O Coruja das coisas…

O mundo ao alcance de seus olhos…

PLANO DA NIKE PARA AS COPAS DO MUNDO

AS INFORMAÇÕES CONTIDAS ABAIXO TEM CIRCULADO COM INSISTÊNCIA E TUDO INDICA QUE TEM UM FUNDO DE VERDADE. VAMOS AGUARDADR POIS FALTAM POUCOS DIAS PARA SER CONFIRMADAS.

VAMOS CONFERIR!!!

PARECE QUE ESTÁ TUDO BEM PREPARADINHO. A ARGENTINA, ESTRANHAMENTE RESSURGE DAS CINZAS, QUASE NÃO SE CLASSIFICA, E, SEGUNDO A TEORIA CONSPIRATÓRIA, SERÁ A CAMPEÃ DE 2010.


PLANO DA NIKE:

1998 – FRANÇA
2002 – BRASIL
2006 – ITÁLIA
2010 – ESPANHA
2014 – ARGENTINA


COPA 1998 – DIVULGADO O ESCÂNDALO QUE TODO MUNDO SUSPEITAVA!
Talvez, isso explique a razão do jogador Leonardo ter declarado a seguinte frase: ‘”Se as pessoas soubessem o que aconteceu na Copa do Mundo de 1998, ficariam enojadas!”.
Todos os brasileiros ficaram chocados e tristes por terem perdido a Copa do Mundo de futebol, na França. Não deveriam.
O que está exposto abaixo é a notícia em primeira mão que está sendo investigada por rádios e jornais de todo o Brasil e alguns estrangeiros, mais especificamente Wall Street Journal of Americas e o Gazzeta delo Sport e deve sair na mídia em breve, assim que as provas forem colhidas e confirmarem os fatos.

Fato comprovado:

O Brasil VENDEU a copa do mundo para a Fifa. Os jogadores titulares brasileiros foram avisados, às 13:00 do dia 12 de Julho (dia do jogo final), em uma reunião envolvendo o Sr. Ricardo Teixeira (na única vez que o presidente da CBF compareceu a uma preleção da seleção), o Técnico Mário Zagallo, o Sr. Américo Faria, supervisor da seleção, e o Sr. Ronald Rhovald, representante da patrocinadora Nike.

Os jogadores reservas permaneceram em isolamento, em seus quartos ou no lobby do hotel. A princípio muito contrariados, os jogadores se recusaram a trocar o penta-campeonato mundial por sediar a Copa do Mundo.


A aceitação veio através do pagamento total dos prêmios, US$70.000.000,00 para cada jogador, mais um bônus de US$400.000,00 para todos os jogadores e integrantes da comissão, num total de US$ 23.000.000,00 vinte e três milhões de dólares) através da empresa Nike.
Além dis so, os jogadores que aceitarem o contrato com a empresa Nike nos próximos 4 anos terão as mesmas bases de prêmios que os jogadores de elite da empresa, como o próprio Ronaldo, Raul da Espanha, Batistuta da Argentina e Roberto Carlos, também doBrasil.

Mesmo assim, Ronaldo se recusou a jogar, o que obrigou o técnico Zagallo a escalar o jogador Edmundo, dizendo que Ronaldo estava com problemas no joelho esquerdo (em primeira notícia divulgada às 13:30 no centro de imprensa) e, logo depois, às 14:15, alterando o prognóstico para problemas estomacais).

*A sua situação só foi resolvida após o representante da Nike ameaçar retirar seu ** patrocínio vitalício ao jogador, avaliado em mais de US$90.000.000,00 (noventa ** milhões de dólares) ao longo da sua carreira.

Assim, combinou-se que o Brasil seria derrotado durante o ‘Golden Goal’ (prorrogação com morte súbita), porém a apatia que se abateu sobre os jogadores titulares fez com que a França, que absolutamente não participou desta negociação, marcasse, em duas falhas simples do time brasileiro, os primeiros gols.

