O Coruja das coisas…
O mundo ao alcance de seus olhos…

Em setembro de 2008 passou a vigorar a nova lei de estágio e, desde então, todas as empresas devem aplicá-la na admissão de novos estagiários. O Dr. Fernando Cordeiro da Luz, coordenador da área de Contencioso da Franco Montoro e Peixoto Advogados Associados, diz que a nova lei regulamenta detalhadamente o tema e traz uma previsão bem definida dos direitos e obrigações das três partes envolvidas (estagiário, empresa e instituição de ensino), além da definição de prazo para o estágio, quantidade de estagiários por empresa e previsão de penalidade para o caso de descumprimento de cláusulas contratuais.

Márcia Teodoro, assessora jurídica da Universidade Cidade de São Paulo e especialista em gestão educacional e direito empresarial, chama a atenção para o que considera uma das principais mudanças estabelecidas por essa nova lei: o direito a férias remuneradas. “Os estagiários não tinham esse direito, mas agora os empregadores terão que garantir que elas aconteçam preferencialmente quando o aluno estiver em recesso escolar. Estagiários que não completarem um ano na vaga passam a ter direito a férias proporcionais (e a remuneração idem)”, explica.

Contudo, é preciso ressaltar que mesmo com a conquista desses benefícios, a atividade de estagiário não constitui vínculo empregatício, o que já era tratado pela legislação anterior. “O que acontece é que a nova lei criou uma possibilidade do vínculo ser exigido para todos os fins da legislação trabalhista e previdenciária caso haja descumprimento pela empresa das novas regras”, alerta Márcia.

Porém, todas essas alterações colocaram em debate outra questão: as novas mudanças farão com que as empresas reduzam suas vagas de estágio?

Especialistas garantem que não: “a regulamentação só traz segurança jurídica; isso fará com que um número maior de empresas abra vagas de estágio, permitindo ao estudante ingressar mais cedo no mercado de trabalho”, diz Dr. Fernando. “Muitos de nossos colaboradores efetivos iniciaram na empresa como estagiários, isso faz com que o programa de estágios ganhe credibilidade, pois incentivamos a formação e a preparação do estudante para adquirir experiência até se tornar um profissional qualificado para assumir novos espaços na empresa”, declara Aline Antonel de Castro, coordenadora de Gestão de Pessoas da Cosmotec, empresa que utiliza serviços da Catho Online para divulgar suas vagas de estágio.

E se ainda existem dúvidas sobre redução de vagas de estágios por conta da nova lei, Aline atesta: “Apostamos em novos profissionais, procuramos o famoso brilho nos olhos na hora da contratação, qualidade geralmente encontrada no perfil de estagiário. Atualmente contamos com 6 estagiários, o que representa 6,20% do nosso quadro de colaboradores. Com a empresa em expansão, estamos estudando a abertura de novas vagas”.

De acordo com Aline, existem algumas características que devem ser levadas em conta para aumentar as chances de contratação ao concorrer a uma vaga. Essas características remetem ao perfil de profissional requerido pelas empresas no mercado de trabalho atual. “O novo profissional deve estar atento a mudanças e preparado para encará-las. Hoje em dia, não basta ser técnico nem rechear o currículo com diplomas e cursos. A parte comportamental conta muito, e acredito que qualidades como a autoestima, boa comunicação, equilíbrio, maturidade, entusiasmo e muito bom humor para enfrentar as pressões diárias formam o diferencial do bom profissional”, explica Aline, que comenta ainda que questões como atitude e busca por seu diferencial influenciam muito na hora de contratar um estagiário.

Mais que isso, a vontade de conseguir a vaga conta muito. “Interesse. Normalmente, as empresas não exigem que o estudante que se candidata ao estágio tenha experiência, pois elas até mesmo preferem formar o profissional, preparando-o para uma possível efetivação no futuro. É necessário que o candidato mostre-se proativo e tenha condições de se integrar bem ao trabalho em equipe. Boa formação escolar, conhecimentos de informática e língua estrangeira podem ser um diferencial no momento da seleção”, instrui Dr. Fernando.

Apesar de ser um grande desafio conciliar estágio e estudo, um conselho dos especialistas a todos os estudantes é para que saibam administrar seu tempo. Apesar do estágio ser trabalho e fonte de renda, seu foco continua sendo complementar a formação acadêmica. “Vontade e determinação para conseguir conciliar estudo e trabalho é muito importante, mas também é uma questão de costume. O importante é não submeter o corpo e mente ao estresse excessivo. Tentar relaxar aos finais de semana é uma boa dica”, finaliza Aline.

Fonte: Angelica Kernchen – Empregos Catho Online


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Uma medida de inteligência é a rapidez. Mas, com que rapidez as organizações conseguem agir? Esta foi uma das perguntas que Thomas Malone, professor de Management da Sloan School of Management, do MIT, e diretor-fundador do Centro de Inteligência Coletiva do MIT, fez durante o Special Management Program, organizado pela HSM, e do qual tive a oportunidade de participar. O professor passou dois dias discorrendo sobre organizações inteligentes e o desafio da gestão que cria resultados extraordinários através das pessoas.

