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Northcote Parkinson

Northcote

Northcote Parkinson

Northcote Parkinson é o formulador da “Lei de Parkinson”, segundo a qual o trabalho se expande a fim de preencher o tempo disponível para sua realização.

O livro que leva o nome da teoria foi lançado em 1957, transformando-se em um sucesso instantâneo. Parkinson dirigiu suas farpas principalmente às instituições governamentais, mas a carapuça serviu também para o setor privado, que na época estava inchado após décadas de sobreposição de camadas e mais camadas de burocracia administrativa.

Um desdobramento da Lei de Parkinson é a ideia de que o homem ao qual se nega a possibilidade de tomar decisões importantes tende a considerar importantes as decisões que está autorizado a tomar.

A Lei de Parkinson tem sido aplicada em muitos contextos diferentes. Existe a versão TI, por exemplo: “Os dados se expandem a fim de preencher o espaço disponível para armazenamento”. Há também aquela aplicada ao transporte rodoviário: “O tráfego se expande para preencher as estradas disponíveis para rodagem”.

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Dia do administrador

O administrador é aquele profissional que planeja, organiza, coordena e controla as atividades e processos das organizações, no sentido de proporcionar o desenvolvimento sócio-econômico das mesmas, e conseqüentemente, da sociedade em geral. 

No dia 09 de setembro se comemora o dia desses profissionais, que possuem uma importância incrível na sociedade. Sem os administradores, não teríamos o desenvolvimento das organizações, assim, os outros profissionais não iriam ter oportunidades de emprego, sem contar o caos social que se instalaria na sociedade sob essas condições. 

Os primeiros administradores ao longo da história foram os gerentes das companhias de navegação inglesas, em meados do século XVII. A escolha da data para ser o dia do administrador se deu pelo fato de que nesse dia, em 1965, foi assinada a lei que criou, oficialmente, a profissão de Administrador no Brasil. O dia do Administrador foi instituído pela Resolução CFA nº. 65/68, de 09/12/68.

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Primórdios da Administração

Administrar hoje é o resultado da contribuição de economistas, matemáticos, filósofos através das obras e teorias.
No século passado tinha se poucas organizações eram as pequenas oficinas, escolas e os profissionais autônomos (médicos, advogados, agricultores).
Já nos dias de hoje, as sociedades são pluralistas de organizações como indústrias, hospitais, etc, que administrados por grupos diretivos para ficarem mais eficazes.
Essa contribuição ocorreu a 4.000 a.C, na era Egípcia, depois na Babilônia, depois os hebreus, e começam os filósofos.
Apesar de sempre ter existido o ‘trabalho’ na história da humanidade, a administração é algo que teve seu início há pouco tempo.

Influência dos filósofos

Sócrates – administrar é uma habilidade pessoal separada do conhecimento técnico e da experiência.
Platão – preocupou-se com os negócios públicos e com a forma democrática de governo.
Aristóteles – em seu livro “Política” distinguia três formas de administração pública:
- Monarquia – governo de um só;
- Aristocracia – governo de uma elite;
- Democracia – governo do povo.
René Descartes – em seu livro “O discurso do Método” descreveu o método cartesiano cujos princípios são:
- Princípio da Dúvida Sistemática ou Evidência – não aceitar como verdadeira coisa alguma, enquanto não souber com evidência aquilo que realmente é verdade;
- Princípio da Síntese de Composição – conduzir ordenadamente nossos pensamentos, iniciando pelos assuntos mais fáceis para caminharmos gradualmente aos mais difíceis;
- Princípio da Analise e da Decomposição – dividir cada problema em tantas partes quanto possível e resolvê-los cada um separadamente;
- Princípio da Enumeração ou Verificação – fazer recontagem, verificações, revisões gerais para ter certeza de que não foi omitido ou deixado de lado.

Influência da organização da Igreja

O Papa tem sob suas ordens a organizações mundiais da igreja católica.
Os objetivos da ação política, eram contraditórios, por quê? Porque cada partido tinha um interesse diferente do outro.
Se você quiser entrar na política, precisará conhecer qual é a ideologia do partido, e ver se está de acordo com os seus princípios como cidadão e exercer o seu papel político.

Influência da organização militar

Contribui com o Princípio da Unidade de Comando, onde cada subordinado só se reporta a um superior, com o princípio da direção onde à organização espera dele o que fazer, com conceito de hierarquia e também com o de linha.(organização linear)
Exemplo: Na época de Napoleão, ele chefia o exército e tinha responsabilidade de supervisionar a totalidade, com a expansão territorial das batalhas, a direção ou o comando das batalhas exigiu um novo plano de organização, passou a planejar a centralização do controle e descentralização da execução.

