Está no ar a promoção Ovo de Coruja.
Para participar, basta comentar este post respondendo a frase: O que você faria se ganhasse um ovo de coruja?
As 3 melhores respostas ganharão um ovo de chocolate cada uma.
E ainda haverá sorteio de brindes para os demais participantes.
O resultado da promoção será divulgado dia 28 de fevereiro de 2010.
Não perca tempo!
Tags: Coruja, Promoção, Propaganda
O reconhecimento de uma empresa passa por diversos fatores como qualidade na prestação de um serviço/produto, bom atendimento, investimentos na marca visual, divulgação, entre outros. Aliar todos esses quesitos e, posteriormente, mantê-los com eficiência é o grande desafios das empresas, independentemente do porte. Além disso, o mercado cada vez mais competitivo em todos os segmentos, exige que as empresas busquem um diferencial para atrair os consumidores/clientes.
De acordo com Maurício de Almeida, diretor de Planejamento da agência Plano1, para dar um “up” na marca do empreendimento é preciso planejamento nas estratégias de divulgação, com um eficiente esquema de marketing promocional. “Seja no início de uma nova campanha, quando se define o direcionamento e os objetivos, ou na fase de execução e acompanhamento de resultados, o planejamento é fundamental para garantir o sucesso de uma campanha de marketing promocional”.
De acordo com o especialista, a estrutura de divulgação para o reconhecimento de uma marca passa por quatro processos. “Para compreender todas as etapas de uma campanha promocional, o planejamento deve incluir, além da estratégia, as formas de comunicação, pontos de contato e a execução”, afirma Almeida. Confira detalhes das quatro fases para um planejamento completo de marketing promocional elaborado pela empresa Plano 1.
1) Planejamento Estratégico (ou Planejamento de Marketing):
Nesta fase é preciso entender o cliente e suas expectativas, bem como detalhar as características gerais do serviço ou produto a ser trabalhado. Conhecer os pontos fortes e fracos do produto, os diferenciais e o histórico de mercado ajuda no desenvolvimento de uma ação mais completa e que atinja a necessidade do cliente. Dados relacionados ao consumidor, à concorrência e à categoria do produto ou serviço também são imprescindíveis para que a equipe encontre o melhor insight para embasar o planejamento criativo.
2) Planejamento da Comunicação (ou Planejamento Criativo):
De posse do direcionamento inicial da ação, que pode estar relacionado ao consumidor, ao produto ou à categoria, chega a hora de criar o conceito criativo da comunicação. Este conceito define em poucas palavras os valores ou características que a marca pretende valorizar e registrar na mente do consumidor.
3) Planejamento dos Pontos de Contatos (ou Planejamento de Mídia):
A etapa seguinte, de acordo com a agência, é a definição da forma prática como a comunicação deverá tocar o público. “Nas agências de propaganda, isso se chama planejamento de mídia, porém, de alguns anos para cá, com a multiplicidade de meios, temos chamado essa etapa de planejamento de pontos de contato”, revela o diretor. Esta etapa do planejamento cuida da programação dos meios que chegarão ao consumidor. Em um evento, por exemplo os pontos de contato podem se iniciar no teaser, passando pelo convite, hot site, recepção, atrações, até a saída e comunicação pós-evento.
4) Planejamento da Execução (ou Planejamento da Produção):
A última fase do planejamento é focada na qualidade da produção, melhor aproveitamento da verba do cliente, e cumprimento de prazos. Esta etapa detalha a mecânica das ações, as praças de execução, o período da ação, a expectativa de pessoas impactadas, a equipe necessária, o volume de brindes e a programação (quando se trata de evento). O planejamento da execução vai definir esses itens e orçá-los, tendo que se adequar à verba definida pelo cliente.
Unir todos os processos de marketing com excelência vai trazer para as empresas o melhor resultado na expansão e reconhecimento da marca no mercado.
Fonte: Por Fábio Bandeira de Mello – www.administradores.com.br
Tags: Empresas, Marca
A Justiça britânica confirmou nesta quinta-feira (21/05) que as batatas “Pringles” são realmente batatas, contrariando o que defendia a fabricante Procter & Gamble e pondo fim a longa batalha judicial na qual a empresa tentava se livrar do Imposto sobre o Valor Agregado (IVA) que taxa este tipo de produto.
A multinacional defendia que as populares “Pringles” não podem ser consideradas batatas, já que somente 42% de sua composição é realmente batata (o resto seria gordura e farinha). Por isso, as “Pringles” não deveriam estar na lista de aperitivos e a Procter & Gamble não precisaria pagar o IVA.
No Reino Unido, os alimentos não são tributados pelo IVA. Uma das exceções são as batatas fritas de saquinho, descrição que inclui as “Pringles”, segundo decisão do tribunal.
