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A presidente-executiva da Kraft Foods, Irene Rosenfeld, afirmou nesta terça-feira que a disputa de quatro meses pela Cadbury terminou em um acordo que se encaixa bem com as expectativas da empresa que comanda.

“No fim do dia, pagaremos o que consideramos ser o valor justo”, disse Rosenfeld sobre a fabricante britânica de doces. “Acredito que pagar 13 vezes o Ebtida por um ativo dessa qualidade é um preço muito bom.”

Cadbury aceita oferta de compra da Kraft por US$ 18,8 bilhões

Nesta terça-feira, a Kraft anunciou um acordo amistoso para pagar cerca de US$ 19,8 bilhões pela Cadbury, ou 8,50 libras por ação. A nova proposta é maior que a de 7,45 libras anunciada em setembro, mas ainda abaixo das 9 libras que alguns acionistas da Cadbury pediam publicamente.

Rosenfeld afirmou em entrevista que é capaz de encontrar formas adicionais de reduzir custos combinando as duas empresas depois de conversar com o presidente do conselho da Cadbury, Roger Carr, na segunda-feira. Essa redução de custos seria em sua maior parte com despesas administrativas e gerais.

Apesar do preço mais alto, Rosenfeld disse que o acordo ainda está dentro das metas da Kraft de gerar lucro pelo segundo ano após a conclusão da operação, além de manutenção de dividendos da Kraft e da nota de grau de investimento da empresa.

Rosenfeld disse esperar que o rating de crédito da empresa seja confirmado ainda nesta terça-feira.

Fonte: Reuters


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O reconhecimento de uma empresa passa por diversos fatores como qualidade na prestação de um serviço/produto, bom atendimento, investimentos na marca visual, divulgação, entre outros. Aliar todos esses quesitos e, posteriormente, mantê-los com eficiência é o grande desafios das empresas, independentemente do porte. Além disso, o mercado cada vez mais competitivo em todos os segmentos, exige que as empresas busquem um diferencial para atrair os consumidores/clientes. 

De acordo com Maurício de Almeida, diretor de Planejamento da agência Plano1, para dar um “up” na marca do empreendimento é preciso planejamento nas estratégias de divulgação, com um eficiente esquema de marketing promocional. “Seja no início de uma nova campanha, quando se define o direcionamento e os objetivos, ou na fase de execução e acompanhamento de resultados, o planejamento é fundamental para garantir o sucesso de uma campanha de marketing promocional”.

De acordo com o especialista, a estrutura de divulgação para o reconhecimento de uma marca passa por quatro processos. “Para compreender todas as etapas de uma campanha promocional, o planejamento deve incluir, além da estratégia, as formas de comunicação, pontos de contato e a execução”, afirma Almeida. Confira detalhes das quatro fases para um planejamento completo de marketing promocional elaborado pela empresa Plano 1.


1) Planejamento Estratégico (ou Planejamento de Marketing):
Nesta fase é preciso entender o cliente e suas expectativas, bem como detalhar as características gerais do serviço ou produto a ser trabalhado. Conhecer os pontos fortes e fracos do produto, os diferenciais e o histórico de mercado ajuda no desenvolvimento de uma ação mais completa e que atinja a necessidade do cliente. Dados relacionados ao consumidor, à concorrência e à categoria do produto ou serviço também são imprescindíveis para que a equipe encontre o melhor insight para embasar o planejamento criativo.

2) Planejamento da Comunicação (ou Planejamento Criativo):
De posse do direcionamento inicial da ação, que pode estar relacionado ao consumidor, ao produto ou à categoria, chega a hora de criar o conceito criativo da comunicação. Este conceito define em poucas palavras os valores ou características que a marca pretende valorizar e registrar na mente do consumidor.

3) Planejamento dos Pontos de Contatos (ou Planejamento de Mídia):
A etapa seguinte, de acordo com a agência, é a definição da forma prática como a comunicação deverá tocar o público. “Nas agências de propaganda, isso se chama planejamento de mídia, porém, de alguns anos para cá, com a multiplicidade de meios, temos chamado essa etapa de planejamento de pontos de contato”, revela o diretor. Esta etapa do planejamento cuida da programação dos meios que chegarão ao consumidor. Em um evento, por exemplo os pontos de contato podem se iniciar no teaser, passando pelo convite, hot site, recepção, atrações, até a saída e comunicação pós-evento.

