O Coruja das coisas…
O mundo ao alcance de seus olhos…

O que fazer no processo de pesquisa do TCC

  • Seja cauteloso para não se perder diante de tantas informações
  • Defina claramente o tema do trabalho
  • Embase a pesquisa a partir do tema e da modalidade do trabalho
  • Fuja de fontes óbvias e duvidosas
  • Enriqueça o processo com pesquisas de campo
  • Participe de congressos e encontros científicos
  • Tome nota dos principais pontos de cada uma das referências bibliográficas
  • Não reproduza trechos de obras consultadas
  • Procure monografias de excelência para referência
  • Cuidado com erros gramaticais e de ortografia
  • Opte por revisão externa sempre que possível
  • Respeite a formatação dos trabalhos científicos
  • Siga as normas da ABNT (Associação Brasileira de Normas Técnicas)
  • Não se esqueça da introdução, justificativa, objetivos e conclusões

Entre as definições iniciais do TCC (trabalho de conclusão de curso) e sua apresentação à banca avaliadora existe o processo de pesquisa. Essa etapa, em que o trabalho começa a tomar forma, existe para qualquer modalidade, seja monografia, documentário ou um produto. Além de definir métodos de pesquisa, o aluno precisa de critérios para escolher as fontes de referência e organizar as informações.

“A pesquisa deve permear todas as etapas do trabalho de conclusão de curso, qualquer que seja a modalidade escolhida, para sustentar o que o estudante produz”, enfatiza o professor do Centro de Comunicação e Letras da Universidade Presbiteriana Mackenzie, André Santoro. Na opinião dele, o TCC incentiva o aluno a buscar o conhecimento, formular conceitos e, principalmente, a raciocinar. “De nada adianta fazer apenas o projeto. É preciso pensar sobre o que se produz, seja uma monografia ou um produto”, explica ele.

O desconhecimento do processo de pesquisa, de acordo com a professora da Faculdade de Administração, Ciências Contábeis e Turismo da UFF (Universidade Federal Fluminense), Verônica Mayer, inicialmente assusta os alunos. “Por ser uma iniciação científica, ou seja, o primeiro contato do aluno com o mundo das idéias, é natural gerar insegurança”, afirma ela. Mas Verônica diz que a investigação demanda muita dedicação. “Precisa ter empenho, força de vontade, organização, além de encarar o processo como oportunidade de aprendizado e interação com o mundo acadêmico e profissional”, declara ela.

Existem algumas dicas que Verônica acredita contribuírem para o sucesso do TCC. O começo, ressalta ela, é sempre o mais difícil. “A fase inicial exige mais cuidados para o aluno não se perder diante de todo o conteúdo científico disponível para consulta”, alerta ela. A professora aconselha que os estudantes definam claramente o tema. “Assim, o processo de investigação flui com mais naturalidade”, enfatiza.

A pesquisa, no entanto, de acordo com Santoro, não pode se restringir apenar ao tema do TCC, mas envolver a modalidade escolhida. “Se vai fazer um livro, o estudo dos formatos existentes é fundamental. Agora, se a opção for monografia, analisar estruturalmente alguns trabalhos científicos, como teses e dissertações, será muito útil para o desenvolvimento do projeto”, explica ele.

Com relação às fontes de pesquisas, o ideal é apostar na variedade para não limitar o conhecimento. É o que afirma Fábio Cruz, professor da graduação de Jornalismo e do mestrado de Política Social da UCPel (Universidade Católica de Pelotas). “A facilidade da internet acabou limitando os alunos, o que não é bom. A rede deve ser utilizada para busca de referenciais bibliográficas, artigos científicos ou informações oficiais. É preciso fugir de fontes óbvias ou duvidosas, como Wikipédia”, adverte Cruz.

Verônica também acredita no poder da multiplicidade de fontes e aponta algumas ferramentas acadêmicas como opções para consulta. “Há o Portal de Periódicos da Capes (Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior), a Biblioteca Virtual SciELO (Scientific Electronic Library Online), de acesso livre”, exemplifica ela. Os orientadores, segundo Verônica, também podem contribuir com a indicação de livros ou até com direcionamentos. “É importante ressaltar, no entanto, que não é papel do orientador dar de presente todo o referencial teórico. O aluno precisa desenvolver essa habilidade de investigação”, diz a professora.