Influência da revolução industrial

Com a invenção da máquina a vapor em 1.776, por JAMES WATT, provocou mudanças políticas, sociais, e econômicas. O trabalho artesanal é substituído pelas máquinas, dando produção e melhor qualidade e diminuindo o custo. A força muscular e substituída pela força da máquina a vapor.
EDWAD MCNALL BURNS, divide em duas épocas:
1º. – Revolução Industrial ou do Carvão e do ferro;
2º. – Revolução Industrial ou do aço e da eletricidade.

Estágio Atual da Gestão Organizacional

Analisando o trabalho nas organizações, Laurie Mullins identificou alguns subsistemas que garantem que as atividades das organizações sejam desempenhadas como um todo e dirigida para o alcance das metas e objetivos:
Tarefa – São as metas e os objetivos da organização;
Tecnologia – É a maneira pela qual as tarefas serão desempenhadas;
Estruturas – Padrão da organização, relacionamentos formais e canais de comunicação; (hierarquia)
Pessoas – Envolvem as atitudes, comportamento, habilidades, atributos, estilos de liderança, etc.
Ambiente – É o todo, tanto os externos quanto os internos.

ABORDAGENS DA ESCOLA FUNCIONAL

Principais nomes: Peter F. Drucker, William Newman, Ernest Dale, Ralph C. Davis e George Terry.
É também chamada de Escola Operacional ou Escola Funcional, Escola do Processo Administrativo ou ainda Abordagem Universalista da Administração.
Todas as teorias administrativas assentaram-se na Teoria Clássica, seja, como ponto de partida, seja como crítica para tentar uma posição diferente, mas a ela relacionada intimamente. A abordagem neoclássica nada mais é do que a redenção da Teoria Clássica devidamente atualizada e redimensionada aos problemas administrativos atuais e ao tamanho das organizações de hoje.

CENTRALIZAÇÃO E DESCENTRALIZAÇÃO:
A Abordagem Neoclássica não esteve totalmente a salvo de discussões internas. Enquanto a Teoria Clássica de Fayol defendia a organização linear caracterizada pela ênfase dada a centralização da autoridade, a Administração Científica de Taylor defendia a organização funcional caracterizada pela descentralização da autoridade. O problema da centralização versus descentralização é um assunto amplamente discutido pela teoria Neoclássica.

ABORDAGENS DA ESCOLA DAS RELAÇÕES HUMANAS

Principais nomes: Eltom Mayo (1880/1947), Kurt Lewin (1890/1947), John Dewey, Morris Viteles e George C. Homans.
Com a Abordagem Humanística da Administração, a Teoria Administrativa passa por uma revolução conceitual: a transferência da ênfase colocada na tarefa pela Administração Científica e na estrutura organizacional pela Teoria Clássica para a ênfase nas pessoas que trabalham ou que participam nas organizações. A Abordagem Humanística faz com que a preocupação com a máquina e com o método de trabalho e a preocupação com a organização formal e os princípios da Administração cedam prioridade para a preocupação com as pessoas e os grupos sociais, ou seja, dos aspectos técnicos formais para os aspectos psicológicos e sociológicos.

A Experiência de Hawthorne
A Western Eletric era uma companhia norte-americana que fabricava equipamentos para empresas telefônicas. A empresa sempre se caracterizara pela preocupação com o bem estar de seus funcionários, o que lhe proporcionava um clima constantemente sadio de relações industriais. Durante mais de 20 anos não se constatara nenhuma greve ou manifestação. Um diagnostico preliminar nos diria que o moral na companhia era alto e os funcionários confiavam na competência de seus administradores.
No período entre 1927 e 1932 foram realizadas pesquisas em uma das fábricas da Western Electric Company, localizada em Hawthorne, distrito de Chicago. A fabrica contava com cerca de 40 mil empregados e as experiências realizadas visavam detectar de que modo fatores ambientais – como a iluminação do ambiente de trabalho influenciava na produtividade dos trabalhadores.

ESCOLAS DA TOMADA DE DECISÃO

Tomada de decisões é o processo pelo qual são escolhidas algumas ou apenas uma entre muitas alternativas para as ações a serem realizadas.
Tomada de decisão, segundo Oliveira (2004), nada mais é do que a conversão das informações em ação, assim sendo, decisão é a ação tomada com base na apreciação de informações. Decidir é recomendar entre vários caminhos alternativos que levam a determinado resultado.
Segundo Chiavenato (1997), as decisões possuem fundamentalmente seis elementos: 1. Tomador de decisão – pessoa que faz a seleção entre várias alternativas de atuação. 2. Objetivos – propósito ou finalidade que o tomador de decisão almeja alcançar com sua ação. 3. Preferências – critérios com juízo de valor do tomador de decisão que vai distinguir a escolha. 4. Estratégia – direção ou caminho que o tomador de decisão sugere para melhor atingir os objetivos e que depende dos recursos que se dispõe. 5. Situação: aspectos ambientais dos quais vela-se o tomador de decisão, muitos dos quais fora do controle, conhecimento ou compreensão e que afetam a opção. 6. Resultado: é a decorrência ou resultante de uma dada estratégia definida pelo decisor.