4) Planejamento da Execução (ou Planejamento da Produção):
A última fase do planejamento é focada na qualidade da produção, melhor aproveitamento da verba do cliente, e cumprimento de prazos. Esta etapa detalha a mecânica das ações, as praças de execução, o período da ação, a expectativa de pessoas impactadas, a equipe necessária, o volume de brindes e a programação (quando se trata de evento). O planejamento da execução vai definir esses itens e orçá-los, tendo que se adequar à verba definida pelo cliente.


Unir todos os processos de marketing com excelência vai trazer para as empresas o melhor resultado na expansão e reconhecimento da marca no mercado.

Fonte: Por Fábio Bandeira de Mello – www.administradores.com.br


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Mainframes são coisa do passado para a maior parte dos viciados em tecnologia. No entanto, eles podem estar reconquistando parte de sua popularidade. Embora a maior parte das empresas prefira usar bancos de dados menores e mais baratos, algumas gostam da segurança, confiabilidade e facilidade de manutenção dos antigos mainframes.

Para muitas, não existe escolha. Bancos, por exemplo, são obrigados a usar aplicativos criados há décadas, pois mover todas as informações das contas de seus clientes seria um processo caro e, em alguns casos, impossível. Segundo Rakesh Kumar, de uma empresa de pesquisa de marketing, as companhias que podiam abandonar os mainframes já o fizeram.

A IBM, a única grande empresa a ainda vender os mainframes, está tentando mudar o cenário atual. A empresa está focando suas vendas em mercados emergentes, como a China, que precisa de mainframes para lidar com o crescimento de seus bancos. O novo mercado que se abriu a computação em “nuvens” também é promissor. Outras empresas se deram conta do potencial dos mainframes, e já começam a competir com a IBM.

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A Justiça britânica confirmou nesta quinta-feira (21/05) que as batatas “Pringles” são realmente batatas, contrariando o que defendia a fabricante Procter & Gamble e pondo fim a longa batalha judicial na qual a empresa tentava se livrar do Imposto sobre o Valor Agregado (IVA) que taxa este tipo de produto.

A multinacional defendia que as populares “Pringles” não podem ser consideradas batatas, já que somente 42% de sua composição é realmente batata (o resto seria gordura e farinha). Por isso, as “Pringles” não deveriam estar na lista de aperitivos e a Procter & Gamble não precisaria pagar o IVA.

No Reino Unido, os alimentos não são tributados pelo IVA. Uma das exceções são as batatas fritas de saquinho, descrição que inclui as “Pringles”, segundo decisão do tribunal.

A Justiça julgou o caso em outras duas instâncias. Num primeiro momento, declarou que as “Pringles” eram batatas fritas de saquinho. Depois, decidiu o contrário, parecer que foi revertido nesta quinta-feira por um tribunal de apelação.

A lei britânica sobre o IVA é clara e determina que os aperitivos, entre eles “as batatas fritas de saquinho, as batatas palitos e produtos similares elaborados a partir de batata, farinha de batata ou amido de batata”, estão sujeitos a este encargo.

O representante legal da multinacional, Roderick Cordara, defendeu que, para entrar nesta categoria, as “Pringles” deveriam ser majoritariamente compostas por batata, o que não é o caso.

Mas os juízes rejeitaram o argumento de Cordara de que as “Pringles” não são batatas e concluíram que são suficientemente similares às batatas fritas de saquinho para serem incluídas na lista dos produtos taxados pelo IVA.

“Há um teor de batata mais que suficiente para que seja razoável considerar que (as ‘Pringles’) são feitas de batata”, disse o juiz Robin Jacob, em sua decisão judicial.

Um porta-voz da multinacional expressou sua “decepção” pela resolução e reiterou que a posição da empresa continua sendo a de que as “Pringles” deveriam receber “um tratamento fiscal igual ao dos outros aperitivos com os quais concorre no mercado”.

O juiz Jacob afirmou que os assessores legais do Serviço de Alfândegas e Impostos (HRMC, na sigla em inglês) asseguraram que a Procter & Gamble terá que pagar ” aproximadamente 100 milhões de libras (113 milhões de euros) de impostos atrasados e outros 20 milhões de libras (22,6 milhões de euros) anuais a partir de agora”.

No entanto, um porta-voz da multinacional alegou que fez um acordo com o HRMC para pagar o IVA enquanto o caso estivesse sendo revisado pelo Tribunal de Apelações e que, portanto, não está inadimplente.