Ele começou falando sobre a recente evolução das organizações comerciais que segue o padrão de evolução da organização das sociedades. As novas tecnologias, como a imprensa, reduziram os custos de comunicação o suficiente para que as pessoas pudessem ter duas coisas que queriam sem ter de escolher entre elas. 

Elas puderam manter os benefícios econômicos e militares das grandes organizações enquanto também recobravam parte da liberdade e da flexibilidade às quais tinham renunciado há muito tempo. E foi neste ponto que o professor chegou com a sua explicação. “O mesmo padrão de mudança organizacional que aconteceu na sociedade, também está se desenvolvendo, só que com mais velocidade, nos negócios”.

Na medida em que grandes hierarquias corporativas centralizadas substituíram os pequenos negócios organizados de maneira mais informal nos últimos duzentos anos. Mas, afirma Malone, o último estágio, de hierarquias corporativas a redes de negócios mais descentralizadas, está apenas começando. 

Novos modelos mentais


Para termos sucesso no mundo em que estamos entrando, precisaremos de um novo conjunto de modelos mentais. Embora esses novos modelos não devam excluir a possibilidade de comandar e controlar, eles precisam abranger uma gama bem mais ampla de possibilidades, tanto centralizadas quanto descentralizadas. “Precisamos mudar a nossa forma de pensar, deixando de comandar e controlar para coordenar e cultivar”, ressaltou Malone. 

Quando você coordena, organiza o trabalho de modo que coisas boas aconteçam, esteja você no controle ou não, já que a coordenação enfoca as atividades que precisam ser realizadas e as relações entre elas.

O cultivo pode ajudar o gerente a adaptar a abordagem gerencial à situação que tem em mãos. Às vezes você precisa dar comandos diretos às pessoas, outras vezes, só precisa ajudá-las a desenvolver suas próprias forças naturais. Cultivar é encontrar o equilíbrio certo entre controlar e ceder. Ele explicou que para ser um gerente eficaz no mundo em que estamos entrando, você não pode se prender a uma mentalidade centralizada. Precisa ser capaz de se mover com flexibilidade no continuum da descentralização, porque a maioria de nós já entende a centralização.

Delegando Poderes


Fazer escolhas sensatas, e não apenas economicamente eficientes, significa fazer escolhas consistentes com nossos valores mais profundos. E este é outro significado de colocar as pessoas no centro dos negócios – colocar os valores humanos no centro de nosso pensamento sobre negócios.

Malone deixou claro que uma das primeiras escolhas possíveis para colocar pessoas no centro de uma organização é delegar muito mais responsabilidade dentro de uma estrutura basicamente hierárquica. “A maneira mais comum de fazer isso é delegar a maior parte das decisões aos níveis inferiores da empresa, deixando aos níveis superiores apenas o direito de avaliar os resultados e recompensar as pessoas de maneira adequada”.

Ele afirma que formar uma hierarquia flexível não é fácil. “Talvez o mais importante seja que as pessoas que atualmente têm o poder, estejam dispostas a abrir mão dele”.

Valores humanos


Se mais pessoas tiverem liberdade nos negócios, naturalmente buscarão as coisas que valorizam. E pessoas diferentes valorizam coisas diferentes. Precisaremos ampliar o nosso modo de pensar sobre os negócios. Precisaremos ir além do nosso objetivo limitado de maximizar os interesses econômicos de investidores para acrescentar coisas que interessam aos investidores como pessoas. E também precisaremos pensar nos diversos valores de trabalhadores, clientes, fornecedores e outros.

A recente evolução das organizações comerciais segue o padrão de evolução da organização das sociedades. Os seres humanos mudaram a maneira de se organizar porque a queda dos custos das comunicações tornou as mudanças possíveis, e os valores das pessoas tornaram as mudanças desejáveis. 

Centralizar ou descentralizar?


Se você é como a maioria dos gerentes, enfrenta este tipo de decisão o tempo todo. Como pode saber se a descentralização faz sentido para a sua situação? E se decidir descentralizar, como saber que tipo de descentralização funcionará melhor?

O professor comparou de maneira genérica as estruturas das hierarquias centralizadas e dos três tipos básicos de descentralização, levando em consideração os pontos fortes e fracos de cada um. Por exemplo, quando você precisa economizar em custos de comunicação, ou quando é importante resolver conflitos de interesse difíceis, as hierarquias centralizadas podem ser melhores. Quando precisa maximizar a motivação e a criatividades do funcionário ou ter acesso a muitas pessoas ao mesmo tempo, os mercados são especialmente atraentes. 

Quando aspectos de todas as quatro dimensões (custo de customização, individualização e capacidade de usar muitas pessoas ao mesmo tempo, capacidade de resolver conflitos e autonomia, motivação e criatividade) são importantes, as duas estruturas intermediárias, que são hierarquias flexíveis e democracias, podem funcionar bem.