A Justiça julgou o caso em outras duas instâncias. Num primeiro momento, declarou que as “Pringles” eram batatas fritas de saquinho. Depois, decidiu o contrário, parecer que foi revertido nesta quinta-feira por um tribunal de apelação.
A lei britânica sobre o IVA é clara e determina que os aperitivos, entre eles “as batatas fritas de saquinho, as batatas palitos e produtos similares elaborados a partir de batata, farinha de batata ou amido de batata”, estão sujeitos a este encargo.
O representante legal da multinacional, Roderick Cordara, defendeu que, para entrar nesta categoria, as “Pringles” deveriam ser majoritariamente compostas por batata, o que não é o caso.
Mas os juízes rejeitaram o argumento de Cordara de que as “Pringles” não são batatas e concluíram que são suficientemente similares às batatas fritas de saquinho para serem incluídas na lista dos produtos taxados pelo IVA.
“Há um teor de batata mais que suficiente para que seja razoável considerar que (as ‘Pringles’) são feitas de batata”, disse o juiz Robin Jacob, em sua decisão judicial.
Um porta-voz da multinacional expressou sua “decepção” pela resolução e reiterou que a posição da empresa continua sendo a de que as “Pringles” deveriam receber “um tratamento fiscal igual ao dos outros aperitivos com os quais concorre no mercado”.
O juiz Jacob afirmou que os assessores legais do Serviço de Alfândegas e Impostos (HRMC, na sigla em inglês) asseguraram que a Procter & Gamble terá que pagar ” aproximadamente 100 milhões de libras (113 milhões de euros) de impostos atrasados e outros 20 milhões de libras (22,6 milhões de euros) anuais a partir de agora”.
No entanto, um porta-voz da multinacional alegou que fez um acordo com o HRMC para pagar o IVA enquanto o caso estivesse sendo revisado pelo Tribunal de Apelações e que, portanto, não está inadimplente.
Tags: Batatas, Empresas, Marca, P&G, Pringles

A Panasonic informou que adquiriu controle majoritário da Sanyo, oficialmente formando uma das maiores fabricantes de eletrônicos do mundo.
A companhia explicou que converteu ações preferenciais para ter domínio de 50,27% das ações da Sanyo. A Panasonic comprou as ações por 4,6 bilhões de dólares no dia 9 de dezembro.
A aquisição dá à Panasonic acesso às tecnologias de bateria recarregável e painéis solares da Sanyo, porém a Panasonic deve encontrar uma forma de recuperar o desempenho da Sanyo, que teve prejuízo de 338 milhões de dólares no último semestre.
Segundo a Panasonic, a marca Sanyo será mantida e as ações da companhia continuarão listadas na bolsa de valores de Tóquio.
O acordo demorou vários meses para ser concluído porque regulares antitruste estavam analisando a oferta.
Tags: Empresas, panasonic, sanyo
O frigorífico Marfrig, de São Paulo, anunciou acordo para a compra da Seara Alimentos, de SC, que pertence à multinacional americana Cargill. O valor da transação é de US$ 900 milhões, dos quais US$ 706,2 milhões em moeda e US$ 193,8 milhões em dívidas que serão assumidas pela nova controladora.
A aquisição coloca a Marfrig como uma das principais empresas de carnes do país já que a Seara é a segunda maior produtora de aves do Brasil, atrás, apenas da Brasil Foods.
O financiamento para a compra poderá envolver aumetno de capital da Marfrig, por meio da oferta primária de ações.
Fonte: ZeroHora
Tags: Cargill, Carne, Empresas, Marfrig, SC, Seara
A crise é vista pela indústria de alimentos como uma rede de oportunidades de aquisições e esse segmento da economia vive a expectativa de diversos anúncios de negóciosque estão em análise. Após a criação da Brasil Foods (união entre a Sadia e a Perdigão), dentre as empresas que devem engrossar essa massa de negócios estão a Nestlé, Cargill e Pepsico, que apesar de apresentarem níveis de negociaçõesdistintos, preveem o aumento de aportes e a retomada de investimentos no Brasil, onde o mercado interno é o maior destino da produção. Essa participação deverá aumentar ainda mais em 2009 segundo as estimativas da Associação Brasileira da Indústria da Alimentação (Abia), que prevê crescimento de 2% sobre o faturamento de R$ 268,8 bi do ano passado.