As pesquisas de campo, para Cruz, também enriquecem o processo de pesquisa. “Desde que o aluno saiba identificar se as informações são verdadeiras e se não está sendo conduzido erroneamente a determinados caminhos, a metodologia é funcional”, afirma ele. De acordo com Cruz, com bom senso e atenção, é possível extrair conhecimentos até mesmo em conversas informais de corredores.

Para complementar, Verônica indica a participação em congressos e encontros científicos. “Ainda que a atividade não seja obrigatória como nas pós-graduações, ela traz opiniões de outros colegas, professores e até profissionais”, diz ela. A professora acrescenta que nesses eventos é possível colher muito conteúdo que agregua valor ao TCC.

Santoro destaca ainda a importância da organização em todo esse processo. Segundo ele, qualquer processo de pesquisa exige organização para que o aluno não se perca em meio às informações. “Nessa fase, você tem contato com muitos livros, textos e artigos. Sem organização, conteúdos importantes podem se perder”, explica ele. Santoro recomenda que os estudantes tomem nota dos principais pontos de cada referência bibliográfica. “Isso auxilia na construção do trabalho escrito”, resume ele.

Passando para o papel

Com as informações em mãos, Verônica explica que é hora de processá-las, o que não significa, no entanto, reproduzir trechos das obras consultadas. “O aluno precisa respeitar a idéia de outros autores. Tenha elegância de fazer citações, quando necessário”, declara ela. Para Cruz, o plágio, além de ilegal, pode representar a reprovação ou a cassação do diploma. “Sem contar que a imagem do estudante pode ser comprometida”, alerta ele.

Na opinião do professor da UCPel, os autores devem ser utilizados como apoio e não como muletas. “É importante ter humildade científica e aproveitar as leituras para incrementar o projeto. Mas, quando o recurso é usado em demasia, o trabalho pode ser desvalorizado. O aluno precisa se desprender dos autores e deixar sua marca”, indica Cruz, que confessa não ser essa tarefa fácil para iniciantes. “Não se pode ter medo escrever, até porque, na medida em que o conteúdo é produzido, o orientador faz os direcionamentos necessários para o aperfeiçoamento”, explica ele.

Para facilitar o processo de transmissão do conhecimento para a linguagem escrita, Cruz orienta que os estudantes leiam outras monografias, dissertações e teses. Ele aconselha a busca em bibliotecas de trabalhos considerados de excelência para utilizá-los como referência. Segundo Verônica, não é preciso se preocupar em escrever ‘difícil’. “O mais importante é que os textos tenham clareza”, destaca ela.

Solicitar que outras pessoas revisem o TCC pode evitar que erros gramaticais ou ortográficos, além de trechos confusos, comprometam a avaliação geral do trabalho. A afirmação é de Verônica, que acredita que a dedicação ininterrupta pode deixar o aluno cego para os problemas. “Procure trabalhar com folgas nos prazos estabelecidos para que se dedicar exclusivamente à revisão”, sugere a professora.

Esqueleto da pesquisa

Todo o processo deve ser criterioso. Segundo Verônica, para que o conhecimento consiga ser transferido, é preciso respeitar a formatação. De acordo com a professora da UFF, há instituições que oferecem suas próprias regras no manual do TCC. “Caso contrário, é recomendado o uso das normas da ABNT (Associação Brasileira de Normas Técnicas)”, diz ela.

Todo e qualquer trabalho científico, de acordo com Cruz, deve estar sustentado por um tripé: objeto, teoria e método. “A descrição da temática, do viés teórico e do conjunto de técnicas utilizado para a construção do projeto são essenciais”, orienta ele. Na opinião de Cruz, a ausência de um desses elementos pode comprometer o caráter científico da produção, bem como a avaliação final do TCC.