O Sr. Joseph Blatter, novo presidente da Fifa, cidadão franco-suíço, aplaudiu a colaboração da equipe brasileira, uma vez que o campeonato mundial trouxe equilíbrio à França num momento das mais altas taxas de desemprego jamais registradas naquele país, que serão agravadas pela recente introdução do euro (moeda única européia) e o mercado
comum europeu (ECC).

Garantiu, também, ao Sr. Ricardo Teixeira, através de seu tio, João Havelange,** que o Brasil teria seu caminho facilitado para o penta-campeonato de 2002.

**Passem esta mensagem para o maior número possível de pessoas,** para que todos possam conhecer a sujeira que ronda o futebol!

E tem Mais, nesse acordo ficou definido que em 98 a França seria campeã, (como foi), em 2002 seria o Brasil (como foi), em 2006 a Italia, e em 2010 a Espanha e 2014 será a Argentina, todos esses paises estavam envolvidos na negociação.

Agora é só aguardar para ver o resultado.

Porque será que o Maradona esta com toda essa euforia???

As Marcas mais sociais em 2009

  • sábado maio 1,2010 11:35 PM
  • By Russo
  • In 10 +, Marca

A cada dia, as empresas estão mais preocupadas com sua imagem na internet e, sobretudo, nas redes sociais. Por isso, elas têm investido pesado para consolidar seus nomes e campanhas publicitárias entre o público variado que acessa as redes. A empresa americana Vitrue, especializada em redes sociais, acaba de divulgar uma lista com as 100 marcas mais sociais de 2009.

Segundo dados de outra consultoria, a eMarketer, das empresas listadas entre as 500 maiores pela revista Fortune, as marcas que não estão em redes sociais representam apenas 9% do total (elas eram 43% no ano anterior). Aqui no Brasil, vemos um número cada vez maior de empresas com perfis no Twitter (e campanhas específicas para o serviço), no orkut e no Facebook.

Essa preocupação com as redes sociais confirma a ideia de que a gestão das marcas está mudando. Querendo ou não, uma empresa pode receber comentários de qualquer pessoa contra ela. Se no passado o domínio sobre as marcas era grande, hoje elas estão mais, digamos, vulneráveis à opinião das pessoas. E isso é bom para nós, consumidores.
Voltando à lista das marcas mais sociais, o ranking é liderado pelo iPhone, da Apple, seguido pela Disney e pela CNN.

O iPhone manteve o topo da lista, que está na segunda edição. Alguns destaques: a Adidas subiu da 85ª. posição para a 14ª. Outras que também brilharam foram NBA, Nike, Nissan, Victoria’s Secret, HP, e KFC.

As marcas de consoles estão no topo: Wii em 7º., Xbox em 9º., Playstation em 13º. e Nintendo em 21º. É interessante observar a variedade de ramos das marcas. As mais representativas são da área de mídia. Esportes também são fortes, mas apenas com as ligas americanas. Abaixo, a lista completa.

1. iPhone
2. Disney
3. CNN
4. MTV
5. NBA
6. iTunes
7. Wii
8. Apple
9. Xbox
10. Nike

(mais…)

Kraft compra Cadbury

A presidente-executiva da Kraft Foods, Irene Rosenfeld, afirmou nesta terça-feira que a disputa de quatro meses pela Cadbury terminou em um acordo que se encaixa bem com as expectativas da empresa que comanda.

“No fim do dia, pagaremos o que consideramos ser o valor justo”, disse Rosenfeld sobre a fabricante britânica de doces. “Acredito que pagar 13 vezes o Ebtida por um ativo dessa qualidade é um preço muito bom.”

Cadbury aceita oferta de compra da Kraft por US$ 18,8 bilhões

Nesta terça-feira, a Kraft anunciou um acordo amistoso para pagar cerca de US$ 19,8 bilhões pela Cadbury, ou 8,50 libras por ação. A nova proposta é maior que a de 7,45 libras anunciada em setembro, mas ainda abaixo das 9 libras que alguns acionistas da Cadbury pediam publicamente.

