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O reconhecimento de uma empresa passa por diversos fatores como qualidade na prestação de um serviço/produto, bom atendimento, investimentos na marca visual, divulgação, entre outros. Aliar todos esses quesitos e, posteriormente, mantê-los com eficiência é o grande desafios das empresas, independentemente do porte. Além disso, o mercado cada vez mais competitivo em todos os segmentos, exige que as empresas busquem um diferencial para atrair os consumidores/clientes. 

De acordo com Maurício de Almeida, diretor de Planejamento da agência Plano1, para dar um “up” na marca do empreendimento é preciso planejamento nas estratégias de divulgação, com um eficiente esquema de marketing promocional. “Seja no início de uma nova campanha, quando se define o direcionamento e os objetivos, ou na fase de execução e acompanhamento de resultados, o planejamento é fundamental para garantir o sucesso de uma campanha de marketing promocional”.

De acordo com o especialista, a estrutura de divulgação para o reconhecimento de uma marca passa por quatro processos. “Para compreender todas as etapas de uma campanha promocional, o planejamento deve incluir, além da estratégia, as formas de comunicação, pontos de contato e a execução”, afirma Almeida. Confira detalhes das quatro fases para um planejamento completo de marketing promocional elaborado pela empresa Plano 1.


1) Planejamento Estratégico (ou Planejamento de Marketing):
Nesta fase é preciso entender o cliente e suas expectativas, bem como detalhar as características gerais do serviço ou produto a ser trabalhado. Conhecer os pontos fortes e fracos do produto, os diferenciais e o histórico de mercado ajuda no desenvolvimento de uma ação mais completa e que atinja a necessidade do cliente. Dados relacionados ao consumidor, à concorrência e à categoria do produto ou serviço também são imprescindíveis para que a equipe encontre o melhor insight para embasar o planejamento criativo.

2) Planejamento da Comunicação (ou Planejamento Criativo):
De posse do direcionamento inicial da ação, que pode estar relacionado ao consumidor, ao produto ou à categoria, chega a hora de criar o conceito criativo da comunicação. Este conceito define em poucas palavras os valores ou características que a marca pretende valorizar e registrar na mente do consumidor.

3) Planejamento dos Pontos de Contatos (ou Planejamento de Mídia):
A etapa seguinte, de acordo com a agência, é a definição da forma prática como a comunicação deverá tocar o público. “Nas agências de propaganda, isso se chama planejamento de mídia, porém, de alguns anos para cá, com a multiplicidade de meios, temos chamado essa etapa de planejamento de pontos de contato”, revela o diretor. Esta etapa do planejamento cuida da programação dos meios que chegarão ao consumidor. Em um evento, por exemplo os pontos de contato podem se iniciar no teaser, passando pelo convite, hot site, recepção, atrações, até a saída e comunicação pós-evento.

4) Planejamento da Execução (ou Planejamento da Produção):
A última fase do planejamento é focada na qualidade da produção, melhor aproveitamento da verba do cliente, e cumprimento de prazos. Esta etapa detalha a mecânica das ações, as praças de execução, o período da ação, a expectativa de pessoas impactadas, a equipe necessária, o volume de brindes e a programação (quando se trata de evento). O planejamento da execução vai definir esses itens e orçá-los, tendo que se adequar à verba definida pelo cliente.


Unir todos os processos de marketing com excelência vai trazer para as empresas o melhor resultado na expansão e reconhecimento da marca no mercado.

Fonte: Por Fábio Bandeira de Mello – www.administradores.com.br


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A Justiça britânica confirmou nesta quinta-feira (21/05) que as batatas “Pringles” são realmente batatas, contrariando o que defendia a fabricante Procter & Gamble e pondo fim a longa batalha judicial na qual a empresa tentava se livrar do Imposto sobre o Valor Agregado (IVA) que taxa este tipo de produto.

A multinacional defendia que as populares “Pringles” não podem ser consideradas batatas, já que somente 42% de sua composição é realmente batata (o resto seria gordura e farinha). Por isso, as “Pringles” não deveriam estar na lista de aperitivos e a Procter & Gamble não precisaria pagar o IVA.

No Reino Unido, os alimentos não são tributados pelo IVA. Uma das exceções são as batatas fritas de saquinho, descrição que inclui as “Pringles”, segundo decisão do tribunal.

A Justiça julgou o caso em outras duas instâncias. Num primeiro momento, declarou que as “Pringles” eram batatas fritas de saquinho. Depois, decidiu o contrário, parecer que foi revertido nesta quinta-feira por um tribunal de apelação.

A lei britânica sobre o IVA é clara e determina que os aperitivos, entre eles “as batatas fritas de saquinho, as batatas palitos e produtos similares elaborados a partir de batata, farinha de batata ou amido de batata”, estão sujeitos a este encargo.

