O Coruja das coisas…
O mundo ao alcance de seus olhos…

Está no ar a promoção Ovo de Coruja.

Para participar, basta comentar este post respondendo a frase: O que você faria se ganhasse um ovo de coruja?

As 3 melhores respostas ganharão um ovo de chocolate cada uma.

E ainda haverá sorteio de brindes para os demais participantes.

O resultado da promoção será divulgado dia 28 de fevereiro de 2010.

Não perca tempo!


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A Justiça britânica confirmou nesta quinta-feira (21/05) que as batatas “Pringles” são realmente batatas, contrariando o que defendia a fabricante Procter & Gamble e pondo fim a longa batalha judicial na qual a empresa tentava se livrar do Imposto sobre o Valor Agregado (IVA) que taxa este tipo de produto.

A multinacional defendia que as populares “Pringles” não podem ser consideradas batatas, já que somente 42% de sua composição é realmente batata (o resto seria gordura e farinha). Por isso, as “Pringles” não deveriam estar na lista de aperitivos e a Procter & Gamble não precisaria pagar o IVA.

No Reino Unido, os alimentos não são tributados pelo IVA. Uma das exceções são as batatas fritas de saquinho, descrição que inclui as “Pringles”, segundo decisão do tribunal.

A Justiça julgou o caso em outras duas instâncias. Num primeiro momento, declarou que as “Pringles” eram batatas fritas de saquinho. Depois, decidiu o contrário, parecer que foi revertido nesta quinta-feira por um tribunal de apelação.

A lei britânica sobre o IVA é clara e determina que os aperitivos, entre eles “as batatas fritas de saquinho, as batatas palitos e produtos similares elaborados a partir de batata, farinha de batata ou amido de batata”, estão sujeitos a este encargo.

O representante legal da multinacional, Roderick Cordara, defendeu que, para entrar nesta categoria, as “Pringles” deveriam ser majoritariamente compostas por batata, o que não é o caso.

Mas os juízes rejeitaram o argumento de Cordara de que as “Pringles” não são batatas e concluíram que são suficientemente similares às batatas fritas de saquinho para serem incluídas na lista dos produtos taxados pelo IVA.

“Há um teor de batata mais que suficiente para que seja razoável considerar que (as ‘Pringles’) são feitas de batata”, disse o juiz Robin Jacob, em sua decisão judicial.

Um porta-voz da multinacional expressou sua “decepção” pela resolução e reiterou que a posição da empresa continua sendo a de que as “Pringles” deveriam receber “um tratamento fiscal igual ao dos outros aperitivos com os quais concorre no mercado”.

O juiz Jacob afirmou que os assessores legais do Serviço de Alfândegas e Impostos (HRMC, na sigla em inglês) asseguraram que a Procter & Gamble terá que pagar ” aproximadamente 100 milhões de libras (113 milhões de euros) de impostos atrasados e outros 20 milhões de libras (22,6 milhões de euros) anuais a partir de agora”.

No entanto, um porta-voz da multinacional alegou que fez um acordo com o HRMC para pagar o IVA enquanto o caso estivesse sendo revisado pelo Tribunal de Apelações e que, portanto, não está inadimplente.


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São mais de 120 anos de história contados em apenas 2 minutos.

A propaganda acima foi criada para a Hovis Bakery, uma tradicional fabricante de pães no Reino Unido.

Foi lançado em setembro de 2008, intitulado Go on Lad é um recorte histórico dos 122 anos de existência da Hovis Bakery, com diversos acontecimentos importantes na vida britânica. Desde a partida do Titanic aos primeiros carros, passando pela I e II Guerras Mundiais, incluindo a Blitz Londrina (57 noites consecutivas de bombardeio pelas exército nazista alemão em 1940), a Copa do Mundo em 1966 e a virada do milênio do ano 2000 para 2001.

Go on Lad é praticamente um curta-metragem. É muito interessante e deu um trabalhão de pesquisa para ficar pronto. Foram meses de filmagem para esses 2 minutos. O filme está na lista dos favoritos para Cannes Lions 2009, no fim do mês.

Criado pela agência MCBD, produzido por Rattling Stick.


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Uma eficiente ferramenta do Marketing.

A Análise SWOT é uma ferramenta de gestão muito utilizada pelas empresas como parte do planejamento de Marketing.