Rosenfeld afirmou em entrevista que é capaz de encontrar formas adicionais de reduzir custos combinando as duas empresas depois de conversar com o presidente do conselho da Cadbury, Roger Carr, na segunda-feira. Essa redução de custos seria em sua maior parte com despesas administrativas e gerais.

Apesar do preço mais alto, Rosenfeld disse que o acordo ainda está dentro das metas da Kraft de gerar lucro pelo segundo ano após a conclusão da operação, além de manutenção de dividendos da Kraft e da nota de grau de investimento da empresa.

Rosenfeld disse esperar que o rating de crédito da empresa seja confirmado ainda nesta terça-feira.

Fonte: Reuters

UP na marca da empresa

O reconhecimento de uma empresa passa por diversos fatores como qualidade na prestação de um serviço/produto, bom atendimento, investimentos na marca visual, divulgação, entre outros. Aliar todos esses quesitos e, posteriormente, mantê-los com eficiência é o grande desafios das empresas, independentemente do porte. Além disso, o mercado cada vez mais competitivo em todos os segmentos, exige que as empresas busquem um diferencial para atrair os consumidores/clientes. 

De acordo com Maurício de Almeida, diretor de Planejamento da agência Plano1, para dar um “up” na marca do empreendimento é preciso planejamento nas estratégias de divulgação, com um eficiente esquema de marketing promocional. “Seja no início de uma nova campanha, quando se define o direcionamento e os objetivos, ou na fase de execução e acompanhamento de resultados, o planejamento é fundamental para garantir o sucesso de uma campanha de marketing promocional”.

De acordo com o especialista, a estrutura de divulgação para o reconhecimento de uma marca passa por quatro processos. “Para compreender todas as etapas de uma campanha promocional, o planejamento deve incluir, além da estratégia, as formas de comunicação, pontos de contato e a execução”, afirma Almeida. Confira detalhes das quatro fases para um planejamento completo de marketing promocional elaborado pela empresa Plano 1.


1) Planejamento Estratégico (ou Planejamento de Marketing):
Nesta fase é preciso entender o cliente e suas expectativas, bem como detalhar as características gerais do serviço ou produto a ser trabalhado. Conhecer os pontos fortes e fracos do produto, os diferenciais e o histórico de mercado ajuda no desenvolvimento de uma ação mais completa e que atinja a necessidade do cliente. Dados relacionados ao consumidor, à concorrência e à categoria do produto ou serviço também são imprescindíveis para que a equipe encontre o melhor insight para embasar o planejamento criativo.

2) Planejamento da Comunicação (ou Planejamento Criativo):
De posse do direcionamento inicial da ação, que pode estar relacionado ao consumidor, ao produto ou à categoria, chega a hora de criar o conceito criativo da comunicação. Este conceito define em poucas palavras os valores ou características que a marca pretende valorizar e registrar na mente do consumidor.

3) Planejamento dos Pontos de Contatos (ou Planejamento de Mídia):
A etapa seguinte, de acordo com a agência, é a definição da forma prática como a comunicação deverá tocar o público. “Nas agências de propaganda, isso se chama planejamento de mídia, porém, de alguns anos para cá, com a multiplicidade de meios, temos chamado essa etapa de planejamento de pontos de contato”, revela o diretor. Esta etapa do planejamento cuida da programação dos meios que chegarão ao consumidor. Em um evento, por exemplo os pontos de contato podem se iniciar no teaser, passando pelo convite, hot site, recepção, atrações, até a saída e comunicação pós-evento.

4) Planejamento da Execução (ou Planejamento da Produção):
A última fase do planejamento é focada na qualidade da produção, melhor aproveitamento da verba do cliente, e cumprimento de prazos. Esta etapa detalha a mecânica das ações, as praças de execução, o período da ação, a expectativa de pessoas impactadas, a equipe necessária, o volume de brindes e a programação (quando se trata de evento). O planejamento da execução vai definir esses itens e orçá-los, tendo que se adequar à verba definida pelo cliente.


Unir todos os processos de marketing com excelência vai trazer para as empresas o melhor resultado na expansão e reconhecimento da marca no mercado.

