O Coruja das coisas…
O mundo ao alcance de seus olhos…

No ambiente de trabalho, é comum que algumas vezes a cultura da empresa e os valores dos funcionários acabem entrando em choque. Porém, se a situação se estende por muito tempo, talvez seja o momento de prestar atenção e avaliar se não é hora de dizer tchau.

De acordo com o consultor de RH da Human Brasil, Fernando Montero da Costa, uma das situações que mais impulsionam as pessoas a mudarem de emprego é a falta de oportunidades. Porém, diz ele, é preciso observar se o problema é da empresa ou do próprio funcionário. “Às vezes, o profissional é acomodado, ou não deixa claro as suas expectativas”, diz.

Empresa

Por outro lado, explica ele, existem alguns lugares que não possuem plano de carreira, ou são extremamente desorganizados.

“Existem algumas empresas que acabam, por exemplo, contratando alguém de fora ou dando oportunidades para funcionários mais novos, sendo que dentro da companhia existem pessoas preparadas para tais funções, que estão há mais tempo na companhia e que já sinalizaram que gostariam de uma oportunidade. Situações como essas geram desconforto e acabam fazendo com que estes profissionais queiram mudar de emprego”, diz.

Atitudes

Para saber se o problema é do profissional ou da empresa, Costa dá alguns conselhos:

* Em primeiro lugar, preste atenção ao seu comportamento. Você se mostra interessado? Mostra resultados? Está atento às expectativas da empresa?

* Segundo o consultor, o momento de avaliação de desempenho é uma boa oportunidade de checar se está atendendo às expectativas. Por isso, aproveite este espaço para perguntar sobre o seu trabalho, o seu desempenho e aproveite para se colocar disponível para novos desafios e oportunidades.

* Se ainda assim, após um tempo nada acontece. Observe a situação da empresa, os resultados, se ela tem plano de carreira, se é organizada.

* Caso haja a conclusão de que as oportunidades de evolução são poucas, sendo que os cargos de chefia são praticamente perenes, talvez seja a hora de dar tchau.

Fonte: Gladys Ferraz Magalhães – InfoMoney


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Escolher uma profissão por volta dos 18 anos não é uma tarefa considerada muito fácil para a maioria dos alunos. Afinal de contas, a decisão terá reflexos por toda a vida. Mas, neste momento, o que deve ser avaliado?

Segundo a consultora de Recursos Humanos, Patrícia Santos de Jesus, a decisão deve ser tomada baseada no que a pessoa gosta e em seus interesses pessoais. “Escolha da profissão é igual à de um casamento. Tem de investir naquilo que gosta, além de pensar nos seus interesses como morar na cidade, no campo, viajar o mundo inteiro. Tudo isso deve ser avaliado”, explicou.

Para algumas pessoas, a escolha da profissão é motivada pelas oportunidades de emprego e altos salários. Estes critérios não são os mais corretos e podem gerar frustrações. 

Família

De acordo com Patrícia, a família sempre influencia a escolha da carreira profissional, tanto de maneira positiva como negativa. “Muitos alunos não sabem o que querem, mas sabem que não querem seguir a profissão dos pais. Isso é considerado uma influência”, afirmou.

A família também pode ajudar neste momento, revelando quais são as principais características da pessoa. Esta ajuda não precisa ser feita somente pelos familiares, amigos e pessoas próximas também podem cooperar.

Dicas para facilitar a escolha

É importante que o aluno procure o máximo de informações sobre os cursos que pretende escolher. Busque também ter conhecimento das matérias que serão estudadas na faculdade e as áreas em que pode atuar.

Muitas universidades permitem que os vestibulandos e alunos do Ensino Médio conheçam seus estabelecimentos e até assistam a alguma aula.

Outra dica é conversar com algum profissional que atua na área em que você está pensando em escolher. Procure uma pessoa que seja realizada profissionalmente e tire suas dúvidas. O aluno pode contar ainda com ajuda de um profissional que aplicará teste vocacional.

Fonte: Informoney


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Independente da área de atuação é necessário que o gestor procure extrair o melhor da sua equipe para alcançar as metas esperadas. Mas, como conseguir os resultados de uma equipe? O que faz um gestor mais eficaz do que o outro?

Diante desses dilemas é importante entender que o papel do gestor/chefe está muito além de apenas cobrar a execução das tarefas. É preciso estabelecer metas, gerenciar uma rotina e, principalmente, acompanhar o andamento das atividades. Essa avaliação constante do andamento das tarefas é conhecida também como follow-up.