  • Strenghts(Forças)
  • Weaknesses (Fraquezas)
  • Opportunities (Oportunidades)
  • Threats (Ameaças)

Forças – Fraquezas - Oportunidades – Ameaças

São ferramentas de apoio ao processo de planejamento estratégico.

Dentro de uma análise organizacional, temos:

  • No Ambiente Interno: Forças e Fraquezas.
  • No Ambiente Externo: Oportunidades e Ameaças.

Sua importância no apoio à formulação de estratégias, deriva de sua capacidade de promover um confronto entre as variáveis internas e externas, facilitando a geração de alternativas de escolhas estratégicas, bem como de possíveis linhas de ação.

A análise SWOT é, portanto, um instrumento de fácil aplicação e pode ser de grande utilidade no planejamento das organizações.

FORÇAS

Correspondem aos recursos e capacidades da empresa que podem ser combinados para gerar vantagens competitivas com relação a seus competidores:

  • Marcas de Produtos
  • Conceito da Empresa
  • Participação de Mercado
  • Vantagens de Custos
  • Localização
  • Fontes Exclusivas de Matérias-Primas
  • Grau de Controle Sobre a Rede de Distribuição

FRAQUEZAS

Os pontos mais vulneráveis da empresa em comparação com os mesmos pontos de competidores atuais ou em potencial:

  • Pouca Força de Marca
  • Baixo Conceito Junto ao Mercado
  • Custos Elevados
  • Localização Não Favorável
  • Falta de Acesso a Fontes de Matérias-Primas
  • Pouco Controle Sobre a Rede de Distribuição 

OPORTUNIDADES

Correspondem às oportunidades para crescimento, lucro e fortalecimento da empresa, tais como:

  • Necessidades Não Satisfeitas do Consumidor
  • Aumento do Poder de Compra do Mercado
  • Disponibilidade de Linhas de Crédito

AMEAÇAS

Correspondem a mudanças no ambiente que apresentam ameaças à sobrevivência da empresa, tais como:

  • Mudanças nos Padrões de Consumo
  • Lançamento de Produtos Substitutivos no Mercado
  • Redução no Poder de Compra dos Consumidores

Análise do Ambiente Interno

Forças e Fraquezas

Uma coisa é discernir as oportunidades atraentes do ambiente; outra é possuir as competências necessárias para aproveitar bem essas oportunidades. Assim, é necessária a avaliação periódica das forças e fraquezas de cada negócio.

A administração ou uma consultoria Externa avalia as competências de marketing, finanças, de produção e organizacional e classifica cada fator em termos de força (importante, sem importância e neutro) e de fraqueza (importante ou sem importância).

A grande questão é se o negócio deve ficar limitado a essas oportunidades em que possui as forças exigidas ou se deve adquirir forças para explorar outras oportunidades melhores.

É importante ter em mente que os pontos fortes só podem ser considerados fortes se suas capacidades e recursos estiverem alinhados aos Fatores Críticos de Sucesso (FCS) da empresa.

Análise do Ambiente Externo

Oportunidades e Ameaças

Uma vez declarada a missão da empresa, seus executivos devem conhecer as partes do ambiente que precisam monitorar para atingir suas metas.

Em geral a empresa precisa monitorar as forças macroambientais (demográficas, econômicas, tecnológicas, políticas, legais, sociais e culturais) e os fatores microambientais importantes (consumidores, concorrentes, canais de distribuição, fornecedores) que afetam sua habilidade de obter lucro.

Oportunidades

Oportunidades: Um importante propósito da análise ambiental é identificar novas oportunidades de marketing e mercado.

Oportunidade de Marketing: é uma área de necessidade do comprador em que a empresa pode atuar com rentabilidade.

As oportunidades podem ser classificadas de acordo com a atratividade e a probabilidade de sucesso.

A probabilidade de sucesso da empresa não depende apenas da força de seu negócio, das exigências básicas para ser bem-sucedida em seu mercado alvo, mas também das suas competências para superar seus concorrentes.

A mera competência não constitui uma vantagem competitiva. A empresa de melhor desempenho será aquela que pode gerar o maior valor para o consumidor e sustentá-lo ao longo do tempo.