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A baixa gerência em Marketing das empresas brasileiras possuem salário de 2 a 6 mil reais em média, aponta uma pesquisa da Page Personnel, empresa do grupo Michael Page, obtida com exclusividade pelo Mundo do Marketing. Foram levados em consideração os níveis Analista Júnior, Analista Pleno, Analista Sênior, Supervisão e Gerente Júnior, preteridos em outros levantamentos do tipo no mercado que analisam a média. É a primeira vez que a Page Personnel realiza o estudo, que terá edições anuais.

O nível mais baixo, Júnior, possui salários que variam entre R$ 1.800 e R$ 3.200. Já entre os profissionais de Gerência Júnior, cargo mais alto entre os profissionais de suporte à gestão superior, a variação é entre R$ 5.000 e R$ 6.500.

Entre as empresas de Bens de Consumo, as áreas de Inteligência e Categoria possuem os salários mais altos (R$ 2.500, em Júnior, até R$ 6.500, em Gerência Júnior). Já nas de Indústria, saem na frente Mercado e Desenvolvimento (R$ 2.500 a R$ 6.500), enquanto Inteligência é a com os melhores salários entre as empresas de Serviços.

Bens de Consumo – Empresas de grande porte

A pesquisa separou as empresas em três categorias: Bens de Consumo, Indústria e Serviços. Em cada uma, foram avaliadas separadamente as empresas de grande porte e de pequeno/médio porte. Esse estudo foi elaborado a partir de dados obtidos por consultores da Page Personnel durante o ano de 2008 e início de 2009, considerando informações de mercado, de candidatos e de clientes, em todo o Brasil.

Bens de Consumo – Empresas de pequeno/médio porte

Salários estão estagnados por conta da crise
Não há grandes variações salariais entre cargos da mesma área e nível entre as empresas das diferentes categorias, mas pode ser percebida uma diferença entre aquelas de grande porte em relação às pequenas e médias, que pagam algumas centenas de reais a menos. A pesquisa levou em consideração também a área de Vendas, que empregaria mais profissionais por conta da falta de estruturas de Marketing em outras cidades fora de São Paulo, onde ficam centralizadas as equipes de Marketing.

O estudo não leva em consideração bônus ou benefícios, como previdência privada, seguro de vida, assistência médica e odontológica, auxílio estudo, entre outros. “As empresas disputam os mesmos profissionais, por isso a variação de salários não é tão grande. Há até empresas de pequeno porte que possuem uma estratégia agressiva para atrair bons executivos, mas são exceções”, afirma Rafael Vanselow, Gerente Executivo da Page Personnel, em entrevista ao Mundo do Marketing.

Apesar de não haver um estudo anterior comparativo, já que se trata da primeira edição, Vanselow percebe que os salários não têm crescido nos últimos 12 meses, por conta da crise econômica. Haveria uma estagnação. Em compensação, ele afirma que o profissional brasileiro em início de carreira é bem pago em relação àqueles no exterior, baseado em sua vivência recente nos Estados Unidos.

Mais detalhes podem ser encontrados na pesquisa completa disponível no site da Page Personnel.

Saiba Mais:

Diretor de Marketing pode receber R$ 1 milhão por ano


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Com Sanyo, Panasonic é gigante de eletrônico

A Panasonic informou que adquiriu controle majoritário da Sanyo, oficialmente formando uma das maiores fabricantes de eletrônicos do mundo.

A companhia explicou que converteu ações preferenciais para ter domínio de 50,27% das ações da Sanyo. A Panasonic comprou as ações por 4,6 bilhões de dólares no dia 9 de dezembro.

A aquisição dá à Panasonic acesso às tecnologias de bateria recarregável e painéis solares da Sanyo, porém a Panasonic deve encontrar uma forma de recuperar o desempenho da Sanyo, que teve prejuízo de 338 milhões de dólares no último semestre.

Segundo a Panasonic, a marca Sanyo será mantida e as ações da companhia continuarão listadas na bolsa de valores de Tóquio.

O acordo demorou vários meses para ser concluído porque regulares antitruste estavam analisando a oferta.


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Emirado pede prazo para pagamento de dívida de US$ 59 bilhões.
Risco de calote espalha temor entre os mercados mundiais

O índice Nikkei da Bolsa de Tóquio fechou nesta sexta-feira (27) com queda de 3,2%, seguindo o temor dos mercados mundiais provocado pelo anúncio da moratória de Dubai.

Nesta quinta-feira, o Emirado de Dubai declarou que vai pedir adiamento do pagamento de parte da sua dívida, o que espalhou pelos mercados o medo de que a inadimplência afete bancos expostos à investimentos ligados ao emirado.