O representante legal da multinacional, Roderick Cordara, defendeu que, para entrar nesta categoria, as “Pringles” deveriam ser majoritariamente compostas por batata, o que não é o caso.

Mas os juízes rejeitaram o argumento de Cordara de que as “Pringles” não são batatas e concluíram que são suficientemente similares às batatas fritas de saquinho para serem incluídas na lista dos produtos taxados pelo IVA.

“Há um teor de batata mais que suficiente para que seja razoável considerar que (as ‘Pringles’) são feitas de batata”, disse o juiz Robin Jacob, em sua decisão judicial.

Um porta-voz da multinacional expressou sua “decepção” pela resolução e reiterou que a posição da empresa continua sendo a de que as “Pringles” deveriam receber “um tratamento fiscal igual ao dos outros aperitivos com os quais concorre no mercado”.

O juiz Jacob afirmou que os assessores legais do Serviço de Alfândegas e Impostos (HRMC, na sigla em inglês) asseguraram que a Procter & Gamble terá que pagar ” aproximadamente 100 milhões de libras (113 milhões de euros) de impostos atrasados e outros 20 milhões de libras (22,6 milhões de euros) anuais a partir de agora”.

No entanto, um porta-voz da multinacional alegou que fez um acordo com o HRMC para pagar o IVA enquanto o caso estivesse sendo revisado pelo Tribunal de Apelações e que, portanto, não está inadimplente.


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A crise é vista pela indústria de alimentos como uma rede de oportunidades de aquisições e esse segmento da economia vive a expectativa de diversos anúncios de negóciosque estão em análise. Após a criação da Brasil Foods (união entre a Sadia e a Perdigão), dentre as empresas que devem engrossar essa massa de negócios estão a Nestlé, Cargill e Pepsico, que apesar de apresentarem níveis de negociaçõesdistintos, preveem o aumento de aportes e a retomada de investimentos no Brasil, onde o mercado interno é o maior destino da produção. Essa participação deverá aumentar ainda mais em 2009 segundo as estimativas da Associação Brasileira da Indústria da Alimentação (Abia), que prevê crescimento de 2% sobre o faturamento de R$ 268,8 bi do ano passado.

Dentre as três empresas a que está com o processo de aquisição mais adiantado é a Nestlé, segundo o seu presidente, Ivan Zurita, a companhia está desenvolvendo três projetos, sendo que dois estão no processo de análise, em que podem ocorrer fatos que inviabilizem o negócio e uma já está em fase final de acerto. “Já foram discutidos os valores e o contrato que oficializa a aquisição, mas como é um negócio complexo ainda não está assinado”, informou o executivo sem revelar qual empresa será incorporada ao grupo suíço. Zurita apenas disse que essas empresas não atuam em um segmento que concorrem com os outros nos quais a Nestlé atua. “A única coisa que posso falar é que se trata de aquisição na linha de alimentos”, desconversou ele.

Na Pepsico o mistério é o mesmo, de acordo com o presidente da empresa no Brasil, Otto Von Sothen, a multinacional está analisando aquisições nas duas áreas em que atua, alimentos e bebidas, mas não revela quais são os alvos potenciais. “O Brasil é um dos principais mercado que a Pepsico mira para continuar a crescer acima da média do mercado e isso inclui aquisições”, admitiu o executivo.

Um pouco mais distante parece o plano da Cargill de adquirir empresas no mercado brasileiro. Segundo o presidente da multinacional no Brasil, Marcelo Martins, há possibilidade de crescimento no mercado e isso tem levado a empresa a olhar as oportunidades para crescer. Essa posição se dá em função do término dos investimentos que a empresa realizou no último ano fiscal, que terminou em maio. De acordo com Martins, apesar da instabilidade dos preços das commodities e do câmbio, a empresa registrou um ano positivo e que atendeu as metas da companhia.

Crescimento

Segundo o presidente da Abia, Edmundo Klotz, a crise não afetou o setor em função da necessidade das pessoas em se alimentar. De acordo com o executivo o ano de 2009 se mostra estável em relação a 2008, mas que a entidade poderá ter um cenário melhor desenhado após a safra intermediária deste ano. Ele disse ainda que as medidas do governo anunciadas na segunda-feira (29) quanto a incentivos para o setor produtivo apresentam mais o efeito de reflexo na indústria alimentícia do que benefíciosdiretos. “Quando a economia vai bem, o setor acompanha o ritmo, pois as pessoas consomem mais alimentos”, explicou ele.