Fonte: Por Fábio Bandeira de Mello – www.administradores.com.br

A Justiça britânica confirmou nesta quinta-feira (21/05) que as batatas “Pringles” são realmente batatas, contrariando o que defendia a fabricante Procter & Gamble e pondo fim a longa batalha judicial na qual a empresa tentava se livrar do Imposto sobre o Valor Agregado (IVA) que taxa este tipo de produto.

A multinacional defendia que as populares “Pringles” não podem ser consideradas batatas, já que somente 42% de sua composição é realmente batata (o resto seria gordura e farinha). Por isso, as “Pringles” não deveriam estar na lista de aperitivos e a Procter & Gamble não precisaria pagar o IVA.

No Reino Unido, os alimentos não são tributados pelo IVA. Uma das exceções são as batatas fritas de saquinho, descrição que inclui as “Pringles”, segundo decisão do tribunal.

A Justiça julgou o caso em outras duas instâncias. Num primeiro momento, declarou que as “Pringles” eram batatas fritas de saquinho. Depois, decidiu o contrário, parecer que foi revertido nesta quinta-feira por um tribunal de apelação.

A lei britânica sobre o IVA é clara e determina que os aperitivos, entre eles “as batatas fritas de saquinho, as batatas palitos e produtos similares elaborados a partir de batata, farinha de batata ou amido de batata”, estão sujeitos a este encargo.

O representante legal da multinacional, Roderick Cordara, defendeu que, para entrar nesta categoria, as “Pringles” deveriam ser majoritariamente compostas por batata, o que não é o caso.

Mas os juízes rejeitaram o argumento de Cordara de que as “Pringles” não são batatas e concluíram que são suficientemente similares às batatas fritas de saquinho para serem incluídas na lista dos produtos taxados pelo IVA.

“Há um teor de batata mais que suficiente para que seja razoável considerar que (as ‘Pringles’) são feitas de batata”, disse o juiz Robin Jacob, em sua decisão judicial.

Um porta-voz da multinacional expressou sua “decepção” pela resolução e reiterou que a posição da empresa continua sendo a de que as “Pringles” deveriam receber “um tratamento fiscal igual ao dos outros aperitivos com os quais concorre no mercado”.

O juiz Jacob afirmou que os assessores legais do Serviço de Alfândegas e Impostos (HRMC, na sigla em inglês) asseguraram que a Procter & Gamble terá que pagar ” aproximadamente 100 milhões de libras (113 milhões de euros) de impostos atrasados e outros 20 milhões de libras (22,6 milhões de euros) anuais a partir de agora”.

No entanto, um porta-voz da multinacional alegou que fez um acordo com o HRMC para pagar o IVA enquanto o caso estivesse sendo revisado pelo Tribunal de Apelações e que, portanto, não está inadimplente.

Com Sanyo, Panasonic é gigante de eletrônico

A Panasonic informou que adquiriu controle majoritário da Sanyo, oficialmente formando uma das maiores fabricantes de eletrônicos do mundo.

A companhia explicou que converteu ações preferenciais para ter domínio de 50,27% das ações da Sanyo. A Panasonic comprou as ações por 4,6 bilhões de dólares no dia 9 de dezembro.

A aquisição dá à Panasonic acesso às tecnologias de bateria recarregável e painéis solares da Sanyo, porém a Panasonic deve encontrar uma forma de recuperar o desempenho da Sanyo, que teve prejuízo de 338 milhões de dólares no último semestre.

Segundo a Panasonic, a marca Sanyo será mantida e as ações da companhia continuarão listadas na bolsa de valores de Tóquio.

O acordo demorou vários meses para ser concluído porque regulares antitruste estavam analisando a oferta.

Emirado pede prazo para pagamento de dívida de US$ 59 bilhões.
Risco de calote espalha temor entre os mercados mundiais

O índice Nikkei da Bolsa de Tóquio fechou nesta sexta-feira (27) com queda de 3,2%, seguindo o temor dos mercados mundiais provocado pelo anúncio da moratória de Dubai.