Ameaças

Ameaça Ambiental: é um desafio decorrente de uma tendência ou desenvolvimento desfavorável que levaria, na ausência de ação defensiva de marketing, a deterioração das vendas ou lucro. As ameaças devem ser classificadas conforme seu grau de relevância ou probabilidade de ocorrência.

Para lidar com essas ameaças, a empresa precisa preparar planos de contingência para enfrentá-las antes ou durante suas ocorrências.

Análise do Ambiente

Uma vez a administração ter identificado as principais oportunidades e ameaças enfrentadas pela empresa, é possível caracterizar sua atratividade global.

Quatro resultados são possíveis:

  1. Um negócio ideal é alto em termos de oportunidades e baixo em termos de ameaças;
  2. Um negócio especulativo é alto tanto em termos de oportunidades como de ameaças;
  3. Um negócio maduro é baixo em termos de oportunidades e baixo em ameaças; 
  4. Um negócio arriscado é baixo em termos de oportunidades e alto em ameaças.

Análise da Situação Atual

Depois de identificados os pontos fortes e pontos fracos e analisadas as oportunidades e ameaças, pode-se obter a matriz SWOT.

A matriz SWOT traça uma análise da situação atual do negócio e deve ser refeita regularmente, dependendo da velocidade com que seu ambiente, seu setor e sua própria empresa mudam.   

Passos para obter a matriz SWOT

  1. Divida todos os pontos fortes que identificou em dois grupos, os que estão e os que não estão associados a oportunidades potenciais ou ameaças latentes em seu setor;
  2. Divida todos os pontos fracos da mesma forma um grupo associado a oportunidades, o outro a ameaças;
  3. Construa uma matriz com quatro quadrantes;
  4. Inclua os pontos fortes e fracos de sua empresa, juntamente com as oportunidades e ameaças do setor, em cada uma das quatro caixas.
Modelo de Ações
Modelo de Ações

A análise SWOT fornece uma orientação estratégica útil. Grande parte dela é bom senso.
Primeiro corrija o que está errado.
Em seguida, aproveite ao máximo as oportunidades que você identificou no mercado.

Só depois pode se dar ao luxo de prestar atenção a outros problemas e áreas.
Certifique-se de abordar cada uma das seguintes etapas em sua análise:

  • Elimine possíveis pontos fracos da empresa identificados em áreas nas quais você enfrenta ameaças graves de seus concorrentes e tendências desfavoráveis em um ambiente de negócios dinâmico;
  • Capitalize as oportunidades descobertas onde sua empresa tem pontos fortes significativos;
  • Corrija possíveis pontos fracos identificados em áreas que contêm oportunidades potenciais;
  • Monitore as áreas nas quais você identificou pontos fortes para não ser surpreendido no futuro por possíveis riscos latentes.
Análise SWOT
Análise SWOT

Uma forte tendência vem surgindo no mercado nos últimos anos, trata-se da “Inovação de Valor”. As Estratégias Convencionais estão dando lugar a Estratégias Inovadoras, ou seja, em vez de se esforçarem para superar os concorrentes, concentraram o foco em tornar a concorrência irrelevante, oferecendo saltos no valor para os compradores e para as próprias empresas.

A “Inovação de Valor” atribui a mesma ênfase ao valor e à inovação. Sem inovação tende a concentrar-se na criação de valor em larga escala, algo que aumenta o valor, mas não é suficiente para sobressair-se no mercado. Sem valor tende a ser movida a tecnologia, promovendo pioneirismo ou futurismo que talvez se situem além do que os compradores estejam dispostos a aceitar e a comprar.

Inovação de Valor
Inovação de Valor
Estratégias Inovadoras e Convencionais
Estratégias Inovadoras e Convencionais

Conclusão

A mudança é a única constante em qualquer negócio, setor, mercado…

Mudança constante significa que a análise SWOT não pode ser feita uma única vez; é preciso rever a matriz regularmente à medida que seus concorrentes crescem e o ambiente à sua volta muda.

A análise SWOT é uma ferramenta extremamente útil e deve ser utilizada continuamente com o objetivo de clarear o caminho a ser seguido e o que deve ser feito.

A estratégia SWOT resume-se em eliminar os pontos fracos em áreas onde existem riscos e fortalecer os pontos fortes em áreas onde se identificam oportunidades.