Na era da administração participativa, o conceito de trabalho em equipe precisa realmente acontecer. Os gestores devem mostrar aos subordinados que também fazem parte do “grupo”. A ausência do chefe no processo de realização das atividades pode atrapalhar na produtividade e desempenho da equipe. 

Para o consultor Edson Rodriguez, vice-presidente da Thomas Brasil, empresa especializada em treinamento gerencial de liderança e motivação, o fololw-up é uma forma de alavancar resultados. “O follow-up bem feito transmite segurança à equipe e bons líderes sabem disso: delegam, dão suporte, estimulam a criatividade e cobram resultados, excelência e prazo”.

O especialista enumera também alguns fatores para os gestores conquistarem melhores resultados com a equipe pondo em prática o follow-up de forma adequada. Confira:


- O intervalo de tempo entre os períodos de checagem deve ser curto o suficiente para permitir intervenções antes que seja tarde demais, e longo o suficiente para que o colaborador sinta que a empresa confia no trabalho dele;


- Os itens a serem checados devem estar relacionados com as metas, tanto específicas quanto periféricas, com ênfase maior nas específicas, porque elas é que, usualmente, agregam maior valor;


- A abordagem: pessoas são diferentes entre si, percebem os estímulos ambientais de modo diferente. O que é uma simples cobrança de rotina para um indivíduo pode soar como enorme desconfiança para outro. Para manter a motivação e o entusiasmo das pessoas, é preciso levar esse aspecto em consideração (pessoas diferentes, abordagens diferentes…);


- O elogio: não se deve desperdiçar a oportunidade de reconhecer o bom trabalho e insuflar ânimo nas pessoas;


- O suporte: pessoas esperam por direção, por ajuda. A real contribuição do gestor no sentido de orientar e ajudar a criar novas idéias para superar problemas na execução do trabalho são aspectos fundamentais no follow-up;


- A cobrança firme dos resultados parciais esperados: suporte, otimismo, elogios não são os únicos fatores. A firmeza, a exigência de altos padrões também é uma forma de mostrar uma liderança atuante e isso ocorre durante o follow-up;


- O estímulo ao uso dos recursos que cada indivíduo tem à sua disposição: as pessoas precisam ser estimuladas a usar ao máximo suas capacidades. Fuja das situações nas quais o funcionário sabe a resposta, o que tem que ser feito, mas aguarda que você descubra e só então diga a ele o que fazer. Isso é pernicioso e usualmente encobre problemas de relacionamento.

O follow-up não acontece apenas na relação entre gestores e equipe. Esse acompanhamento pode está direcionado na esfera profissional, pessoal e comercial. É muito comum um follow-up no relacionamento entre cliente e empresa. Isso pode gerar confiança e fidelização dos consumidores com a organização.

Fonte: Fábio Bandeira de Mello – www.administradores.com.br


As mulheres poderosas adquiriram um orgulho em mostrar que são mais duronas que os homens. Margaret Thatcher fazia piadas sobre o tema com os membros de seu gabinete, e durante a campanha presidencial, Hillary Clinton lançou propagandas afirmando que ela era mais capaz de lidar com questões de segurança que seu opositor, Barack Obama.

No entanto, uma nova geração de feministas argumenta que o potencial das mulheres nunca será atingido caso elas joguem “pelas regras dos homens”. De acordo com elas, as mulheres são mais predispostas a consenso, menos agressivas e mais colaborativas. O argumento seria de que essas qualidades são mais valorizadas nos negócios que as tipicamente masculinas.

Esta tendência pode ser perigosa, pois cada vez mais empresas decidem tratar seus empregados não por mérito, mas baseado no gênero. Deve demorar ainda 60 anos para mulheres terem igual representatividade aos homens no comando de companhias, mas é um erro abandonar a meritocracia para tentar acelerar o processo.


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Você já parou para pensar sobre seu comportamento no ambiente de trabalho? Considera que otimismo, bom humor, motivação, respeito, ética, comunicação corporal e o sorriso no rosto são indispensáveis para conseguir sucesso na carreira?

Pois saiba que ter estas características e atitudes são fundamentais para conquistar admiradores e conseguir alcançar o que deseja. É verdade que a promoção na carreira depende da avaliação de outras pessoas, mas depende também muito do seu comportamento.

“Se você trabalha em uma organização, não importa o cargo que exerça, à medida que for ocupando funções mais elevadas, perceberá que a pirâmide fica mais estreita, competitiva, exigente e seletiva. Daí, usar o bom senso, o senso de humor e a atitude positiva são sempre importantes para seu crescimento profissional”, explicou o diretor do Instituto das Concessionárias do Brasil, Evaldo Costa.