Nesta quinta-feira, o Emirado de Dubai declarou que vai pedir adiamento do pagamento de parte da sua dívida, o que espalhou pelos mercados o medo de que a inadimplência afete bancos expostos à investimentos ligados ao emirado.

O governo de Dubai tentou tranquilizar os mercados afirmando que seu pedido de moratória do pagamento da dívida de US$ 59 bilhões da estatal Dubai World é necessário para “encarar o fardo da dívida”.

Diante do anúncio, vários mercados internacionais fecharam em baixa nesta quinta – entre eles o brasileiro – com medo de que a inadimplência afete bancos que estavam expostos àquela região.

Temor mundial

Os riscos de falência do Emirado de Dubai reavivam as inquietações sobre a saúde financeira de alguns países, em especial da Europa do Leste, esmagados pelo endividamento público e enfraquecidos pela recessão mundial.

A falência de um Estado não é algo frequente. A última aconteceu em 2001, quando a Argentina se declarou inacapaz de honrar os pagamentos de sua dívida externa, fomentando graves tumultos sociais e abrindo uma crise que se alastrou por vários anos.

Porém, com a recessão, o risco desse cenário volta a ameaçar. Obrigados a socorrer os contribuintes e os bancos, os estados contraíram empréstimos com os mercados para financiar seus déficits. De acordo com a agência Moody’s, a dívida pública mundial vai aumentar 45% entre 2007 e 2010.

Em consequência, os mercados podem deixar de comprar títulos de dívida pública e as obrigações emitidas por alguns Estados, ameaçando seu abastecimento de dinheiro.

“Os problemas surgem quando os mercados perdem confiança na capacidade de um país de pagar sua dívida”, resumiu o economista Juan Carlos Rodado, da Natixis.

Fonte: Yahoo

Em setembro de 2008 passou a vigorar a nova lei de estágio e, desde então, todas as empresas devem aplicá-la na admissão de novos estagiários. O Dr. Fernando Cordeiro da Luz, coordenador da área de Contencioso da Franco Montoro e Peixoto Advogados Associados, diz que a nova lei regulamenta detalhadamente o tema e traz uma previsão bem definida dos direitos e obrigações das três partes envolvidas (estagiário, empresa e instituição de ensino), além da definição de prazo para o estágio, quantidade de estagiários por empresa e previsão de penalidade para o caso de descumprimento de cláusulas contratuais.

Márcia Teodoro, assessora jurídica da Universidade Cidade de São Paulo e especialista em gestão educacional e direito empresarial, chama a atenção para o que considera uma das principais mudanças estabelecidas por essa nova lei: o direito a férias remuneradas. “Os estagiários não tinham esse direito, mas agora os empregadores terão que garantir que elas aconteçam preferencialmente quando o aluno estiver em recesso escolar. Estagiários que não completarem um ano na vaga passam a ter direito a férias proporcionais (e a remuneração idem)”, explica.

Contudo, é preciso ressaltar que mesmo com a conquista desses benefícios, a atividade de estagiário não constitui vínculo empregatício, o que já era tratado pela legislação anterior. “O que acontece é que a nova lei criou uma possibilidade do vínculo ser exigido para todos os fins da legislação trabalhista e previdenciária caso haja descumprimento pela empresa das novas regras”, alerta Márcia.

Porém, todas essas alterações colocaram em debate outra questão: as novas mudanças farão com que as empresas reduzam suas vagas de estágio?

Especialistas garantem que não: “a regulamentação só traz segurança jurídica; isso fará com que um número maior de empresas abra vagas de estágio, permitindo ao estudante ingressar mais cedo no mercado de trabalho”, diz Dr. Fernando. “Muitos de nossos colaboradores efetivos iniciaram na empresa como estagiários, isso faz com que o programa de estágios ganhe credibilidade, pois incentivamos a formação e a preparação do estudante para adquirir experiência até se tornar um profissional qualificado para assumir novos espaços na empresa”, declara Aline Antonel de Castro, coordenadora de Gestão de Pessoas da Cosmotec, empresa que utiliza serviços da Catho Online para divulgar suas vagas de estágio.