À medida que implementa sua estratégia, a empresa precisa rastrear os resultados e monitorar os novos desenvolvimentos nos ambientes interno e externo. Alguns ambientes mantêm-se estáveis de um ano para outro. Outros se desenvolvem lentamente, de maneira previsível. Ainda outros mudam rapidamente de maneira imprevisível.

O certo é que o ambiente mudará e, quando isso ocorrer, será necessário rever sua implementação, programas, estratégias ou até objetivos.

Veja mais sobre análise SWOT


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O profissional:
O perfil do egresso do curso de Marketing será o de um profissional com as seguintes características:

(1) formação humanista e postura ética na condução dos negócios;

(2) forte instrumentalização técnica na gestão de marketing, calcada em sólidos referenciais teóricos multidisciplinares;

(3) visão de marketing como instrumento de inovação, transformação e desenvolvimento socioeconômico-cultural da sociedade.

Tal formação os habilitará para atuar com eficácia e o máximo de eficiência na gestão de produtos e de mercados de organizações privadas e públicas; além de poder atuar em pesquisas de marketing e gestão de comunicação integrada.

O mercado de trabalho para o profissional de Marketing é amplo e tem crescido muito, afinal, ele é o responsável por facilitar e promover a imagem e as vendas de uma empresa, seja ela privada ou pública. No entanto, para se destacar, é necessário que o profissional esteja sempre atualizado com as principais tendências e informações do mercado.

Mercado de Trabalho:
Existem dezenas de milhares de empresas privadas de médio e grande porte que absorvem profissionais de marketing inovadores e tecnicamente preparados, sem falar de organizações públicas e do terceiro setor que também demandam tais especialistas. Esse profissional pode ainda tornar-se empreendedor de um novo negócio nos setores industrial, comercial ou de serviços.


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O gênio da publicidade

David Ogilvy

David Ogilvy

David Ogilvy é considerado um dos cinco gigantes que desenvolveram o mercado da comunicação após a década de 1920, ao lado de Raymond Rubicam, Leo Burnett, William Bernbach e Ted Bates.

Em 1948, David Ogilvy fundou a agência que hoje é conhecida como Ogilvy & Mather. Começando sem um único cliente e com apenas dois funcionários, transformou a empresa numa das seis maiores networks da publicidade mundial. Atualmente, a Ogilvy & Mather possui 359 escritórios em 100 países.

Talvez mais do que qualquer outra agência, a Ogilvy & Mather desenvolveu-se ao longo dos anos baseando-se em princípios que refletem as visões de seu fundador. David definiu esses princípios no início da sua carreira e nunca mais se afastou deles.

David Ogilvy foi um excepcional copywriter, pessoalmente responsável por algumas das melhores e mais eficazes campanhas publicitárias da História. Entre elas destacam-se “O homem da camisa Hathaway”, a série de anúncios para a Schweppes apresentando o “Comandante Whitehead”, as peças criadas para o sabonete Dove e para a cerveja Guinness.

Foi autor de um memorável anúncio para a Rolls Royce, que trazia talvez o melhor título já escrito para a
publicidade de automóveis: “A 60 milhas por hora, o ruído mais alto do novo Rolls-Royce vem do relógio elétrico”.
O seu primeiro livro, “Confissões de um Publicitário”, publicado em 1963, tornou-se o maior best-seller já feito sobre publicidade. Em 1973, David publicou uma autobiografia, “Sangue, Cérebro e Cerveja”. E, dez anos depois, “Ogilvy on Advertising” ampliou as suas opiniões sobre a publicidade.

David Mackenzie Ogilvy nasceu em West Horsley, Inglaterra, no dia 23 de Junho de 1911. Freqüentou o Colégio de Fettes, em Edimburgo, e Christ Church, em Oxford. Não se graduou em Oxford, conforme confessou anos mais tarde, porque foi expulso. Foi essa a grande falha da sua vida: ”Pensava que iria tornar-me uma estrela em Oxford. E, pelo contrário, fui expulso de lá. Simplesmente não passei nos exames”. Depois de Oxford foi para Paris, onde trabalhou na famosa cozinha do Hotel Majestic. Monsieur Pitard, o “chef de cuisine”, causou-lhe forte impressão e ajudou-o a formar as suas teorias de administração. Quando regressou a Inglaterra, trabalhou como vendedor porta-a-porta dos fogões Aga. Em 1935, escreveu um guia para os vendedores da Aga que foi posteriormente classificado pela revista Fortune como “provavelmente o melhor manual de vendas já escrito”.