Em um processo seletivo, em que os candidatos estão empatados nos quesitos técnicos e comportamentais, provavelmente será escolhida a pessoa que o líder mais simpatizar e gostar. Ser agradável e simpático é um diferencial.

A importância da aparência

Além de ter um comportamento positivo, é importante que o profissional tenha cuidados com a aparência. Mas será que a apresentação pessoal está relacionada diretamente com a remuneração?

Segundo Costa, a aparência pode influenciar sim no salário. “Recentemente, li um estudo realizado por uma universidade norte-americana sobre este assunto. Segundo a publicação, foram 7 mil adultos entrevistados. Eles foram divididos em dois grupos e de acordo com critérios da aparência. Depois compararam a remuneração por trabalho semelhante. O resultado revelou que aqueles que estavam abaixo da média na aparência ganhavam menos do que aqueles que estavam classificados como na média e acima da média”, afirmou.

Não podemos esquecer que o conceito de aparência é muito amplo e subjetivo. Mas é importante analisar o estilo e a limpeza das roupas, o brilho dos sapatos, vinco da camisa, escolha de cores, corte de cabelos, ter unhas aparadas e limpas e usar um traje discreto e adequado ao ambiente que você usa para trabalhar.

Com bom comportamento e boa aparência, muitas portas podem se abrir em sua trajetória profissional!

Fonte: InfoMoney


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O índice Big Mac criado pela Economist é baseado na teoria da paridade de poder de compra de produtos, no caso, o sanduíche da rede de lanchonetes Mc Donald’s. O índice serve para mostrar quais moedas estão mais ou menos valorizadas. A moeda mais supervalorizada em relação ao dólar é o dólar norueguês. Na Noruega o preço de um Big Mac é US$ 7, contra os US$ 1,83 da economia chinesa, que trabalha com o desvalorizado yuan.

Veja no gráfico da Economist:

BigMac

Fontes: Economist – Taste and see


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Apesar da Nokia ainda ser a empresa que mais cresce dentro do mercado de smartphones, ela perde cada vez mais espaço para a Apple e para o BlackBerry, da empresa Research in Motion. O Google deve também tirar consumidores da empresa, com o lançamento do Nexus One. Nos Estados Unidos, a finlandesa Nokia já é considerada coisa do passado.

A empresa terá que se reinventar para continuar competitiva. Enquanto por anos seu foco foi no desenvolvimento de hardware de qualidade, agora ele deve migrar para o desenvolvimento de software. A empresa deve se tornar também mais ágil no lançamento de seus produtos. Atualmente seu planejamento é para semestres, quando deveria ser para semanas ou meses.

Não é a primeira vez que a Nokia precisa mudar sua forma de fazer negócios, embora agora as mudanças sejam mais profundas. A empresa já iniciou uma reestruturação. Seu catálogo de smartphones foi cortado pela metade e o investimento concentrado na promoção do smartphone Ovi, para disputar com a Apple e outras empresas. A mudança de foco de hardware para software é extremamente complicada, apenas a IBM conseguiu realizá-la com sucesso, mas a Nokia tem experiência necessária para fazer a transferência dar certo.

Fontes: Economist – Bears at the door


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O número total de muçulmanos em todo o mundo chega a 1,57 bilhão, quase um quarto da população total do planeta, segundo uma pesquisa realizada pelo Pew Research Center. Quase dois terços deles vivem na Ásia, sendo a Indonésia o país com o maior contingente (203 milhões), seguida de Paquistão (174 milhões) e Índia (106 milhões).

Uma das descobertas mais surpreendentes é que o país europeu com a maior população muçulmana não é a França, nem a Alemanha, mas a Rússia, com 16,5 seguidores do Islã, quase 12% da população total. Comparada com outros estudos, esta pesquisa estima, para menos, o número de devotos de Maomé na França, 3,6 milhões, e nos EUA, 2,5 milhões. Nos dois países, o princípio de estado laico impede que se incluam perguntas sobre religião num censo.

Muslim

Fonte: Economist


A criatividade é uma característica bastante valorizada no mercado de trabalho, tanto que, hoje em dia, é comum encontrá-la como requisito essencial na maior parte dos anúncios de emprego.

Entretanto, se não aliada a outras características, como flexibilidade e praticidade, ela pode passar de ponto positivo para um entrave na carreira de um profissional.

“A criatividade se torna perigosa quando a pessoa vive tendo ideias mirabolantes, mas que são difíceis de serem colocadas em prática. E o pior, ela insiste nisto, perdendo muito tempo e, às vezes, até dinheiro”, explica a consultora de Carreiras da Career Center, Adriana Néglia.