E se ainda existem dúvidas sobre redução de vagas de estágios por conta da nova lei, Aline atesta: “Apostamos em novos profissionais, procuramos o famoso brilho nos olhos na hora da contratação, qualidade geralmente encontrada no perfil de estagiário. Atualmente contamos com 6 estagiários, o que representa 6,20% do nosso quadro de colaboradores. Com a empresa em expansão, estamos estudando a abertura de novas vagas”.

De acordo com Aline, existem algumas características que devem ser levadas em conta para aumentar as chances de contratação ao concorrer a uma vaga. Essas características remetem ao perfil de profissional requerido pelas empresas no mercado de trabalho atual. “O novo profissional deve estar atento a mudanças e preparado para encará-las. Hoje em dia, não basta ser técnico nem rechear o currículo com diplomas e cursos. A parte comportamental conta muito, e acredito que qualidades como a autoestima, boa comunicação, equilíbrio, maturidade, entusiasmo e muito bom humor para enfrentar as pressões diárias formam o diferencial do bom profissional”, explica Aline, que comenta ainda que questões como atitude e busca por seu diferencial influenciam muito na hora de contratar um estagiário.

Mais que isso, a vontade de conseguir a vaga conta muito. “Interesse. Normalmente, as empresas não exigem que o estudante que se candidata ao estágio tenha experiência, pois elas até mesmo preferem formar o profissional, preparando-o para uma possível efetivação no futuro. É necessário que o candidato mostre-se proativo e tenha condições de se integrar bem ao trabalho em equipe. Boa formação escolar, conhecimentos de informática e língua estrangeira podem ser um diferencial no momento da seleção”, instrui Dr. Fernando.

Apesar de ser um grande desafio conciliar estágio e estudo, um conselho dos especialistas a todos os estudantes é para que saibam administrar seu tempo. Apesar do estágio ser trabalho e fonte de renda, seu foco continua sendo complementar a formação acadêmica. “Vontade e determinação para conseguir conciliar estudo e trabalho é muito importante, mas também é uma questão de costume. O importante é não submeter o corpo e mente ao estresse excessivo. Tentar relaxar aos finais de semana é uma boa dica”, finaliza Aline.

Fonte: Angelica Kernchen – Empregos Catho Online

Uma medida de inteligência é a rapidez. Mas, com que rapidez as organizações conseguem agir? Esta foi uma das perguntas que Thomas Malone, professor de Management da Sloan School of Management, do MIT, e diretor-fundador do Centro de Inteligência Coletiva do MIT, fez durante o Special Management Program, organizado pela HSM, e do qual tive a oportunidade de participar. O professor passou dois dias discorrendo sobre organizações inteligentes e o desafio da gestão que cria resultados extraordinários através das pessoas.

Ele começou falando sobre a recente evolução das organizações comerciais que segue o padrão de evolução da organização das sociedades. As novas tecnologias, como a imprensa, reduziram os custos de comunicação o suficiente para que as pessoas pudessem ter duas coisas que queriam sem ter de escolher entre elas. 

Elas puderam manter os benefícios econômicos e militares das grandes organizações enquanto também recobravam parte da liberdade e da flexibilidade às quais tinham renunciado há muito tempo. E foi neste ponto que o professor chegou com a sua explicação. “O mesmo padrão de mudança organizacional que aconteceu na sociedade, também está se desenvolvendo, só que com mais velocidade, nos negócios”.

Na medida em que grandes hierarquias corporativas centralizadas substituíram os pequenos negócios organizados de maneira mais informal nos últimos duzentos anos. Mas, afirma Malone, o último estágio, de hierarquias corporativas a redes de negócios mais descentralizadas, está apenas começando. 