A presidente da comissão do ciclo básico da Poli/USP (Escola Politécnica da Universidade de São Paulo), Patrícia Helena Lara dos Santos Matai, acrescenta a importância da introdução, justificativa e objetivos. “Esses tópicos irão contextualizar o leitor a respeito do projeto”, diz ela. Patrícia explica que a introdução serve para apresentar o tema, os problemas e ainda as hipóteses de motivação da pesquisa científica. Já os objetivos devem apresentar onde se pretende chegar com o trabalho, enquanto a justificativa expõe motivos para convencer futuros investidores a apostar no projeto. “Não se pode esquecer também das conclusões obtidas com a realização da investigação”, acrescenta Patrícia.

Fonte: Universia


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Apesar das normas da ABNT (Associação Brasileira de Normas Técnicas), alguma universidades preferem criarm normas adicionais ou adequar parte das existentes por necessidade própria.

Abaixo segue uma lista de normas de algumas universidades:

FAAP (Alváres Penteado/SP)

UFC (Federal do Ceará)

UFPE (Federal de Pernambuco/PE)

UFPR (Federal do Paraná/PR)

UFSCAR (Federal de São Carlos/SP)

UFV (Federal de Viçosa/MG)

UNIBAN (Bandeirantes/SP)

UNICAMP (Campinas/SP)

UNINOVE (Nove de Julho/SP)

UNIP (Paulista/SP)

UNISA (Santo Amaro/SP)

UPM (Mackenzie/SP)

USP (São Paulo/SP)


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NBR 6023:2000 Informação e documentação- Referências – Elaboração

AUTOR(es)//Título:/subtítulo (se houver).//Indicação de responsabilidade se houver).//Edição.//Local:/Editora,/Ano.//Dados complementares (características físicas, Coleção, notas e ISBN)


    1 autor:
MOTTA, Fernando C. P. Teoria geral da administração: uma introdução. 22.ed. São Paulo: Pioneira, 2000.

    2 autores:
LAUDON, Kenneth C.; LAUDON, Jane P. Management information systems: new approaches to organization & technology. 5 th ed. New Jersey: Prentice Hall, 1998. 

    3 autores:
BIDERMAN, C.; COZAC, L. F. L.; REGO, J. M. Conversas com economistas brasileiros. 2.ed. São Paulo: Ed. 34, 1997.

    Mais de 03 autores (nestes casos, acrescenta-se a expressão et al, após o primeiro autor):
SLACK, N. et al. Administração da produção. São Paulo: Atlas, 1997.



    Teses e Dissertações
   

 

MIYAMOTO, S. O Pensamento geopolítico brasileiro: 1920-1980. 1981. 287f. Dissertação (Mestrado em Ciência Política) – Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas, Universidade de São Paulo, São Paulo

   

    Manual 

 

BRASÍLIA. Ministério da Fazenda. Secretaria do Tesouro Nacional. Sistema integrado de administração financeira do governo federal. Brasília, 1996. 162 p. (Manual SIAF, 5).

   

    Parte de monografia

 

AUTOR(es).//Título:/subtítulo da parte(se houver).//In:/Referência completa da monografia no todo.//informar ao final a paginação correspondente à parte.

   

    Capítulo de livro

 

ROVIGHI, S. V. Ontologia existencial e filosofia da existência. In: ________. História da filosofia contemporânea: do século XIX à neoescolástica. Tradução por Ana Pareschi Capovilla. São Paulo : Loyola, 1999. Cap. 15, p. 397-412.

   

    Informações retiradas da Internet

 

AUTOR(es).//Título:/subtítulo da parte ou do todo .//Edição.//Local:/Editora, /Data.//Descrição física do meio ou suporte.

   

    No caso de documentos online, apresentar a URL entre os sinais<> precedido das expressão “Disponível em:” finalizando com a data de acesso como mostra o exemplo abaixo.

 

CORUJA da administração. São Paulo, 2008. Disponível em:
<http://www.ocoruja.com/index.php/tag/tcc> . Acesso em: 16 ago. 2009

   

    Publicação periódica

 

TÍTULO.//Local de publicação:/Editora,/Data de ínicio da coleção e encerramento (quando houver).//Periodicidade.//ISSN.