Malone adverte que em muitos casos a melhor solução é criar um sistema customizado que combine elementos de mais de uma estrutura básica. “Você pode, por exemplo, usar estruturas diferentes para diferentes tipos de decisão”. É o que acontece muito em mercados internos: as decisões operacionais básicas são tomadas através de um mercado descentralizado, mas os gerentes hierárquicos escolhem os participantes, estabelecem as regras básicas e intervêm quando o mercado não faria o que é melhor para a organização como um todo.

Atribuir decisões diferentes a estruturas diferentes não é fácil, afirma Malone. Requer um entendimento detalhado de sua situação específica e de suas metas. Para cada tipo principal de decisão que sua empresa toma, você pode fazer três perguntas:

1 – Os benefícios potenciais de descentralizar são importantes?
2 – É possível compensar os custos potenciais da descentralização?
3 – Os benefícios de descentralizar compensam os custos?

Embora a centralização nunca desapareça completamente, é provável que vejamos uma descentralização cada vez maior nas próximas décadas, afirma Malone. Juntamente com a mudança, surgirá uma nova forma de pensar na essência da administração em si. 

A tradicional administração de comando e controle não desaparecerá, mas um modelo novo e muito diferente se tornará cada vez mais importante, podendo ser um grande benefício para o negócio o desenvolvimento da capacidade de tomar decisões em mais pessoas. “Você ficaria surpreso com o que algumas pessoas podem fazer quando têm as oportunidades certas para desenvolver as suas habilidades”.

Controle equilibrado e liderança distribuída


Em vez de simplesmente dizer às pessoas o que devem fazer, os gerentes cultivarão cada vez mais suas organizações e as pessoas dentro delas. Malone explica que para cultivar algo com sucesso, é necessário entender e respeitar suas tendências naturais, ao mesmo tempo em que tenta lhe dar “um formato” que você valorize. Em vez de tentar impor a sua vontade ao sistema, você tenta chegar a um equilíbrio entre quanto controle deve exercer e o quanto deve abrir mão dele. “Não há visão e liderança que levem a sua organização a fazer algo que ela não seja capaz de fazer.

Malone afirma que “Às vezes a melhor forma de conquistar o poder é abrir mão dele algumas vezes”. E explica: se você tenta microgerenciar demais as pessoas, elas resistirão ou, no caso de se renderem, não terão a motivação para ajudá-lo a atingir seus objetivos. Por outro lado, se você dá poder às pessoas para tomarem suas próprias decisões, elas tenderão a apoiá-lo e serão mais propensas a doar energia, criatividade e dedicação à sua causa. Em síntese: elas terão mais sucesso, e você também.

Essa liderança distribuída é algo que pode se exercer de qualquer de qualquer parte de uma organização: de cima, da base, ou de qualquer lugar. Além de mudar suas atitudes quanto ao poder, algumas habilidades específicas podem ajudá-lo a cultivar as organizações com eficiência. Mas, o que isso significa para a sua vida?

Você provavelmente terá mais liberdade para perseguir o que considera mais importante para a sua vida. Mas também significa que você tem mais escolhas pela frente do que imagina. Para fazer escolhas sábias, você precisa refletir sobre o que realmente lhe é importante.

Cada vez mais, as empresas provavelmente competirão de acordo com a sua capacidade de dar sentido à vida.

Então esse talvez seja o grande significado do sentido da frase “colocar as pessoas no centro dos negócios”. Não significa apenas colocar mais pessoas no centro da tomada de decisão, mas principalmente significa colocar os valores humanos no centro de nosso pensamento empresarial.

Fonte: Administradores.com.br


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O que fazer no processo de pesquisa do TCC

  • Seja cauteloso para não se perder diante de tantas informações
  • Defina claramente o tema do trabalho
  • Embase a pesquisa a partir do tema e da modalidade do trabalho
  • Fuja de fontes óbvias e duvidosas
  • Enriqueça o processo com pesquisas de campo
  • Participe de congressos e encontros científicos
  • Tome nota dos principais pontos de cada uma das referências bibliográficas
  • Não reproduza trechos de obras consultadas
  • Procure monografias de excelência para referência
  • Cuidado com erros gramaticais e de ortografia
  • Opte por revisão externa sempre que possível
  • Respeite a formatação dos trabalhos científicos
  • Siga as normas da ABNT (Associação Brasileira de Normas Técnicas)
  • Não se esqueça da introdução, justificativa, objetivos e conclusões

Entre as definições iniciais do TCC (trabalho de conclusão de curso) e sua apresentação à banca avaliadora existe o processo de pesquisa. Essa etapa, em que o trabalho começa a tomar forma, existe para qualquer modalidade, seja monografia, documentário ou um produto. Além de definir métodos de pesquisa, o aluno precisa de critérios para escolher as fontes de referência e organizar as informações.

“A pesquisa deve permear todas as etapas do trabalho de conclusão de curso, qualquer que seja a modalidade escolhida, para sustentar o que o estudante produz”, enfatiza o professor do Centro de Comunicação e Letras da Universidade Presbiteriana Mackenzie, André Santoro. Na opinião dele, o TCC incentiva o aluno a buscar o conhecimento, formular conceitos e, principalmente, a raciocinar. “De nada adianta fazer apenas o projeto. É preciso pensar sobre o que se produz, seja uma monografia ou um produto”, explica ele.