Nesse guia, o jovem autor de apenas 24 anos fornecia alguns conselhos que viriam a eternizar-se: “Quanto mais potenciais clientes visitar, mais oportunidades de venda surgirão e, conseqüentemente, mais pedidos irá conseguir. Mas nunca confunda o volume de vendas com a qualidade da venda”.

Emigrando para os Estados Unidos em 1938, torna-se diretor associado do Instituto de Pesquisa e Audiência George Gallup, em Princeton. David Ogilvy cita Gallup como tendo exercido uma das maiores influências no seu modo de pensar. Os métodos de pesquisa rigorosos e a devoção de Gallup pela realidade tornaram-se características marcantes nas ideias de David.

Durante a II Guerra Mundial, trabalhou para a Coordenação de Segurança Britânica, servindo como segundo secretário na Embaixada Britânica em Washington. David Ogilvy reportava a Sir William Stephenson, com quem aprendeu nomeadamente a arte de comunicar através de notas concisas, curtas, extremamente objetivas. Memorandos para Sir William eram rapidamente devolvidos ao remetente com uma das seguintes três palavras, escritas à mão, no alto da página: “SIM”, “NÃO” ou “FALAR”… Neste último caso, David Ogilvy iria vê-lo para discutir o assunto.
Depois da Guerra, David Ogilvy viveu numa comunidade Amish no Condado de Lancaster, Pensilvânia,
trabalhando como fazendeiro. Em 1948, fundou em Nova Iorque a agência de publicidade Ogilvy, Benson & Mather, com o suporte financeiro da agência londrina Mather & Crowther. Trinta e três anos depois, enviou o seguinte memo a um dos seus sócios:
“Alguma agência irá contratar este homem? Ele tem 38 anos, está desempregado. Foi expulso do colégio. Foi cozinheiro, vendedor, diplomata e fazendeiro. Não sabe nada de marketing e nunca sequer escreveu um texto de publicidade. Diz estar interessado em iniciar a carreira de publicitário (aos 38 anos!) e está pronto para trabalhar por US$ 5.000 por ano. Duvido que alguma agência americana o contrate. Contudo, uma agência de Londres acabou realmente por contratá-lo. Três anos depois, tornou-se no mais famoso redator publicitário do mundo e, neste momento, possui a 10ª maior agência de publicidade a nível mundial. Moral da história: algumas vezes, esta é a recompensa por uma agência ser tão criativa e não ortodoxa ao contratar pessoas. D.O.”

Em 1987, a Ogilvy foi comprada pelo grupo britânico WPP por US$ 864 milhões. A aquisição tornou o WPP – que já possuía a J.W. Thompson e outras empresas do setor – a maior companhia de serviços de marketing e comunicação do mundo. Martin Sorrell, executivo chefe do WPP, pediu a David para assumir o posto de chairman da holding, cargo que ocupou durante três anos.

David Ogilvy nasceu em 1911, começou na publicidade em 1935 e faleceu em 21 de julho de 1999.


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Antes vista como mais baratas e de qualidade inferior, agora o momento é diferente para as marcas próprias. Confira!

Marca Própria

Há algum tempo, produtos de marca própria eram automaticamente associados a um produto simples, geralmente mais barato que as marcas tradicionais, e algumas vezes, até de qualidade inferior aos outros da prateleira. Aparentemente, os dias em que a marca própria era percebida apenas como uma imitação se foi.

De acordo com uma pesquisa divulgada pela Nielsen em 2005, a penetração das marcas próprias no mercado global cresce 5% ao ano, enquanto as marcas tradicionais crescem 2%.

De acordo com o 14° Estudo de Marcas Próprias da Nielsen, publicado em 2008, a Europa é a região onde o setor tem o maior nível de desenvolvimento e chega a superar a marca de 40% de participação em países como Suíça (46%) e Reino Unido (43%).