Do fundo do poço ao topo do sucesso

Para que as suas ideias não o levem para o fundo do poço, e sim para o topo do sucesso, a consultora dá algumas dicas:

  • Se você acredita ser uma pessoa muito criativa, talvez seja uma alternativa procurar emprego em empresas que não sejam muito conservadoras, pois as chances de suas ideias serem aceitas serão maiores.
  • Está inseguro? Antes de fazer a sugestão, verifique a aceitação da mesma entre as pessoas mais próximas e avalie o que foi demonstrado por elas como prós e contras.
  • Possibilidades: verifique também se o que você irá propor é algo que está dentro das possibilidades, sendo que antes de lançar uma nova ideia é necessário fazer um balanço para ver se ela se adequa aos objetivos da empresa e, especialmente, se ela traz oportunidades de novos negócios.

Fonte: Gladys Ferraz Magalhães – InfoMoney


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Já se foi o tempo em que o diploma, juntamente com os conhecimentos técnicos, garantiam uma boa posição no mercado de trabalho. Hoje as empresas analisam a capacidade técnica de um profissional e demonstram interesse pelas competências emocionais, comportamentais e, especialmente, pelas atitudes estratégicas e visionárias do jovem.

Ter visão de futuro é algo possível de ser desenvolvido. Muitos empreendedores, por exemplo, não nasceram, necessariamente, com essa vocação. A vontade de ter o próprio negócio e expandir o empreendimento é algo criado no ser humano por meio do desejo adquirido, além das motivações educacionais e profissionais que eles têm ao longo da vida. 

É nesse contexto que se dá a importância de desenvolver o lado empreendedor do jovem como alternativa de negócio para o futuro ou mesmo para desenvolver características relacionadas à inovação e gerenciamento de situações adversas. No entanto, ainda há poucas instituições de ensino realmente empenhadas em desenvolver este conceito em seus alunos.

Esta responsabilidade não é somente das universidades ao prepará-los para o mercado, é preciso entender que desenvolver o lado visionário dos jovens é importante desde a formação básica. Hoje já existem escolas que possuem essa preocupação e desenvolvem programas de incentivo, como uma forma de criar nos jovens, atitudes empreendedoras.

Entre as poucas escolas que promovem essa visão, algumas fazem com que eles vivenciem a experiência na prática, por meio de acompanhamento do trabalho e também de empresas juniores. Neste caso, os alunos passam por uma experiência de empreendedorismo com a criação de uma empresa real com a estrutura necessária e os cargos definidos. Além de fazer com que os adolescentes despertem interesse pelo futuro profissional, esses projetos reservam a eles um aprendizado que levarão para toda a vida, como base para desenvolver novas competências. 

A boa notícia é que os jovens brasileiros estão cada vez mais interessados pelo assunto e tentam colocar em prática o desejo de ser o seu próprio chefe, como mostra a pesquisa Global Entrepreneurship Monitor (GEM) de 2008. Nos últimos oito anos, o número de empreendedores até os 24 anos aumentou em quase 12% no Brasil, país que está na lista dos que mais possuem índices de empreendedorismo jovial. Segundo o levantamento feito pela GEM, 25% de empresários no país possuem idade entre 18 e 24 anos. E a grande novidade é que apenas 32% deles abriram o próprio negócio por necessidade financeira, os outros 68% o fizeram por oportunidade.

Esses dados comprovam que não existe idade para o empreendedorismo, porém há algumas características importantes a se desenvolver antes de abrir o próprio negócio. Empreender significa ter paciência, responsabilidade, pensamento estratégico e força de vontade para enfrentar desafios; habilidades que talvez os jovens com menos de 24 anos ainda não possuam por pouca experiência de vida e ensino direcionado. 

É nesse ponto que entra o papel das instituições de ensino. É necessário desenvolver nas crianças e principalmente nos adolescentes, mais que conhecimentos técnicos e didáticos. É preciso proporcionar melhoria nas competências emocionais e também comportamentais. Para isso, a maneira mais simples é a atividade em grupo, bem trabalhada pelo educador, de maneira que os jovens possam interagir com os demais colegas, desenvolver estratégias para divisão de tarefas e criar responsabilidade pela entrega de um bom projeto. 

Cabe às escolas e aos educadores, juntamente com as famílias, compreenderem que possuem papéis fundamentais na preparação dos estudantes no envolvimento em projetos assertivos. Desse modo, desenvolverão não só competências intelectuais, mas a prática e a disposição para lidar com situações de crise, de interação e responsabilidade, destacando-se no mercado profissional e na condução da vida como um todo.

Dorotéia Bartz, coordenadora do Ensino Médio do Colégio Humboldt


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