ESCOLAS DE SISTEMAS

A Teoria Sistêmica entende a organização como em constante interação com o meio externo. É vista como um complexo do todo organizado, um conjunto de partes complementares que compõe um valor unitário. Para a abordagem sistêmica.
A Teoria Sistêmica entende a organização como em constante interação com o meio externo. É vista como um complexo do todo organizado, um conjunto de partes complementares que compõe um valor unitário. Para a abordagem sistêmica, as organizações são entendidas como sistemas abertos, pois seu comportamento é dinâmico e não estático. Determina parâmetros como: objetivos, entrada e insumo, processos, saídas e avaliação do sistema com controles.

ABORDAGEM DA ESCOLA CONTIGENCIAL

A palavra Contingência significa algo incerto ou eventual, que pode suceder ou não. Dentro de um aspecto mais amplo, a Abordagem Contingencial salienta que não se atinge a eficácia organizacional seguindo um único e exclusivo modelo organizacional, ou seja, não existe uma forma única que seja melhor para organizar no sentido de alcançar os objetivos altamente variados das organizações dentro de um ambiente também altamente variado. Os estudos atuais sobre as organizações complexas levaram a uma nova perspectiva teórica: a estrutura de uma organização e seu funcionamento são dependentes da interface com o ambiente externo.
A mais notável contribuição dos autores da abordagem contingencial está na identificação das variáveis que produzem maior impacto sobre a organização, como ambiente e tecnologia, para então predizer as diferenças na estrutura e no funcionamento das organizações devidas às diferenças nestas variáveis.

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Frases de Adam Smith

- A mentira existe para nos proteger da verdade.

- O robô vai perder. Não por muito. Mas quando o placar final for calculado, carne e osso vão superar o maldito monstro.

- Onde quer que predomine o capital, prevalece o trabalho; onde quer que predomine a renda, prevalece a ociosidade.

- Sobressair-se em qualquer profissão, na qual exceto poucos não chegam à mediocridade, é o mais decisivo marco do que é chamado de genialidade ou talentos superiores.

- A ciência é o grande antídoto do veneno, do entusiasmo e da superstição.

- Nenhuma sociedade pode florescer e ser feliz se a maioria dos seus membros é pobre e miserável.

- A humanidade é virtude da mulher; a generosidade é virtude do homem.


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Frases de Administração {2}

  • “Na administração o amor de fato, quase nunca vem no ato, é sempre parte do aproveitamento do prato, que quando guardado, deve ser reinventado na espera de um fazer gostar para a surpresa de quem chegar no dia seguinte.” [Sérgio Dal Sasso]
  • “A administração é feita tomando-se decisão e vendo se essas decisões estão implementadas.” [Harold Genee]
  • “Procedimento é um termo usado como recurso, caso haja perda do bom senso.” [Dilson de Oliveira Nunes]
  • “A ambição universal dos homens é viver colhendo o que nunca plantaram.” [Adam Smith]
  • “O que se pode acrescentar à felicidade de um homem que tem saúde, não tem dívidas e está com a consciência tranqüila?” [Adam Smith]
  • “O que é sábio na condução de uma família privada pode ser quase loucura na direção de um grande país.” [Adam Smith]
  • “Com a maior parte dos ricos, o principal uso da riqueza consiste na exibição da riqueza.” [Adam Smith]
  • “Para aqueles que se habituaram à posse de admiração pública, ou mesmo à esperança de conquistá-la, todos od demais prazeres empalidecem e definham.” [Adam Smith]
  • “O verdadeiro valor das coisas é o esforço e o problema de as adquirir.” [Adam Smith]
  • “Os livros constituem um mundo melhor dentro do mundo.” [Adam Smith]
  • “O Estado não deve interferir na economia. Ela se ajusta por si só.” [Adam Smith]