REVISTA BRASILEIRA DE ECONOMIA. Rio de Janeiro: Fundação Getúlio Vargas, 1947- . Trimestral. ISSN 0034-7140

   

    Parte de publicação periódica 

 

AUTOR(es).//Título do artigo:/subtítulo quando houver.//Título da publicação.//volume, número,/página inicial e final do artigo.//Data de publicação.


REZENDE, C. S.; REZENDE, W. W. Intoxicações exógenas. Revista Brasileira de Medicina . v. 59, n. 1/2, p. 17-25. jan./fev. 2002.

 

Norma NBR 6023:2000 Informação e documentação- Referências – Elaboração

Veja também:

 


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NBR 10520:2001 Informação e documentação – Apresentação de citações em documentos
       -  Regras gerais    

Regras Gerais    

1- Quando o(s) autor(es) citado(s) estiver no corpo do texto a grafia deve ser em minúsculo, e quando estiver entre parênteses deve ser em maiúsculo.

2- Devem ser especificadas, o ano de publicação, volume, tomo ou seção, se houver e a(s) página(s).

3- A citação de até 03 linhas acompanha o corpo do texto e se destaca com dupla aspas. Exemplos:
Barbour (1971, v.21, p. 35) descreve “o estudo da morfologia dos terrenos”
“Não se mova, faça de conta que está morta” (CLARAC; BONNIN, 1985, p. 72)

4- Para as citações com mais 03 linhas, deve-se fazer um recuo de 4,0 cm na margem esquerda, diminuindo a fonte e sem as aspas. Exemplo:
                        Devemos ser claros quanto ao fato de que toda conduta eticamente apropriada pode ser guiada por uma de                         duas máximas fundamentalmente e irreconciliavelmente diferentes: a conduta pode ser orientada para uma                         “ética das últimas finalidades”, ou para uma “ética da responsabilidade”. Isso não é dizer que uma ética das                         últimas finalidades seja idêntica à irresponsabilidade, ou que a ética de responsabilidade seja idêntica ao                         oportunismo sem princípios (WEBER, 1982, p.144).

5- Para citações do mesmo autor com publicações em datas diferentes, e na mesma seqüência, deve-se separar as datas por vírgula. Exemplo:
(CRUZ, 1998, 1999, 2000)

6- Nas citações que aparecerem na seqüência do texto podem ser referenciadas de maneira abreviada, em notas: 

  • apud – citado por, conforme, segundo;
  • idem ou id – mesmo autor;
  • ibidem ou ibid – na mesma obra;
  • opus citatum, opere citato ou op. cit. – obra citada;
  • passim – aqui e ali (quando foram retirados de intervalos);
  • loco citato ou loc. Cit. – no lugar citado;
  • cf. – confira, confronte;
  • sequentia ou et seq. – seguinte ou que se segue.

Somente a expressão apud pode ser usada no decorrer do texto.

7- Para a monografia, o autor deverá escolher qual o tipo de chamada usará:

  • Autor-data: quando a chamada para a citação é feita pelo sobrenome do autor e a data de publicação, ou
  • Numérico: quando a chamada é feita pelo número correspondente na lista de referências bibliográficas, previamente alfabetada.

Existem 04 definições para citação:
Citação: menção, no texto, de uma informação extraída de outra fonte;
Citação direta: transcrição textual do autor consultado;
Citação indireta: transcrição livre do autor consultado;
Citação de citação: transcrição direta ou indireta em que a consulta não tenha sido no trabalho original.

 

Norma NBR 10520:2001 Informação e documentação – Apresentação de citações em documentos

Veja Também:

 


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NBR 14724:2001 Informação e documentação – Trabalhos acadêmicos – Apresentação
       -  Informações pré-textuais
       -  Informações textuais
       -  Informações pós-textuais
       -  Formas de apresentação
  • Dissertação: muito conhecido como “tese de mestrado”, o que não existe.
  • Tese: termo utilizado somente para trabalhos que visam o título de “doutor”.
  • Trabalho acadêmico: trabalho de graduação ou conclusão de curso, são os trabalhos denominados TCC, TG, TGI e outros.
  • A estrutura do trabalho é composta por 03 partes: Pré-textuais; Textuais e Pós-textuais.
  • Para cada etapa existem informações obrigatórias e opcionais.

