O Coruja das coisas…
O mundo ao alcance de seus olhos…

O índice Big Mac criado pela Economist é baseado na teoria da paridade de poder de compra de produtos, no caso, o sanduíche da rede de lanchonetes Mc Donald’s. O índice serve para mostrar quais moedas estão mais ou menos valorizadas. A moeda mais supervalorizada em relação ao dólar é o dólar norueguês. Na Noruega o preço de um Big Mac é US$ 7, contra os US$ 1,83 da economia chinesa, que trabalha com o desvalorizado yuan.

Veja no gráfico da Economist:

BigMac

Fontes: Economist – Taste and see


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Emirado pede prazo para pagamento de dívida de US$ 59 bilhões.
Risco de calote espalha temor entre os mercados mundiais

O índice Nikkei da Bolsa de Tóquio fechou nesta sexta-feira (27) com queda de 3,2%, seguindo o temor dos mercados mundiais provocado pelo anúncio da moratória de Dubai.

Nesta quinta-feira, o Emirado de Dubai declarou que vai pedir adiamento do pagamento de parte da sua dívida, o que espalhou pelos mercados o medo de que a inadimplência afete bancos expostos à investimentos ligados ao emirado.

O governo de Dubai tentou tranquilizar os mercados afirmando que seu pedido de moratória do pagamento da dívida de US$ 59 bilhões da estatal Dubai World é necessário para “encarar o fardo da dívida”.

Diante do anúncio, vários mercados internacionais fecharam em baixa nesta quinta – entre eles o brasileiro – com medo de que a inadimplência afete bancos que estavam expostos àquela região.

Temor mundial

Os riscos de falência do Emirado de Dubai reavivam as inquietações sobre a saúde financeira de alguns países, em especial da Europa do Leste, esmagados pelo endividamento público e enfraquecidos pela recessão mundial.

A falência de um Estado não é algo frequente. A última aconteceu em 2001, quando a Argentina se declarou inacapaz de honrar os pagamentos de sua dívida externa, fomentando graves tumultos sociais e abrindo uma crise que se alastrou por vários anos.

Porém, com a recessão, o risco desse cenário volta a ameaçar. Obrigados a socorrer os contribuintes e os bancos, os estados contraíram empréstimos com os mercados para financiar seus déficits. De acordo com a agência Moody’s, a dívida pública mundial vai aumentar 45% entre 2007 e 2010.

Em consequência, os mercados podem deixar de comprar títulos de dívida pública e as obrigações emitidas por alguns Estados, ameaçando seu abastecimento de dinheiro.

“Os problemas surgem quando os mercados perdem confiança na capacidade de um país de pagar sua dívida”, resumiu o economista Juan Carlos Rodado, da Natixis.

Fonte: Yahoo


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Modelo Marca Preço
Uno Fiat R$ 23.204 fotos
M100 Effa R$ 24.435 fotos
Celta Chevrolet R$ 24.900 fotos
Palio Economy Fiat R$ 25.164 fotos
Gol City Volkswagen R$ 26.782 fotos
Classic Chevrolet R$ 27.139 fotos
Ka Ford R$ 28.029 fotos
Clio Renault R$ 28.503 fotos
Prisma Chevrolet R$ 29.442 fotos
10º Corsa Chevrolet R$ 29.515 fotos
11º Logan Renault R$ 29.884 fotos
12º Courier Ford R$ 29.910 fotos
13º Novo Gol Volkswagen R$ 30.133 fotos
14º Siena Fiat R$ 30.390 fotos
15º Sandero Renault R$ 30.555 fotos
16º Strada Fiat R$ 30.894 fotos
17º 206 Peugeot R$ 31.130 fotos
18º Fox Volkswagen R$ 32.042 fotos
19º Voyage Volkswagen R$ 32.305 fotos
20º Fiesta Ford R$ 32.815 fotos

Fonte: Invertia


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O Produto Interno Bruto (PIB), que mede o desempenho da economia brasileira, registrou queda de 0,8% no primeiro trimestre de 2009, na comparação com os três meses imediatamente anteriores.

Devido a este PIB abaixo de zero,  o país registra sua primeirareceção técnica (que é definida quando há queda do PIB por dois trimestres consecutivos) desde o primeiro e o segundo trimestres de 2003 (quando a economia encolheu 1,44% e 0,23%, respectivamente), não havia este problema, segundo o IBGE.

PIB no primeiro trimestre de 2009

PIB no primeiro trimestre de 2009

Na comparação com o primeiro trimestre de 2008, a queda do PIB no início de 2009 foi de 1,8% – no quarto trimestre de 2008, houve crescimento de 1,3% da economia nesta comparação.

No acumulado dos últimos quatro trimestres, o crescimento do PIB ficou em 3,1%, chegando a R$ 684,6 bilhões.

Mais informações no G1.


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Bradesco

Logo Bradesco

O Bradesco anunciou na sexta-feira a assinatura de um termo de compromisso para adquirir o Banco ibi, ligado à C&A, maior varejista de vestuário do país. Será pago R$ 1,4 bilhão, em ações do Bradesco, o equivalente a 1,6% do capital social da empresa. As empresas ibi serão transformadas em subsidiárias do Bradesco. O acordo inclui ainda uma parceria com a C&A para comercializar produtos e serviços financeiros nas lojas da rede por um período de 20 anos. Para o Bradesco, a aquisição do ibi elevará sua base de cartões private label de 13,3 milhões para 34,1 milhões, de acordo com números do fim de 2008. A base de cartões bandeirados do banco passará de 22 milhões para 31,8 milhões. O ibi movimentou R$ 9,9 bilhões em operações com cartões de crédito no ano passado, apresentou ativos totais de R$ 5,6 bilhões e um patrimônio líquido de R$ 928 milhões. A concretização da operação depende de aprovação das autoridades antitruste e das assembleias gerais do Banco ibi e do Bradesco. Com a aquisição, o Bradesco aumentará sua participação no mercado brasileiro de cartões de crédito de 19% para 22%.