Novos modelos mentais


Para termos sucesso no mundo em que estamos entrando, precisaremos de um novo conjunto de modelos mentais. Embora esses novos modelos não devam excluir a possibilidade de comandar e controlar, eles precisam abranger uma gama bem mais ampla de possibilidades, tanto centralizadas quanto descentralizadas. “Precisamos mudar a nossa forma de pensar, deixando de comandar e controlar para coordenar e cultivar”, ressaltou Malone. 

Quando você coordena, organiza o trabalho de modo que coisas boas aconteçam, esteja você no controle ou não, já que a coordenação enfoca as atividades que precisam ser realizadas e as relações entre elas.

O cultivo pode ajudar o gerente a adaptar a abordagem gerencial à situação que tem em mãos. Às vezes você precisa dar comandos diretos às pessoas, outras vezes, só precisa ajudá-las a desenvolver suas próprias forças naturais. Cultivar é encontrar o equilíbrio certo entre controlar e ceder. Ele explicou que para ser um gerente eficaz no mundo em que estamos entrando, você não pode se prender a uma mentalidade centralizada. Precisa ser capaz de se mover com flexibilidade no continuum da descentralização, porque a maioria de nós já entende a centralização.

Delegando Poderes


Fazer escolhas sensatas, e não apenas economicamente eficientes, significa fazer escolhas consistentes com nossos valores mais profundos. E este é outro significado de colocar as pessoas no centro dos negócios – colocar os valores humanos no centro de nosso pensamento sobre negócios.

Malone deixou claro que uma das primeiras escolhas possíveis para colocar pessoas no centro de uma organização é delegar muito mais responsabilidade dentro de uma estrutura basicamente hierárquica. “A maneira mais comum de fazer isso é delegar a maior parte das decisões aos níveis inferiores da empresa, deixando aos níveis superiores apenas o direito de avaliar os resultados e recompensar as pessoas de maneira adequada”.

Ele afirma que formar uma hierarquia flexível não é fácil. “Talvez o mais importante seja que as pessoas que atualmente têm o poder, estejam dispostas a abrir mão dele”.

Valores humanos


Se mais pessoas tiverem liberdade nos negócios, naturalmente buscarão as coisas que valorizam. E pessoas diferentes valorizam coisas diferentes. Precisaremos ampliar o nosso modo de pensar sobre os negócios. Precisaremos ir além do nosso objetivo limitado de maximizar os interesses econômicos de investidores para acrescentar coisas que interessam aos investidores como pessoas. E também precisaremos pensar nos diversos valores de trabalhadores, clientes, fornecedores e outros.

A recente evolução das organizações comerciais segue o padrão de evolução da organização das sociedades. Os seres humanos mudaram a maneira de se organizar porque a queda dos custos das comunicações tornou as mudanças possíveis, e os valores das pessoas tornaram as mudanças desejáveis. 

Centralizar ou descentralizar?


Se você é como a maioria dos gerentes, enfrenta este tipo de decisão o tempo todo. Como pode saber se a descentralização faz sentido para a sua situação? E se decidir descentralizar, como saber que tipo de descentralização funcionará melhor?

O professor comparou de maneira genérica as estruturas das hierarquias centralizadas e dos três tipos básicos de descentralização, levando em consideração os pontos fortes e fracos de cada um. Por exemplo, quando você precisa economizar em custos de comunicação, ou quando é importante resolver conflitos de interesse difíceis, as hierarquias centralizadas podem ser melhores. Quando precisa maximizar a motivação e a criatividades do funcionário ou ter acesso a muitas pessoas ao mesmo tempo, os mercados são especialmente atraentes. 

Quando aspectos de todas as quatro dimensões (custo de customização, individualização e capacidade de usar muitas pessoas ao mesmo tempo, capacidade de resolver conflitos e autonomia, motivação e criatividade) são importantes, as duas estruturas intermediárias, que são hierarquias flexíveis e democracias, podem funcionar bem.