Pré-textuais

Capa (obrigatório): nome do autor; título; subtítulo (se houver); número de volumes (quando houver mais de um); local da instituição onde será apresentado; ano de entrega. Folha de rosto (obrigatório): Anverso: a) nome do autor; b) título (deve ser claro, preciso e identificar o conteúdo do trabalho); c) subtítulo (se houver, deve evidenciar sua subordinação, através do sinal de dois pontos; d) número de volumes (se houver mais de um, deve constar em cada respectiva folha de rosto; e) natureza (dissetação, tese e outros) e objetivo (aprovação em disciplina, grau pretendido e outros), nome da instituição a que é submetido, área de concentração; f) nome do orientador e, se houver, do co-orientador; g) local da instituição e h) ano da entrega. Verso: Deve conter apenas a ficha catalográfica.                

Errata (opcional): deve ser logo em seguida da folha de rosto, se houver erro e, encartada ou avulsa acrescida ao trabalho depois de impresso. Ex.:

ERRATA

Folha
Linha Onde se lê Leia-se
32 3 publiação publicação


Folha de aprovação (obrigatório): contém autor, título e subtítulo se houver, local e data de aprovação, nome, assinatura e instituição dos membros componentes da banca examinadora.

Dedicatória (opcional): o autor presta homenagem ou dedica seu trabalho.

Agradecimentos (opcional): àqueles que contribuíram de maneira relevante, ou mesmo instituições de fomento (Fapesp, Capes, CNPq etc.)

Epígrafe (opcional): o Elemento opcional, traz a citação de um pensamento, que de certa forma serviu de base ao trabalho, seguida de seu autor.

Resumo na língua vernácula (obrigatório): deve ser um texto claro e conciso, não apenas tópicos. Precisa ser objetivo para não passar de 500 palavras no máximo. E, logo em seguida, apresentar as palavras mais representativas do conteúdo do texto, ou seja as palavras-chave.

Resumo em língua estrangeira (obrigatório): idêntico ao ítem anterior, apenas em língua estrangeira.

Sumário (obrigatório): consiste na enumeração das principais divisões, seções e outras partes do trabalho, na mesma seqüência em que aparecem. Não tem o mesmo objetivo do índice.

Lista de ilustrações (opcional): deve apresentar na mesma ordem em que aparece no texto. Recomenda-se uma lista para cada tipo de ilustração. Ex.: (quadros, gráficos, plantas etc.)

Lista de abreviaturas e siglas (opcional): relação em ordem alfabética, seguida das palavras ou expressões correspondes grafadas por extenso. Recomenda-se uma lista para cada tipo.

Lista de símbolos (opcional): deve apresentar na mesma ordem em que aparece no texto, com seu devido significado.

Textuais

Introdução: deve constar a delimitação do assunto tratado, objetivos da pesquisa e demais elementos necessários para situar o tema.Desenvolvimento: parte principal, contém a exposição ordenada e pormenorizada do assuntos, divide-se em seções e subseções. Varia em função da abordagem do tema e método.                

Conclusão: parte final, apresentam conclusões correspondentes aos objetivos ou hipóteses.

Pós-textuais

Referências (obrigatório): conjunto padronizado de informações retiradas do material informacional consultado.Apêndice (opcional): texto utilizado quando o autor pretende complementar sua argumentação. São identificados por letras maiúsculas e travessão, seguido do título. Ex.:                

APÊNDICE A – Avaliação de células totais aos quatro dias de evolução

Anexo (opcional): texto ou documento não elaborado pelo autor para comprovar ou ilustrar. São identificados por letras maiúsculas e travessão, seguido do título. Ex.:
ANEXO A – Representação gráfica de contagem de células

Glossário (opcional): lista alfabética de expressões técnicas de uso restrito, utilizadas no texto e suas respectivas definições.

Formas de Apresentação

Formato: papel em branco, formato A4 (21,0 cm X 29,7 cm), digitados no anverso da folha. Recomenda-se a fonte tamanho 12 para o texto e tamanho 10 para as citações longas e notas de rodapé.Margem: esquerda e superior de 3,0 cm e direita e inferior de 2,0 cm.Espacejamento: todo o texto deve ser digitado com 1,5 de entrelinhas. As citações longas, as notas, as referências e os resumos devem ser digitados em espaço simples. Os títulos das seções devem ser separados do texto que os sucede por uma entrelinha dupla ou dois espaços simples.                