O desconhecimento do processo de pesquisa, de acordo com a professora da Faculdade de Administração, Ciências Contábeis e Turismo da UFF (Universidade Federal Fluminense), Verônica Mayer, inicialmente assusta os alunos. “Por ser uma iniciação científica, ou seja, o primeiro contato do aluno com o mundo das idéias, é natural gerar insegurança”, afirma ela. Mas Verônica diz que a investigação demanda muita dedicação. “Precisa ter empenho, força de vontade, organização, além de encarar o processo como oportunidade de aprendizado e interação com o mundo acadêmico e profissional”, declara ela.

Existem algumas dicas que Verônica acredita contribuírem para o sucesso do TCC. O começo, ressalta ela, é sempre o mais difícil. “A fase inicial exige mais cuidados para o aluno não se perder diante de todo o conteúdo científico disponível para consulta”, alerta ela. A professora aconselha que os estudantes definam claramente o tema. “Assim, o processo de investigação flui com mais naturalidade”, enfatiza.

A pesquisa, no entanto, de acordo com Santoro, não pode se restringir apenar ao tema do TCC, mas envolver a modalidade escolhida. “Se vai fazer um livro, o estudo dos formatos existentes é fundamental. Agora, se a opção for monografia, analisar estruturalmente alguns trabalhos científicos, como teses e dissertações, será muito útil para o desenvolvimento do projeto”, explica ele.

Com relação às fontes de pesquisas, o ideal é apostar na variedade para não limitar o conhecimento. É o que afirma Fábio Cruz, professor da graduação de Jornalismo e do mestrado de Política Social da UCPel (Universidade Católica de Pelotas). “A facilidade da internet acabou limitando os alunos, o que não é bom. A rede deve ser utilizada para busca de referenciais bibliográficas, artigos científicos ou informações oficiais. É preciso fugir de fontes óbvias ou duvidosas, como Wikipédia”, adverte Cruz.

Verônica também acredita no poder da multiplicidade de fontes e aponta algumas ferramentas acadêmicas como opções para consulta. “Há o Portal de Periódicos da Capes (Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior), a Biblioteca Virtual SciELO (Scientific Electronic Library Online), de acesso livre”, exemplifica ela. Os orientadores, segundo Verônica, também podem contribuir com a indicação de livros ou até com direcionamentos. “É importante ressaltar, no entanto, que não é papel do orientador dar de presente todo o referencial teórico. O aluno precisa desenvolver essa habilidade de investigação”, diz a professora.

As pesquisas de campo, para Cruz, também enriquecem o processo de pesquisa. “Desde que o aluno saiba identificar se as informações são verdadeiras e se não está sendo conduzido erroneamente a determinados caminhos, a metodologia é funcional”, afirma ele. De acordo com Cruz, com bom senso e atenção, é possível extrair conhecimentos até mesmo em conversas informais de corredores.

Para complementar, Verônica indica a participação em congressos e encontros científicos. “Ainda que a atividade não seja obrigatória como nas pós-graduações, ela traz opiniões de outros colegas, professores e até profissionais”, diz ela. A professora acrescenta que nesses eventos é possível colher muito conteúdo que agregua valor ao TCC.

Santoro destaca ainda a importância da organização em todo esse processo. Segundo ele, qualquer processo de pesquisa exige organização para que o aluno não se perca em meio às informações. “Nessa fase, você tem contato com muitos livros, textos e artigos. Sem organização, conteúdos importantes podem se perder”, explica ele. Santoro recomenda que os estudantes tomem nota dos principais pontos de cada referência bibliográfica. “Isso auxilia na construção do trabalho escrito”, resume ele.

Passando para o papel

Com as informações em mãos, Verônica explica que é hora de processá-las, o que não significa, no entanto, reproduzir trechos das obras consultadas. “O aluno precisa respeitar a idéia de outros autores. Tenha elegância de fazer citações, quando necessário”, declara ela. Para Cruz, o plágio, além de ilegal, pode representar a reprovação ou a cassação do diploma. “Sem contar que a imagem do estudante pode ser comprometida”, alerta ele.

Na opinião do professor da UCPel, os autores devem ser utilizados como apoio e não como muletas. “É importante ter humildade científica e aproveitar as leituras para incrementar o projeto. Mas, quando o recurso é usado em demasia, o trabalho pode ser desvalorizado. O aluno precisa se desprender dos autores e deixar sua marca”, indica Cruz, que confessa não ser essa tarefa fácil para iniciantes. “Não se pode ter medo escrever, até porque, na medida em que o conteúdo é produzido, o orientador faz os direcionamentos necessários para o aperfeiçoamento”, explica ele.

Para facilitar o processo de transmissão do conhecimento para a linguagem escrita, Cruz orienta que os estudantes leiam outras monografias, dissertações e teses. Ele aconselha a busca em bibliotecas de trabalhos considerados de excelência para utilizá-los como referência. Segundo Verônica, não é preciso se preocupar em escrever ‘difícil’. “O mais importante é que os textos tenham clareza”, destaca ela.