O governo de Dubai tentou tranquilizar os mercados afirmando que seu pedido de moratória do pagamento da dívida de US$ 59 bilhões da estatal Dubai World é necessário para “encarar o fardo da dívida”.

Diante do anúncio, vários mercados internacionais fecharam em baixa nesta quinta – entre eles o brasileiro – com medo de que a inadimplência afete bancos que estavam expostos àquela região.

Temor mundial

Os riscos de falência do Emirado de Dubai reavivam as inquietações sobre a saúde financeira de alguns países, em especial da Europa do Leste, esmagados pelo endividamento público e enfraquecidos pela recessão mundial.

A falência de um Estado não é algo frequente. A última aconteceu em 2001, quando a Argentina se declarou inacapaz de honrar os pagamentos de sua dívida externa, fomentando graves tumultos sociais e abrindo uma crise que se alastrou por vários anos.

Porém, com a recessão, o risco desse cenário volta a ameaçar. Obrigados a socorrer os contribuintes e os bancos, os estados contraíram empréstimos com os mercados para financiar seus déficits. De acordo com a agência Moody’s, a dívida pública mundial vai aumentar 45% entre 2007 e 2010.

Em consequência, os mercados podem deixar de comprar títulos de dívida pública e as obrigações emitidas por alguns Estados, ameaçando seu abastecimento de dinheiro.

“Os problemas surgem quando os mercados perdem confiança na capacidade de um país de pagar sua dívida”, resumiu o economista Juan Carlos Rodado, da Natixis.

Fonte: Yahoo


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O frigorífico Marfrig, de São Paulo, anunciou acordo para a compra da Seara Alimentos, de SC, que pertence à multinacional americana Cargill. O valor da transação é de US$ 900 milhões, dos quais US$ 706,2 milhões em moeda e US$ 193,8 milhões em dívidas que serão assumidas pela nova controladora.

A aquisição coloca a Marfrig como uma das principais empresas de carnes do país já que a Seara é a segunda maior produtora de aves do Brasil, atrás, apenas da Brasil Foods.

O financiamento para a compra poderá envolver aumetno de capital da Marfrig, por meio da oferta primária de ações.

Fonte: ZeroHora


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O que determina o sucesso na apresentação de um trabalho de conclusão de curso (TCC), exigido ao término da graduação? Na opinião da vice-diretora da FEA (Faculdade de Economia e Administração) e professora da PUC-SP (Pontifícia Universidade Católica), Elisabete Adami, a resposta seria a segurança no conteúdo.

“O primeiro fator fundamental é o aluno ter segurança sobre o trabalho que fez. O grande erro é não conhecer bem o tema”, afirmou.

Orientador

De acordo com Elisabete, se há uma falha no momento da apresentação do trabalho, a culpa também é do orientador, que não cobrou dos alunos a discussão sobre o tema, para que eles desenvolvessem de forma mais clara e objetiva. Para a professora, 80% do sucesso da apresentação do TCC são responsabilidade do orientador.

“Quando oriento, faço com que os alunos treinem, com que respondam perguntas difíceis. Faço o papel do advogado do diabo. Eles enfrentam tantas dificuldades no processo que já vão preparados para a banca”, disse.

Por isso, é preciso saber escolher bem o orientador. Os principais quesitos a serem analisados nesse momento são o conhecimento que ele possui do tema que será tratado e também de metodologia de trabalho, já que ela pesa bastante na nota final. 

Banca

Na escolha da banca, esses mesmos quesitos devem ser considerados. Em relação ao comportamento do aluno, nesse momento, confira as orientações dadas pela professora:

  • Tenha calma durante a exposição;
  • Não encare a banca como inimiga;
  • Respeite as questões que ela coloca;
  • Responda delicadamente;
  • Cumpra o horário para a resposta.

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Navegador de Internet

Navegadores de Internet

Embora a Microsoft ainda domine o mercado de navegação na internet, sua força está diminuindo.

O anúncio da Google sobre o lançamento de um novo sistema operacional é o golpe mais recente da empresa contra sua principal concorrente, a Microsoft. O Chrome OS será uma extensão do Chrome, o navegador da Google lançado há nove meses.

Em maio deste ano o Chrome alcançou a cota de 1,8% do mercado de navegação. O Internet Explorer ainda tem a maior participação, cerca de 66%, mas há dois anos era de quase 80%.

Estes números, no entanto, não refletem a proporcionalidade de utilização dos navegadores em ambientes empresariais. Segundo algumas estimativas, a Microsoft tem mais de 90% do mercado quando se trata dos computadores de redes corporativas.


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