Notas de rodapé: digitadas dentro da margem, ficam separadas com espaço simples de entrelinhas e um filete de 3,0 cm a partir da margem esquerda.

Indicativo de seção: o indicativo numérico precede seu título, alinhado à esquerda, somente com o espaço de um caractere. Para os títulos sem indicação numérica, ficam centralizados.

Paginação: a numeração é colocada a partir da primeira folha da parte textual, em algarismos arábicos, no canto superior da folham a 2,0 cm da borda superior, ficando o último algarismo da borda direita da folha. Se o trabalho tiver mais de um volume a seqüência deve ser mantida no volume seguinte, a partir do texto principal.

Numeração progressiva: é utilizada para destacar o conteúdo do trabalho. Pode-se usar demais recursos existentes, como caixa alta, negrito etc.

Citação: menção de uma informação extraída de outra fonte. Abreviaturas e siglas: quando aparecem pela primeira vez, deve-se colocar por extenso e a sigla entre parênteses.

Equações e fórmulas: aparecem destacadas no texto, de forma a facilitar sua leitura. Na seqüência normal do texto, é permitido o uso de uma entrelinha maior que comporte por exemplo, expoentes, índices etc. Quando destacadas devem ser centralizadas. Quando fragmentadas, por falta de espaço, devem ser interrompidas antes do sinal de igualdade ou depois dos sinais de adição, subtração, multiplicação e divisão.

Ilustrações: Figuras: elementos autônomos que explicam ou complementam o texto. Qualquer que seja seu tipo (gráfico, planta, fotografia etc.) deve ter sua identificação como “Figura” seguida de seu número de seqüência de ocorrência no texto em algarismos arábicos. A legenda deve ser breve e clara. Tabelas: de caráter demonstrativo, apresentam informações tratadas estatisticamente. O título aparece na parte superior, precedido da palavra “Tabela” seguida de seu número de seqüência de ocorrência no texto em algarismos arábicos. Para tabelas reproduzidas, é necessário a autorização do autor, mas não é preciso esta menção. Se não couber em uma única folha, deve ser continuada na folha seguinte e, nesse caso, não é delimitada por traço horizontal na parte inferior, sendo o título e o cabeçalho repetidos na nova folha. As separações horizontais e verticais para divisão dos títulos das colunas e para fechá-las na parte inferior, evitando separação entre linhas e colunas. Para os dois casos, sua inserção deve estar próxima ao texto respectivo.

 

Norma NBR 14724:2001 Informação e documentação – Trabalhos acadêmicos – Apresentação

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Glossário

O Glossário é opcional, mas seu uso é indicado para a relação de palavras de uso específico, como terminologias estritas de determinadas áreas. As palavras devem ser listadas em ordem alfabética acompanhadas das respectivas definições.

Apêndices

Apêndices são documentos complementares ao trabalho acadêmico, elaborados pelo autor. De uso opcional, apêndices são nomeados com letras maiúsculas em seqüência que respeite a ordem alfabética, seguidas de travessão e o título do mesmo.

Se houver mais apêndices do que letras no alfabeto, usa-se letras dobradas.

Anexos

Anexos são textos ou documentos complementares ao trabalho acadêmico, não desenvolvidos pelo autor. Também opcional, anexos são nomeados com letras maiúsculas em sequência que respeite a ordem alfabética, seguidas de travessão e o título do mesmo.

Se houver mais anexos do que letras no alfabeto, usa-se letras dobradas.


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Sumário

Trata-se de peça obrigatória no trabalho acadêmico e deve ser disposto de maneira que as partes da monografia apareçam descritas com o nome idêntico àquele que está contido no texto com o número exato da página.

 

Introdução, Desenvolvimento e Conclusão

A introdução é a parte em que o autor vai mostrar o que o trabalho vai abordar, o propósito da pesquisa, os limites da abordagem, e todas as informações relevantes para nortear o leitor.