De fato, um dos fatores externos que influenciam esse cenário é a forte concorrência entre grandes cadeias de desconto e a onda de consolidação de varejistas e/ou atacadistas, que geram economias de escala, favorecendo o desenvolvimento de suas próprias linhas de produtos e serviços.

Por consequência, o reconhecimento da importância da figura da marca própria para o negócio em geral fez com que houvesse um empenho no controle e melhoria contínuos da qualidade e entrega dos produtos e serviços oferecidos. Naturalmente, estes produtos começaram a ganhar relevância no dia-a-dia da vida de seus consumidores, que, uma vez surpresos e satisfeitos com a experiência da marca própria passaram a ser mais e mais fiéis a essa.

E partindo da proposta de valor diferenciada, atributos-chave e valores intrínsecos de suas marcas institucionais que varejistas e atacadistas perceberam que o céu era o limite e, diferente da marca tradicional, havia ficado mais fácil expandir suas ofertas para novas categorias, atingindo novos públicos com base em novas tendências de marketing, dentre elas o branding.

Sem dúvida, o uso de ferramentas poderosas de branding, ou gestão de marca, tais como: segmentação inteligente do portfólio da marca em multi-categorias, nomes provocadores e inspiradores para sub-marcas, design sofisticado e inteligente para rótulos e embalagens, código de cores conveniente para diferentes estilos de vida (preço, qualidade, bem-estar e conveniência, ecológica, ética ou fair trade), estão sendo largamente utilizadas como pontos de melhoria constante da marca própria.

Evidentemente, graças às boas práticas de branding, o que se nota é que a apresentação e a qualidade do produto de marca própria têm aumentado sensivelmente. Cada vez mais nos deparamos com produtos com um alto nível de sofisticação nas prateleiras, e, para nossa surpresa, conseguindo ainda manter uma boa relação custo-benefício para diferentes públicos.

Analisando as marcas próprias mais bem sucedidas na Europa, é possível concluir que a vantagem estratégica é o sucesso suportado pela coerência entre a promessa e a entrega da marca institucional, por meio de um relacionamento forte e transparente seja com o consumidor, o fornecedor, o trade, bem como a comunidade. Tal consistência da personalidade da marca trabalhada em todos os pontos de contato com o mercado e o fator “surpreender e encantar”, trazem à marca própria maior respaldo, tornando-a mais próxima, aceita e desejada pelo público em geral.

 

Fonte: HSM Online

Por Jeaninne Carvalho Mettes (sócia-fundadora da Brand Up, consultoria estratégica de gestão de marcas)


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 1.Bradesco

 2.Itaú

 3.Banco do Brasil

 4.Volkswagen

 5.AmBev

 6.Vivo 

 7.Petrobras

 8.GM

 9.OI

10.Fiat

O Bradesco é a marca mais valiosa do Brasil - bem à frente, aliás, do seu grande concorrente, o Itaú, a marca número dois do país.

Esta é a conclusão da quarta edição de um estudo que aponta as cem marcas brasileiras de maior valor. O levantamento foi feito pela britânica Brand Finance, a maior empresa de avaliação de marcas do mundo. O estudo foi feito em dezembro e será divulgado nas próximas horas.    

Segundo a Brand Finance, a marca Bradesco vale 16,2 bilhões de reais. O Itaú, 11,8 bilhões de reais. Os bancos estão bem na fotografia: o Banco do Brasil aparece em terceiro lugar, valendo 7,4 bilhões de reais.   

Algumas empresas que tiveram notórios problemas em 2008 desceram a ladeira. A Sadia perdeu 46% do seu valor - era a 17ª da lista de 2007 e hoje é a 32ª. A Aracruz, que assim como a Sadia, foi atropelada pelo trem dos derivativos cambiais, perdeu 28% do seu valor. A Gol e TAM, donas de prejuízos monumentais em 2008, também perderam: 47% e 51%, respectivamente.

De acordo com a Brand Finance, a crise pode ter atingido (e atingiu em cheio) o valor de mercado das empresas brasileiras, mas suas marcas não experimentaram retração. Enquanto, o valor de mercado das empresas listadas em bolsa caiu 351 bilhões de reais ante 2007 - uma redução de 25,3%, a soma do valor das marcas aumentou 5,7%, Em reais, um total de 12,3 bilhões.

Fonte: Brand Finance / Veja


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