Malone adverte que em muitos casos a melhor solução é criar um sistema customizado que combine elementos de mais de uma estrutura básica. “Você pode, por exemplo, usar estruturas diferentes para diferentes tipos de decisão”. É o que acontece muito em mercados internos: as decisões operacionais básicas são tomadas através de um mercado descentralizado, mas os gerentes hierárquicos escolhem os participantes, estabelecem as regras básicas e intervêm quando o mercado não faria o que é melhor para a organização como um todo.

Atribuir decisões diferentes a estruturas diferentes não é fácil, afirma Malone. Requer um entendimento detalhado de sua situação específica e de suas metas. Para cada tipo principal de decisão que sua empresa toma, você pode fazer três perguntas:

1 – Os benefícios potenciais de descentralizar são importantes?
2 – É possível compensar os custos potenciais da descentralização?
3 – Os benefícios de descentralizar compensam os custos?

Embora a centralização nunca desapareça completamente, é provável que vejamos uma descentralização cada vez maior nas próximas décadas, afirma Malone. Juntamente com a mudança, surgirá uma nova forma de pensar na essência da administração em si. 

A tradicional administração de comando e controle não desaparecerá, mas um modelo novo e muito diferente se tornará cada vez mais importante, podendo ser um grande benefício para o negócio o desenvolvimento da capacidade de tomar decisões em mais pessoas. “Você ficaria surpreso com o que algumas pessoas podem fazer quando têm as oportunidades certas para desenvolver as suas habilidades”.

Controle equilibrado e liderança distribuída


Em vez de simplesmente dizer às pessoas o que devem fazer, os gerentes cultivarão cada vez mais suas organizações e as pessoas dentro delas. Malone explica que para cultivar algo com sucesso, é necessário entender e respeitar suas tendências naturais, ao mesmo tempo em que tenta lhe dar “um formato” que você valorize. Em vez de tentar impor a sua vontade ao sistema, você tenta chegar a um equilíbrio entre quanto controle deve exercer e o quanto deve abrir mão dele. “Não há visão e liderança que levem a sua organização a fazer algo que ela não seja capaz de fazer.

Malone afirma que “Às vezes a melhor forma de conquistar o poder é abrir mão dele algumas vezes”. E explica: se você tenta microgerenciar demais as pessoas, elas resistirão ou, no caso de se renderem, não terão a motivação para ajudá-lo a atingir seus objetivos. Por outro lado, se você dá poder às pessoas para tomarem suas próprias decisões, elas tenderão a apoiá-lo e serão mais propensas a doar energia, criatividade e dedicação à sua causa. Em síntese: elas terão mais sucesso, e você também.

Essa liderança distribuída é algo que pode se exercer de qualquer de qualquer parte de uma organização: de cima, da base, ou de qualquer lugar. Além de mudar suas atitudes quanto ao poder, algumas habilidades específicas podem ajudá-lo a cultivar as organizações com eficiência. Mas, o que isso significa para a sua vida?

Você provavelmente terá mais liberdade para perseguir o que considera mais importante para a sua vida. Mas também significa que você tem mais escolhas pela frente do que imagina. Para fazer escolhas sábias, você precisa refletir sobre o que realmente lhe é importante.

Cada vez mais, as empresas provavelmente competirão de acordo com a sua capacidade de dar sentido à vida.

Então esse talvez seja o grande significado do sentido da frase “colocar as pessoas no centro dos negócios”. Não significa apenas colocar mais pessoas no centro da tomada de decisão, mas principalmente significa colocar os valores humanos no centro de nosso pensamento empresarial.

Fonte: Administradores.com.br

O frigorífico Marfrig, de São Paulo, anunciou acordo para a compra da Seara Alimentos, de SC, que pertence à multinacional americana Cargill. O valor da transação é de US$ 900 milhões, dos quais US$ 706,2 milhões em moeda e US$ 193,8 milhões em dívidas que serão assumidas pela nova controladora.

A aquisição coloca a Marfrig como uma das principais empresas de carnes do país já que a Seara é a segunda maior produtora de aves do Brasil, atrás, apenas da Brasil Foods.

O financiamento para a compra poderá envolver aumetno de capital da Marfrig, por meio da oferta primária de ações.

Fonte: ZeroHora

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