De olho nesse potencial crescimento de mercado que a Nestlé reafirmou que os investimentos de R$ 350 milhões em 2009 serão aplicados integralmente “sem contar as aquisições planejadas”, ressaltou Zurita, que afirmou esperar um crescimento de 7% no resultado da empresa, mantendo a tradição da operação brasileira da multinacional de ser a subsidiária com maior crescimento mundial da empresa.

Para a Pepsico, que não revela o valor dos investimentos, a empresa mira o mercado centro-oeste e nordeste em decorrência do aumento da renda na região. De acordo com Sothen, já há conversas com o governo do Distrito Federal (DF) para a construção de uma nova fábrica naquela região e já está construindo uma nova unidade na Bahia (BA). Ambas destinadas à produção de alimentos. “A primeira (no DF) ainda está em fase inicial de negociação e a segunda (na BA) deverá iniciar a operação no final de 2010″, completou o executivo.

Fonte: DCI


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1º. Ferrero (Itália): 85.17 pontos
2º. Ikea
 (Suécia): 83.98
3º. Johnson & Johnson
 (EUA): 83.58
4º. Petrobras 
(Brasil): 82.37
5º. Sadia 
(Brasil): 82.06
6º. Nintendo 
(Japão): 81.63
7º. Christian Dior 
(França): 81.37
8º. Kraft Foods 
(EUA): 81.09
9º. Mercadona 
(Espanha): 80.99
10º. Singapore Airlines 
(Cingapura): 80.97

 

Fonte: Economist

Pesquisa Global Pulse, divulgada pelo Reputation Institute, de Nova York. Avalia as 600 maiores empresas em 32 países e classifica de acordo com suas reputações.


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Fonte: consultoria BrandZ


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1º. Omo: 16,6 pontos
2º. McDonald’s: 14,6 pontos
3º. Microsoft: 14 pontos
4º. Petrobras: 13,1 pontos
5º. Coca-Cola: 12,9 pontos
6º. Smirnoff: 8,0 pontos
7º. Rexona: 7,6 pontos
8º. Pão de Açúcar: 6,8 pontos
9º. Bohemia: 6,8 pontos
10º. Natura: 5,7 pontos

A marca de sabão em pó Omo é a marca mais querida do Brasil, segundo lista elaborada anualmente pela consultoria BrandAnalytics/Millward Brown com 180 marcas. A pesquisa aponta que o produto é o mais lembrado pelos consumidores brasileiros.

Fonte: FolhaSP


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1º. Bradesco: R$ 12,064 bilhões
2º. Itaú: R$ 9,878 bilhões
3º. Banco do Brasil: R$ 8,444 bilhões
4º. Skol: R$ 4,084 bilhões
5º. Natura: R$ 3,966 bilhões
6º. Petrobras: R$ 2,308 bilhões
7º. Brahma: R$ 2,019 bilhões
8º. Antarctica: R$ 1,741 bilhão
9º. Unibanco: R$ 1,691 bilhão
10º. Perdigão: R$ 1,129 bilhão

 

Pelo terceiro ano consecutivo, os três maiores bancos do país lideram o ranking das marcas mais valiosas do Brasil. Bradesco, Itaú e Banco do Brasil encabeçam a lista elaborada anualmente pela consultoria BrandAnalytics/Millward Brown com 180 marcas.

Fonte: FolhaSP


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Desde que os sócios Bill Gates e Paul Allen desenvolveram o primeiro sistema operacional para um PC, em 1975, a Microsoft entrou pesado no mercado de softwares. Hoje, é líder disparada e se aventura em outras praias. O mundo dos videogames, por exemplo, balançou com a força do seu X-Box e com o X-Box 360. Choveu muito dinheiro no bolso dos fundadores: Paul Allen juntou 21 bilhões de dólares e se tornou o 7º homem mais rico do mundo. Gates liderou até 2007, o ranking dos bilionários, com uma fortuna de 60 bilhões de dólares. Sempre acusada de querer dominar o mundo digital, a Microsoft já pagou mais de 4 bilhões de dólares em indenizações por denúncias de monopólio.

Análise SWOT Microsoft

Análise SWOT Microsoft


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O americano Walt Disney começou a ganhar o mundo em 1928 com o primeiro desenho com som, Steamboat Willie.

Continuou inovando com o primeiro longa de animação, Branca de Neve e os Sete Anões, em 1937, e com o primeiro megaparque temático, a Disneylândia, em 1955. Hoje, a marca Disney aparece em canais de TV, estúdios de cinema, resorts, dez parques temáticos, um navio de cruzeiro.

Walt Disney investiu 17 milhões de dólares na Disneylândia. Hoje, esse dinheiro não paga nem um dos brinquedos da Disney de Orlando!

Recentemente a Disney porpôs uma parceria com a Petrobrás para patrocinar um de seus novos brinquedos.

Análise SWOT Disney

Análise SWOT Disney


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