiro megaparque temático, a Disneylândia, em 1955. Hoje, a marca Disney aparece em canais de TV, estúdios de cinema, resorts, dez parques temáticos, um navio de cruzeiro.

Walt Disney investiu 17 milhões de dólares na Disneylândia. Hoje, esse dinheiro não paga nem um dos brinquedos da Disney de Orlando!

Recentemente a Disney propôs uma parceria com a Petrobrás para patrocinar um de seus novos brinquedos.

Análise SWOT Disney

Análise SWOT Disney

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Análise SWOT Cirque du Soleil

Guy Laliberté, ex-acordionista, ex-engolidor de fogo, ex-equilibrista em perna-de-pau, é hoje o CEO de uma das principais empresas exportadoras do Canadá: Cirque du Soleil

+ 45 milhões de telespectadores

+ 180 cidades em todo o mundo

Em 20 anos, alcançou uma receita igual ao que o campeão mundial da indústria circense Ringling Brothers and Burnum & Bailey Circus, levou 100 anos.

O que torna a proeza ainda mais notável, é que isto ocorreu em um setor decadente, e numa época em que existem muitas outras opções de lazer e entretenimento.

Análise SWOT Cirque du Soleil

Análise SWOT Cirque du Soleil

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Análise SWOT Google

Apesar de oferecer serviços muito similares ao do seu principal concorrente (Yahoo), o peso pesado da internet tem objetivos muito distintos. A Google, proprietária do maior site de busca e líder da internet, está dedicada a uma única missão: transformar a maneira em que o mundo busca e arquiva as informações. Sempre de forma a divulgar em quantos segundos conseguiu concluir a pesquisa.

Análise SWOT Google

Análise SWOT Google

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Análise SWOT H2OH

“Bebida levemente gaseificada, zero de açúcar e com suco de limão”

Esse foi o slogan utilizado pela Pepsi no lançamento, em outubro de 2006, baseado em pesquisas que indicaram que nos EUA, as águas saborizadas cresceram mais de 200% em 2005 e movimentam US$ 455 milhões ou 14% do mercado de água mineral.

Seu público alvo foi definido como pessoas entre 25 e 40 anos, ocorre que a H2OH caiu no gosto das pessoas dos 8 aos 80 e foi aí que a Pepsi subestimou o alcance do produto, não estava preparada para atender a demanda que foi gerada. A H2OH não era encontrada nos pontos de venda, nem nos supermercados, quando chega, acaba antes da entrega da próxima remessa. Podemos considerar um sucesso absoluto.

As Concorrentes, sempre atentas aos movimentos do mercado, mais do que depressa, desenvolveram produtos similares, como a refrigerantes Xereta, dona da marca de água mineral Vittal, lançou H2X, com embalagem, rótulo, tampa, logotipo, sabor e apelo similares ao da H2OH, custa menos de 30% e tem a pronta entrega em todos os supermercados e bares, ela está ocupando o espaço deixado pela Pepsi, que despertou a ira dos fabricantes de água mineral, que estão com ação na justiça contra a marca, que usa o símbolo universal da água e aguçou o senso de oportunidade da concorrência que já lançou a H2X, que disputa espaço nos pontos de venda.

Análise SWOT H2OH

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Planejamento Estratégico

A partir da missão e visão da empresa pode-se estabelecer ações que serão implementadas, analisadas e acompanhadas visando atingir os objetivos e metas estipulados.

Para isso, elabora-se uma estratégia corporativa. O plano de negócios de uma empresa deve contemplar de forma objetiva essa formulação estratégica da empresa.

 

Missão da Empresa

A declaração de missão da empresa deve refletir a razão de ser da empresa, qual o seu propósito e o que a empresa faz. Geralmente a declaração da missão é curta, com no máximo duas sentenças ou um pequeno parágrafo.

Alguns exemplos de Missão

“Nossos produtos oferecem valor especial às pessoas, independentemente de quem sejam”

“Oferecemos os produtos da mais alta qualidade, de valor incomparável, a todo o setor, permitindo que nossos clientes sejam líderes em seus próprios setores”

Visão da Empresa

Declaração da direção em que a empresa pretende seguir, ou ainda, um quadro do que a empresa deseja ser.

Trata-se ainda da personalidade e caráter da empresa. Assim, a declaração de visão de uma empresa deveria refletir as aspirações da empresa e suas crenças.

Alguns exemplos de Visão

“Mudar o mundo através da tecnologia.” Apple Computer, Inc.

“Nosso negócio é preservar e melhorar a vida humana. Todas a nossas ações devem ser avaliadas com base em nosso sucesso em lograr esse objetivo.” Merck, Inc.

MISSÃO DA NESTLÉ

Desenvolver as oportunidades de negócios, presentes e futuras, oferecendo ao consumidor produtos alimentícios e serviços de alta qualidade e de valor agregado, a preços competitivos.

VISÃO DA NESTLÉ

  • Manter a Empresa como a maior em termos de alimentos industrializados e conseguir a liderança nos segmentos em que atua;
  • Assegurar o progresso social e profissional dos Colaboradores;
  • Contribuir para o desenvolvimento da sociedade;
  • Manter a liderança tecnológica;
  • Manter a imagem de excelência e qualidade.