Solicitar que outras pessoas revisem o TCC pode evitar que erros gramaticais ou ortográficos, além de trechos confusos, comprometam a avaliação geral do trabalho. A afirmação é de Verônica, que acredita que a dedicação ininterrupta pode deixar o aluno cego para os problemas. “Procure trabalhar com folgas nos prazos estabelecidos para que se dedicar exclusivamente à revisão”, sugere a professora.

Esqueleto da pesquisa

Todo o processo deve ser criterioso. Segundo Verônica, para que o conhecimento consiga ser transferido, é preciso respeitar a formatação. De acordo com a professora da UFF, há instituições que oferecem suas próprias regras no manual do TCC. “Caso contrário, é recomendado o uso das normas da ABNT (Associação Brasileira de Normas Técnicas)”, diz ela.

Todo e qualquer trabalho científico, de acordo com Cruz, deve estar sustentado por um tripé: objeto, teoria e método. “A descrição da temática, do viés teórico e do conjunto de técnicas utilizado para a construção do projeto são essenciais”, orienta ele. Na opinião de Cruz, a ausência de um desses elementos pode comprometer o caráter científico da produção, bem como a avaliação final do TCC.

A presidente da comissão do ciclo básico da Poli/USP (Escola Politécnica da Universidade de São Paulo), Patrícia Helena Lara dos Santos Matai, acrescenta a importância da introdução, justificativa e objetivos. “Esses tópicos irão contextualizar o leitor a respeito do projeto”, diz ela. Patrícia explica que a introdução serve para apresentar o tema, os problemas e ainda as hipóteses de motivação da pesquisa científica. Já os objetivos devem apresentar onde se pretende chegar com o trabalho, enquanto a justificativa expõe motivos para convencer futuros investidores a apostar no projeto. “Não se pode esquecer também das conclusões obtidas com a realização da investigação”, acrescenta Patrícia.

Fonte: Universia


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Apesar das normas da ABNT (Associação Brasileira de Normas Técnicas), alguma universidades preferem criarm normas adicionais ou adequar parte das existentes por necessidade própria.

Abaixo segue uma lista de normas de algumas universidades:

FAAP (Alváres Penteado/SP)

UFC (Federal do Ceará)

UFPE (Federal de Pernambuco/PE)

UFPR (Federal do Paraná/PR)

UFSCAR (Federal de São Carlos/SP)

UFV (Federal de Viçosa/MG)

UNIBAN (Bandeirantes/SP)

UNICAMP (Campinas/SP)

UNINOVE (Nove de Julho/SP)

UNIP (Paulista/SP)

UNISA (Santo Amaro/SP)

UPM (Mackenzie/SP)

USP (São Paulo/SP)


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NBR 6023:2000 Informação e documentação- Referências – Elaboração

AUTOR(es)//Título:/subtítulo (se houver).//Indicação de responsabilidade se houver).//Edição.//Local:/Editora,/Ano.//Dados complementares (características físicas, Coleção, notas e ISBN)


    1 autor:
MOTTA, Fernando C. P. Teoria geral da administração: uma introdução. 22.ed. São Paulo: Pioneira, 2000.

    2 autores:
LAUDON, Kenneth C.; LAUDON, Jane P. Management information systems: new approaches to organization & technology. 5 th ed. New Jersey: Prentice Hall, 1998. 

    3 autores:
BIDERMAN, C.; COZAC, L. F. L.; REGO, J. M. Conversas com economistas brasileiros. 2.ed. São Paulo: Ed. 34, 1997.

    Mais de 03 autores (nestes casos, acrescenta-se a expressão et al, após o primeiro autor):
SLACK, N. et al. Administração da produção. São Paulo: Atlas, 1997.



    Teses e Dissertações
   

 

MIYAMOTO, S. O Pensamento geopolítico brasileiro: 1920-1980. 1981. 287f. Dissertação (Mestrado em Ciência Política) – Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas, Universidade de São Paulo, São Paulo

   

    Manual 

 

BRASÍLIA. Ministério da Fazenda. Secretaria do Tesouro Nacional. Sistema integrado de administração financeira do governo federal. Brasília, 1996. 162 p. (Manual SIAF, 5).

   

    Parte de monografia

 

AUTOR(es).//Título:/subtítulo da parte(se houver).//In:/Referência completa da monografia no todo.//informar ao final a paginação correspondente à parte.

   

    Capítulo de livro

 

ROVIGHI, S. V. Ontologia existencial e filosofia da existência. In: ________. História da filosofia contemporânea: do século XIX à neoescolástica. Tradução por Ana Pareschi Capovilla. São Paulo : Loyola, 1999. Cap. 15, p. 397-412.

   

    Informações retiradas da Internet

 

AUTOR(es).//Título:/subtítulo da parte ou do todo .//Edição.//Local:/Editora, /Data.//Descrição física do meio ou suporte.

   

    No caso de documentos online, apresentar a URL entre os sinais<> precedido das expressão “Disponível em:” finalizando com a data de acesso como mostra o exemplo abaixo.