Dentre as três empresas a que está com o processo de aquisição mais adiantado é a Nestlé, segundo o seu presidente, Ivan Zurita, a companhia está desenvolvendo três projetos, sendo que dois estão no processo de análise, em que podem ocorrer fatos que inviabilizem o negócio e uma já está em fase final de acerto. “Já foram discutidos os valores e o contrato que oficializa a aquisição, mas como é um negócio complexo ainda não está assinado”, informou o executivo sem revelar qual empresa será incorporada ao grupo suíço. Zurita apenas disse que essas empresas não atuam em um segmento que concorrem com os outros nos quais a Nestlé atua. “A única coisa que posso falar é que se trata de aquisição na linha de alimentos”, desconversou ele.
Na Pepsico o mistério é o mesmo, de acordo com o presidente da empresa no Brasil, Otto Von Sothen, a multinacional está analisando aquisições nas duas áreas em que atua, alimentos e bebidas, mas não revela quais são os alvos potenciais. “O Brasil é um dos principais mercado que a Pepsico mira para continuar a crescer acima da média do mercado e isso inclui aquisições”, admitiu o executivo.
Um pouco mais distante parece o plano da Cargill de adquirir empresas no mercado brasileiro. Segundo o presidente da multinacional no Brasil, Marcelo Martins, há possibilidade de crescimento no mercado e isso tem levado a empresa a olhar as oportunidades para crescer. Essa posição se dá em função do término dos investimentos que a empresa realizou no último ano fiscal, que terminou em maio. De acordo com Martins, apesar da instabilidade dos preços das commodities e do câmbio, a empresa registrou um ano positivo e que atendeu as metas da companhia.
Crescimento
Segundo o presidente da Abia, Edmundo Klotz, a crise não afetou o setor em função da necessidade das pessoas em se alimentar. De acordo com o executivo o ano de 2009 se mostra estável em relação a 2008, mas que a entidade poderá ter um cenário melhor desenhado após a safra intermediária deste ano. Ele disse ainda que as medidas do governo anunciadas na segunda-feira (29) quanto a incentivos para o setor produtivo apresentam mais o efeito de reflexo na indústria alimentícia do que benefíciosdiretos. “Quando a economia vai bem, o setor acompanha o ritmo, pois as pessoas consomem mais alimentos”, explicou ele.
De olho nesse potencial crescimento de mercado que a Nestlé reafirmou que os investimentos de R$ 350 milhões em 2009 serão aplicados integralmente “sem contar as aquisições planejadas”, ressaltou Zurita, que afirmou esperar um crescimento de 7% no resultado da empresa, mantendo a tradição da operação brasileira da multinacional de ser a subsidiária com maior crescimento mundial da empresa.
Para a Pepsico, que não revela o valor dos investimentos, a empresa mira o mercado centro-oeste e nordeste em decorrência do aumento da renda na região. De acordo com Sothen, já há conversas com o governo do Distrito Federal (DF) para a construção de uma nova fábrica naquela região e já está construindo uma nova unidade na Bahia (BA). Ambas destinadas à produção de alimentos. “A primeira (no DF) ainda está em fase inicial de negociação e a segunda (na BA) deverá iniciar a operação no final de 2010″, completou o executivo.
Fonte: DCI
Tags: Cargill, Empresas, Marca, Marketing, Nestlé, Notícia, Pepsico
A Brasil Foods herdou da Perdigão uma queda-de-braço internacional com a Danone. O motivo do duelo é a compra da argentina La Serenissima, uma das maiores indústrias de laticínios da América do Sul.
Executivos da BRF estiveram recentemente reunidos com representantes do Grupo Mastellone Hermanos, controlador da La Serenissima. Dando prosseguimento a uma negociação iniciada ainda pela Perdigão, apresentaram uma oferta para a compra da empresa argentina. O modelo não prevê o desembolso de dinheiro. A BRF se comprometeria a assumir toda a dívida, em torno de US$ 250 milhões, e os argentinos permaneceriam com uma participação minoritária em uma companhia financeiramente saudável.
O problema é que a Danone tem feito de tudo para brecar a operação. Sócio da La Sereníssima em uma joint venture para a produção e venda de laticínios na Argentina, o grupo francês evocou um antigo acordo que lhe garante o direito de preferência para a aquisição da empresa.
No entanto, a Danone sentou em cima da opção de compra e não apresentou qualquer oferta formal. Na visão da BRF, os franceses não estão nem um pouco interessados em assumir o controle da LaSerenissima. O que eles querem mesmo é impedir a entrada da empresa brasileira no mercado de laticínios argentino.
A BRF teria grandes benefícios com o movimento, o principal deles a possibilidade de driblar as barreiras alfandegárias impostas pelo governo argentino ao leite e derivados brasileiros. Presente nos dois lados da fronteira, a Danone sabe muito bem a vantagem que essa dupla operação representa.
Fonte: Cidade Biz
Tags: Brasil Foods, BRF, Empresas, Marketing, Notícia