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Frases de Administração {1}

  • “O maior prazer de um homem inteligente, é bancar se de idiota diante de um idiota que banca ser inteligente.” [Desconhecido]
  • “Uma boa administração é o reflexo de uma boa convivência familiar.” [Desconhecido]
  • “Em resumo, ele é inovador. Ele é o indivíduo que exercita o que na literatura da administração é chamado de: liderança…mesmo não estando presente, ele é percebido como se estivesse.” [Desconhecido]
  • “Se não tomares conta do teu cliente, alguém tomará.” [Desconhecido]
  • “Administrar é usar recursos escassos e torná-los suficientes para atingir um objetivo.” [Eliane de Oliveira]
  • “Quinze anos atrás, as empresas competiam em preço. Hoje em qualidade. Amanhã será no design.” [Robert Hayes professor Harvard Business School]
  • “A administração é a arte de aplicar as leis sem lesar os interesses.” [Honoré de Balzac]
  • “Fazer exceção torna-se uma regra, por fim a regra torna-se uma obrigação.” [Ezequias Anacleto]
  • “Se o corpo chamasse a alma perante a justiça, ele a convenceria facilmente de má administração.” [Diógenes]
  • “Não há nada de errado em correr riscos; desde que não se arrisque tudo.” [George Soros]

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Alfred Chandler

Considerado o “pai” da história empresarial, Alfred Chandler (1918-2007) foi, acima de tudo, um historiador.

Em 1952, Chandler se tornou PhD pela Universidade de Harvard. Dez anos mais tarde, publicou seu clássico “Strategy and Structure”, no qual ressaltou que todas as empresas bem-sucedidas deveriam ter uma estrutura que correspondesse à sua estratégia (e não ao contrário, como muitos pensavam até então).

Alfred Chandler baseou sua teoria em um amplo estudo feito entre os anos 1850 e 1920 sobre grandes empresas norte-americanas, incluindo Du Pont, General Motors e Sears. Ele afirmava que “não se pode fazer o trabalho de hoje com métodos de ontem e permanecer nos negócios amanhã”.

Alfred Chandler

Alfred Chandler

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Abraham Maslow

Abraham Maslow

Abraham Maslow

Abraham Maslow

Abraham Maslow

Abraham Maslow (1 de Abril de 1908, Nova Iorque — 8 de Junho de 1970, Califórnia) foi um psicólogo americano, conhecido pela proposta hierarquia de necessidades de Maslow. Trabalhou no MIT, fundando o centro de pesquisa National Laboratories for Group Dynamics. A pesquisa mais famosa foi realizada em 1946, em Connecticut, numa área de conflitos entre as comunidades negra e judaica. Aqui, ele concluiu que reunir grupos de pessoas era uma das melhores formas de expor as áreas de conflito. Estes grupos, denominados T-groups (o “T” significa training, ou seja, formação), tinham como teoria subjacente o facto de os padrões comportamentais terem que ser “descongelados” antes de serem alterados e depois «congelados» novamente — os T-groups eram uma forma de fazer com que isto acontecesse.

Hierarquia de necessidades de Maslow

Hierarquia de necessidades de Maslow

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DOUGLAS MCGREGOR

Douglas McGregor (1906-1964)

Foi um dos pensadores mais influentes na área das relações humanas. Douglas McGregor nasceu em Detroit e licenciou-se no City College. Doutorou-se em Harvard, onde lecionou Psicologia Social, e foi professor de Psicologia no MIT. Em 1948 era presidente do Antioch College, em Yellow Springs, e em 1962 lecionava a disciplina de Gestão Industrial na Sloan Fellows. McGregor é mais conhecido pelas teorias de motivação X e Y. A primeira assume que as pessoas são preguiçosas e que necessitam de motivação, pois encaram o trabalho como um mal necessário para ganhar dinheiro. A segunda baseia-se no pressuposto de que as pessoas querem e necessitam de trabalhar. Um argumento contra as teorias X e Y é o fato de elas serem mutuamente exclusivas. Para o contrapor, antes da sua morte, McGregor estava desenvolvendo a teoria Z, que sintetizava as teorias X e Y nos seguintes princípios: emprego para a vida, preocupação com os empregados, controle informal, decisões tomadas por consenso, boa transmissão de informações do topo para os níveis mais baixos da hierarquia, entre outros.

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NICOLO MACHIAVELLI

Foi oficial no exército do governo florentino, secretário do Supremo Tribunal durante 14 anos e cumpriu cerca de 30 missões no estrangeiro. O seu trabalho colocou-o em contacto com alguns dos ministros e representantes governamentais mais importantes da Europa. Em 1512, quando Médicis voltou ao poder, Nicolo Machiavelli foi exilado de Florença, sob acusação de conspiração contra o governo.

Numa quinta fora de Florença iniciou a carreira de escritor e publicou obras políticas, peças teatrais e livros com a história de Florença. A sua “bíblia” acerca do poder é o livro O Príncipe, onde retrata a vida de Alexandre VI — um mundo de intriga e oportunismo —, apresentando reflexões e conceitos que se adequam a muitos gestores actuais.

A liderança era o assunto que Machiavelli discutia com maior confiança, sobretudo num ambiente de intriga e astúcia, em que o líder “deverá saber como se transformar num diabo quando a necessidade assim o exige“.