 

CORUJA da administração. São Paulo, 2008. Disponível em:
<http://www.ocoruja.com/index.php/tag/tcc> . Acesso em: 16 ago. 2009

   

    Publicação periódica

 

TÍTULO.//Local de publicação:/Editora,/Data de ínicio da coleção e encerramento (quando houver).//Periodicidade.//ISSN.


REVISTA BRASILEIRA DE ECONOMIA. Rio de Janeiro: Fundação Getúlio Vargas, 1947- . Trimestral. ISSN 0034-7140

   

    Parte de publicação periódica 

 

AUTOR(es).//Título do artigo:/subtítulo quando houver.//Título da publicação.//volume, número,/página inicial e final do artigo.//Data de publicação.


REZENDE, C. S.; REZENDE, W. W. Intoxicações exógenas. Revista Brasileira de Medicina . v. 59, n. 1/2, p. 17-25. jan./fev. 2002.

 

Norma NBR 6023:2000 Informação e documentação- Referências – Elaboração

Veja também:

 


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NBR 10520:2001 Informação e documentação – Apresentação de citações em documentos
       -  Regras gerais    

Regras Gerais    

1- Quando o(s) autor(es) citado(s) estiver no corpo do texto a grafia deve ser em minúsculo, e quando estiver entre parênteses deve ser em maiúsculo.

2- Devem ser especificadas, o ano de publicação, volume, tomo ou seção, se houver e a(s) página(s).

3- A citação de até 03 linhas acompanha o corpo do texto e se destaca com dupla aspas. Exemplos:
Barbour (1971, v.21, p. 35) descreve “o estudo da morfologia dos terrenos”
“Não se mova, faça de conta que está morta” (CLARAC; BONNIN, 1985, p. 72)

4- Para as citações com mais 03 linhas, deve-se fazer um recuo de 4,0 cm na margem esquerda, diminuindo a fonte e sem as aspas. Exemplo:
                        Devemos ser claros quanto ao fato de que toda conduta eticamente apropriada pode ser guiada por uma de                         duas máximas fundamentalmente e irreconciliavelmente diferentes: a conduta pode ser orientada para uma                         “ética das últimas finalidades”, ou para uma “ética da responsabilidade”. Isso não é dizer que uma ética das                         últimas finalidades seja idêntica à irresponsabilidade, ou que a ética de responsabilidade seja idêntica ao                         oportunismo sem princípios (WEBER, 1982, p.144).

5- Para citações do mesmo autor com publicações em datas diferentes, e na mesma seqüência, deve-se separar as datas por vírgula. Exemplo:
(CRUZ, 1998, 1999, 2000)

6- Nas citações que aparecerem na seqüência do texto podem ser referenciadas de maneira abreviada, em notas: 

  • apud – citado por, conforme, segundo;
  • idem ou id – mesmo autor;
  • ibidem ou ibid – na mesma obra;
  • opus citatum, opere citato ou op. cit. – obra citada;
  • passim – aqui e ali (quando foram retirados de intervalos);
  • loco citato ou loc. Cit. – no lugar citado;
  • cf. – confira, confronte;
  • sequentia ou et seq. – seguinte ou que se segue.

Somente a expressão apud pode ser usada no decorrer do texto.

7- Para a monografia, o autor deverá escolher qual o tipo de chamada usará:

  • Autor-data: quando a chamada para a citação é feita pelo sobrenome do autor e a data de publicação, ou
  • Numérico: quando a chamada é feita pelo número correspondente na lista de referências bibliográficas, previamente alfabetada.

Existem 04 definições para citação:
Citação: menção, no texto, de uma informação extraída de outra fonte;
Citação direta: transcrição textual do autor consultado;
Citação indireta: transcrição livre do autor consultado;
Citação de citação: transcrição direta ou indireta em que a consulta não tenha sido no trabalho original.

 

Norma NBR 10520:2001 Informação e documentação – Apresentação de citações em documentos

Veja Também:

 


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NBR 14724:2001 Informação e documentação – Trabalhos acadêmicos – Apresentação
       -  Informações pré-textuais
       -  Informações textuais
       -  Informações pós-textuais
       -  Formas de apresentação
  • Dissertação: muito conhecido como “tese de mestrado”, o que não existe.
  • Tese: termo utilizado somente para trabalhos que visam o título de “doutor”.
  • Trabalho acadêmico: trabalho de graduação ou conclusão de curso, são os trabalhos denominados TCC, TG, TGI e outros.
  • A estrutura do trabalho é composta por 03 partes: Pré-textuais; Textuais e Pós-textuais.
  • Para cada etapa existem informações obrigatórias e opcionais.

Pré-textuais

Capa (obrigatório): nome do autor; título; subtítulo (se houver); número de volumes (quando houver mais de um); local da instituição onde será apresentado; ano de entrega. Folha de rosto (obrigatório): Anverso: a) nome do autor; b) título (deve ser claro, preciso e identificar o conteúdo do trabalho); c) subtítulo (se houver, deve evidenciar sua subordinação, através do sinal de dois pontos; d) número de volumes (se houver mais de um, deve constar em cada respectiva folha de rosto; e) natureza (dissetação, tese e outros) e objetivo (aprovação em disciplina, grau pretendido e outros), nome da instituição a que é submetido, área de concentração; f) nome do orientador e, se houver, do co-orientador; g) local da instituição e h) ano da entrega. Verso: Deve conter apenas a ficha catalográfica.                