O desenvolvimento é a maior parte do trabalho de monografia. É aqui que será feita, de maneira ordenada e detalhada da maneira mais ampla e relevante possível, a exibição do assunto do trabalho e do método empregado. Esta parte poderá ser dividida em seções e subseções.

Este espaço deve ser usado para as conclusões finais do trabalho a partir de suas teses iniciais e objetivos.


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Fazer um trabalho acadêmico exige muito de qualquer pesquisador ou estudante. Além de todo esforço em torno do tema do trabalho, é fundamental ainda, adequá-lo às normas de apresentação. Afinal, de nada vai adiantar você empenhar todos os seus esforços no desenvolvimento do tema se na hora de apresentá-lo ele não estiver dentro dos padrões estabelecidos pela ABNT (Associação Brasileira de Normas Técnicas).

Esses padrões foram criados por Comissões de Estudo que são formadas por diferentes grupos com participação de universidades e laboratórios, além de produtores e consumidores. Eles serão cobrados em quaisquer apresentações de trabalhos acadêmicos e não cumpri-los representa falta grave que levará sua apresentação ao fracasso.

 

 

 

Capa

A capa é elemento obrigatório na apresentação de trabalhos acadêmicos. Embora algumas informações sejam de presença opcional, como o nome da instituição, por exemplo, há dados que são indispensáveis. Na capa da sua monografia é indispensável que conste seu nome, o título do trabalho e, quando houver, o subtítulo da obra. Além disso, se o trabalho for composto de vários volumes, isso precisa ser informado na capa. Para fechar a lista de informações obrigatórias, não se pode esquecer do nome da cidade em que a instituição se localiza e o ano em que a obra será entregue.

 

 

 

 

Folha de Rosto

A Folha de rosto é praticamente uma cópia da Capa. A diferença é que ela traz algumas informações obrigatórias que a capa não demanda. Há descrições mais detalhadas na folha de rosto. É o caso da natureza do trabalho. Trata-se de um texto breve em que conste o tipo da apresentação – que pode ser uma tese, dissertação ou trabalho de conclusão de curso -, além do objetivo da realização do mesmo – como obtenção de grau ou aprovação em disciplina determinada – nome da universidade e a área de concentração. Outros itens obrigatórios da Folha de Rosto são os nomes do orientador e, se houve, co-orientador do projeto.

Verso da Folha de Rosto

Deve conter a ficha catalográfica, conforme o Código de catalogação Anglo-Americano – AACR2 vigente.

 

 

 

 

 

 

 

 


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DÚVIDAS, RECLAMAÇÕES, SUGESTÕES, AUXÍLIO, IDÉIAS, PARCERIAS, PROJETOS, TRABALHOS, DICAS ETC.

ESCREVA PARA O CORUJA.

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X)


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O juramento retrata o momento solene em que o profissional na plenitude de sua formação profissional, de sua conscientização como membro de uma categoria, de seu amadurecimento como cidadão investido de responsabilidade para com toda  comunidade, afirma, livre mas enfaticamente, sua integral dedicação aos postulados da profissão e total respeito aos seus valores técnicos, legais e morais.

A Assembléia de Presidentes de Conselhos de Administração, Federal e Regionais, aprovou em sua 2ª. reunião, realizada em Brasília no dia 8 de maio de 1978, o juramento do “ADMINISTRADOR”, nos termos propostos pelo Conselho Regional de Administração de São Paulo.

“Prometo DIGNIFICAR minha profissão, consciente de minhas responsabilidades legais, observar o código de ética, objetivando o aperfeiçoamento da ciência da administração, o desenvolvimento das instituições e a grandeza do homem e da pátria”.

Fazer o juramento ao ingressar na profissão, constitui o dever inicial de todo o Administrador; respeitá-lo, obedecendo-o, constitui o dever de sempre do Administrador.

Façamos de nossa profissão razão de nosso orgulho. Façamos que seja respeitada, admirada, valorizada. O profissional reflete o conceito que sua categoria goza. Elevemos, cada vez mais, a profissão de ” Administrador “, honrando a escolha que fizemos.


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