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O grupo Pão de Açúcar anunciou nesta manhã a compra do Ponto Frio, segundo maior varejista de eletroeletrônicos do país. A empresa pagará R$ 824,5 milhões por 70,24% do capital total da rede, sendo parte desse valor em ações. Em março, o Ponto Frio havia informado à Comissão de Valores Mobiliários (CVM) a intenção de venda. Lily Safra, acionista majoritária da rede, já havia tentado negociar as lojas há dois anos. Em dezembro de 2007, a empresa anunciou plano de venda das operações, mas desistiu com o preço das ações em queda. Antes, efetuou uma reestruturação para reduzir diretorias da administração. O Ponto Frio, com 445 lojas em todo o país, fechou o primeiro trimestre do ano com um prejuízo líquido de R$ 30 milhões, ante um lucro de R$ 1,8 milhão do mesmo período de 2008.


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atuário é o profissional preparado para mensurar e administrar riscos. Seu trabalho se desenvolve em projetos, pesquisas e planos de fundos de investimento, na política de gestão desses fundos, na medição e administração de riscos, no cálculo de probabilidades e na fiscalização da previdência pública, privada e de seguros.

A atividade requer desenvolvimento de estratégias para o diagnóstico de problemas financeiros e a construção de modelos de ações em qualquer âmbito do mercado de capitais.

Suas ações se estabelecem em, basicamente, três setores econômicos:
- Seguros: trabalha com a fiscalização do trabalho técnico na área de seguros, ficando responsável pelos cálculos de prêmios e indenizações, além dos cálculos de probabilidades.
- Previdência: pode trabalhar tanto com a Previdência Social como com a privada, gerenciando os cálculos de fundos a serem criados para a cobertura de compromissos futuros, além de produzir relatórios de avaliação e mensuração do alcance da previdência e de possíveis riscos.
- Capitalização e investimentos: trabalha com a pesquisa de fundos de investimento, a elaboração de planos e políticas de investimento, com a gestão desses fundos, com aconselhamento e consultoria no mercado financeiro e a medição dos possíveis riscos.

Atualmente, há 14 cursos de Ciências Atuariais reconhecidos no Brasil e dois autorizados.

Fontes: Instituto Brasileiro de Atuária e Brasil Profissões


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As ciências atuariais ou atuária caracterizam a área do conhecimento que analisa os riscos e expectativas financeiros e econômicos, principalmente na administração de seguros e pensões. Suas metodologias mais tradicionais são baseadas em teorias econômicas, envolvendo suas análises numa forte manipulação de dados, num contexto empresarial. Portanto, atuária é uma área de conhecimento multidisplinar, onde o domínio de conceitos em economia, administração, contabilidade, matemática, finanças e estatística são fundamentais para o entendimento dos modelos atuariais mais elementares.

Essa ciência surgiu há cerca de 150 anos na Inglaterra, estudando basicamente a mortalidade da população. A partir de então, ela voltava-se para o cálculo da expectativa de vida, com interesse nas questões de aposentadoria e pensão.

No século XX, a área de seguros expandiu a abrangência do estudo atuarial, e a inserção cada vez mais freqüente das empresas de seguro e pensão no mercado financeiro, fez com que a ciência atuarial se especializasse cada vez mais em campos econômicos e financeiros. A partir de então as empresas seguradoras passaram a oferecer programas de seguro de vida e outras especializações, o que gerou cada vez maior necessidade do desenvolvimento das ciências atuariais.

Os estudos da atuária dividem-se em dois principais ramos: o vida e o não-vida. O primeiro trata das questões de longo prazo, como aposentadoria, pensões, seguros de vida e saúde. O segundo está mais relacionado a característcas de curto prazo, como como os seguros de automóveis e responsabilidade civil.

Fonte: FEAUSP


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Contabilidade é a ciência que estuda, interpreta e registra os fenômenos que afetam o patrimônio de uma entidade. Ela alcança sua finalidade através do registro e análise de todos os fatos relacionados com a formação, a movimentação e as variações do patrimônio administrativo, vinculado à entidade, com o fim de assegurar seu controle e fornecer a seus administradores as informações necessárias à ação administrativa, bem como a seus titulares (proprietários do patrimônio) e demais pessoas com ele relacionadas, as informações sobre o estado patrimonial e o resultado das atividades desenvolvidas pela entidade para alcançar os seus fins.

Diversas técnicas são usadas pela contabilidade para que seus objetivos sejam atingidos: a escrituração é uma forma própria desta ciência de registrar as ocorrências patrimoniais; as demonstrações contábeis são demonstrações expositivas para reunir os fatos de maneira a obter maiores informações, e a análise de balanços é uma técnica que permite decompor, comparar e interpretar o conteúdo das demonstrações contábeis, fornecendo informações analíticas, cuja utilidade vai além do administrador.

Existe ainda uma dificuldade em classificar a contabilidade. Apesar de no geral ser considerada uma ciência social, assim como economia e administração, algumas vezes ela é chamada técnica ou arte.

No entanto, independente de sua classificação, é esta técnica, arte ou ciência que adquire cada vez maior importância, dado o crescimento das corporações, entidades e empresas, que exige grande eficácia dos profissionais da contabilidade, para que sejam capazes de trabalhar a infinita gama de informações que são necessárias ao estudo e controle do patrimônio.

Fonte: FEAUSP


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