Errata (opcional): deve ser logo em seguida da folha de rosto, se houver erro e, encartada ou avulsa acrescida ao trabalho depois de impresso. Ex.:

ERRATA

Folha
Linha Onde se lê Leia-se
32 3 publiação publicação


Folha de aprovação (obrigatório): contém autor, título e subtítulo se houver, local e data de aprovação, nome, assinatura e instituição dos membros componentes da banca examinadora.

Dedicatória (opcional): o autor presta homenagem ou dedica seu trabalho.

Agradecimentos (opcional): àqueles que contribuíram de maneira relevante, ou mesmo instituições de fomento (Fapesp, Capes, CNPq etc.)

Epígrafe (opcional): o Elemento opcional, traz a citação de um pensamento, que de certa forma serviu de base ao trabalho, seguida de seu autor.

Resumo na língua vernácula (obrigatório): deve ser um texto claro e conciso, não apenas tópicos. Precisa ser objetivo para não passar de 500 palavras no máximo. E, logo em seguida, apresentar as palavras mais representativas do conteúdo do texto, ou seja as palavras-chave.

Resumo em língua estrangeira (obrigatório): idêntico ao ítem anterior, apenas em língua estrangeira.

Sumário (obrigatório): consiste na enumeração das principais divisões, seções e outras partes do trabalho, na mesma seqüência em que aparecem. Não tem o mesmo objetivo do índice.

Lista de ilustrações (opcional): deve apresentar na mesma ordem em que aparece no texto. Recomenda-se uma lista para cada tipo de ilustração. Ex.: (quadros, gráficos, plantas etc.)

Lista de abreviaturas e siglas (opcional): relação em ordem alfabética, seguida das palavras ou expressões correspondes grafadas por extenso. Recomenda-se uma lista para cada tipo.

Lista de símbolos (opcional): deve apresentar na mesma ordem em que aparece no texto, com seu devido significado.

Textuais

Introdução: deve constar a delimitação do assunto tratado, objetivos da pesquisa e demais elementos necessários para situar o tema.Desenvolvimento: parte principal, contém a exposição ordenada e pormenorizada do assuntos, divide-se em seções e subseções. Varia em função da abordagem do tema e método.                

Conclusão: parte final, apresentam conclusões correspondentes aos objetivos ou hipóteses.

Pós-textuais

Referências (obrigatório): conjunto padronizado de informações retiradas do material informacional consultado.Apêndice (opcional): texto utilizado quando o autor pretende complementar sua argumentação. São identificados por letras maiúsculas e travessão, seguido do título. Ex.:                

APÊNDICE A – Avaliação de células totais aos quatro dias de evolução

Anexo (opcional): texto ou documento não elaborado pelo autor para comprovar ou ilustrar. São identificados por letras maiúsculas e travessão, seguido do título. Ex.:
ANEXO A – Representação gráfica de contagem de células

Glossário (opcional): lista alfabética de expressões técnicas de uso restrito, utilizadas no texto e suas respectivas definições.

Formas de Apresentação

Formato: papel em branco, formato A4 (21,0 cm X 29,7 cm), digitados no anverso da folha. Recomenda-se a fonte tamanho 12 para o texto e tamanho 10 para as citações longas e notas de rodapé.Margem: esquerda e superior de 3,0 cm e direita e inferior de 2,0 cm.Espacejamento: todo o texto deve ser digitado com 1,5 de entrelinhas. As citações longas, as notas, as referências e os resumos devem ser digitados em espaço simples. Os títulos das seções devem ser separados do texto que os sucede por uma entrelinha dupla ou dois espaços simples.                

Notas de rodapé: digitadas dentro da margem, ficam separadas com espaço simples de entrelinhas e um filete de 3,0 cm a partir da margem esquerda.

Indicativo de seção: o indicativo numérico precede seu título, alinhado à esquerda, somente com o espaço de um caractere. Para os títulos sem indicação numérica, ficam centralizados.

Paginação: a numeração é colocada a partir da primeira folha da parte textual, em algarismos arábicos, no canto superior da folham a 2,0 cm da borda superior, ficando o último algarismo da borda direita da folha. Se o trabalho tiver mais de um volume a seqüência deve ser mantida no volume seguinte, a partir do texto principal.

Numeração progressiva: é utilizada para destacar o conteúdo do trabalho. Pode-se usar demais recursos existentes, como caixa alta, negrito etc.

Citação: menção de uma informação extraída de outra fonte. Abreviaturas e siglas: quando aparecem pela primeira vez, deve-se colocar por extenso e a sigla entre parênteses.

Equações e fórmulas: aparecem destacadas no texto, de forma a facilitar sua leitura. Na seqüência normal do texto, é permitido o uso de uma entrelinha maior que comporte por exemplo, expoentes, índices etc. Quando destacadas devem ser centralizadas. Quando fragmentadas, por falta de espaço, devem ser interrompidas antes do sinal de igualdade ou depois dos sinais de adição, subtração, multiplicação e divisão.

Ilustrações: Figuras: elementos autônomos que explicam ou complementam o texto. Qualquer que seja seu tipo (gráfico, planta, fotografia etc.) deve ter sua identificação como “Figura” seguida de seu número de seqüência de ocorrência no texto em algarismos arábicos. A legenda deve ser breve e clara. Tabelas: de caráter demonstrativo, apresentam informações tratadas estatisticamente. O título aparece na parte superior, precedido da palavra “Tabela” seguida de seu número de seqüência de ocorrência no texto em algarismos arábicos. Para tabelas reproduzidas, é necessário a autorização do autor, mas não é preciso esta menção. Se não couber em uma única folha, deve ser continuada na folha seguinte e, nesse caso, não é delimitada por traço horizontal na parte inferior, sendo o título e o cabeçalho repetidos na nova folha. As separações horizontais e verticais para divisão dos títulos das colunas e para fechá-las na parte inferior, evitando separação entre linhas e colunas. Para os dois casos, sua inserção deve estar próxima ao texto respectivo.

 

Norma NBR 14724:2001 Informação e documentação – Trabalhos acadêmicos – Apresentação

Veja Também:


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Glossário

O Glossário é opcional, mas seu uso é indicado para a relação de palavras de uso específico, como terminologias estritas de determinadas áreas. As palavras devem ser listadas em ordem alfabética acompanhadas das respectivas definições.

Apêndices

Apêndices são documentos complementares ao trabalho acadêmico, elaborados pelo autor. De uso opcional, apêndices são nomeados com letras maiúsculas em seqüência que respeite a ordem alfabética, seguidas de travessão e o título do mesmo.

Se houver mais apêndices do que letras no alfabeto, usa-se letras dobradas.

Anexos

Anexos são textos ou documentos complementares ao trabalho acadêmico, não desenvolvidos pelo autor. Também opcional, anexos são nomeados com letras maiúsculas em sequência que respeite a ordem alfabética, seguidas de travessão e o título do mesmo.

Se houver mais anexos do que letras no alfabeto, usa-se letras dobradas.


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Sumário

Trata-se de peça obrigatória no trabalho acadêmico e deve ser disposto de maneira que as partes da monografia apareçam descritas com o nome idêntico àquele que está contido no texto com o número exato da página.

 

Introdução, Desenvolvimento e Conclusão

A introdução é a parte em que o autor vai mostrar o que o trabalho vai abordar, o propósito da pesquisa, os limites da abordagem, e todas as informações relevantes para nortear o leitor.

O desenvolvimento é a maior parte do trabalho de monografia. É aqui que será feita, de maneira ordenada e detalhada da maneira mais ampla e relevante possível, a exibição do assunto do trabalho e do método empregado. Esta parte poderá ser dividida em seções e subseções.

Este espaço deve ser usado para as conclusões finais do trabalho a partir de suas teses iniciais e objetivos.


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Fazer um trabalho acadêmico exige muito de qualquer pesquisador ou estudante. Além de todo esforço em torno do tema do trabalho, é fundamental ainda, adequá-lo às normas de apresentação. Afinal, de nada vai adiantar você empenhar todos os seus esforços no desenvolvimento do tema se na hora de apresentá-lo ele não estiver dentro dos padrões estabelecidos pela ABNT (Associação Brasileira de Normas Técnicas).

Esses padrões foram criados por Comissões de Estudo que são formadas por diferentes grupos com participação de universidades e laboratórios, além de produtores e consumidores. Eles serão cobrados em quaisquer apresentações de trabalhos acadêmicos e não cumpri-los representa falta grave que levará sua apresentação ao fracasso.

 

 

 

Capa

A capa é elemento obrigatório na apresentação de trabalhos acadêmicos. Embora algumas informações sejam de presença opcional, como o nome da instituição, por exemplo, há dados que são indispensáveis. Na capa da sua monografia é indispensável que conste seu nome, o título do trabalho e, quando houver, o subtítulo da obra. Além disso, se o trabalho for composto de vários volumes, isso precisa ser informado na capa. Para fechar a lista de informações obrigatórias, não se pode esquecer do nome da cidade em que a instituição se localiza e o ano em que a obra será entregue.

 

 

 

 

Folha de Rosto

A Folha de rosto é praticamente uma cópia da Capa. A diferença é que ela traz algumas informações obrigatórias que a capa não demanda. Há descrições mais detalhadas na folha de rosto. É o caso da natureza do trabalho. Trata-se de um texto breve em que conste o tipo da apresentação – que pode ser uma tese, dissertação ou trabalho de conclusão de curso -, além do objetivo da realização do mesmo – como obtenção de grau ou aprovação em disciplina determinada – nome da universidade e a área de concentração. Outros itens obrigatórios da Folha de Rosto são os nomes do orientador e, se houve, co-orientador do projeto.

Verso da Folha de Rosto

Deve conter a ficha catalográfica, conforme o Código de catalogação Anglo-Americano – AACR2 vigente.

 

 

 

 

 

 

 

 


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