O Coruja das coisas…
O mundo ao alcance de seus olhos…
Modelo Marca Preço
Uno Fiat R$ 23.204 fotos
M100 Effa R$ 24.435 fotos
Celta Chevrolet R$ 24.900 fotos
Palio Economy Fiat R$ 25.164 fotos
Gol City Volkswagen R$ 26.782 fotos
Classic Chevrolet R$ 27.139 fotos
Ka Ford R$ 28.029 fotos
Clio Renault R$ 28.503 fotos
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11º Logan Renault R$ 29.884 fotos
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13º Novo Gol Volkswagen R$ 30.133 fotos
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19º Voyage Volkswagen R$ 32.305 fotos
20º Fiesta Ford R$ 32.815 fotos

Fonte: Invertia


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O gerente chama o empregado da área de produção, um negão forte, 1,90m de altura, 100kg, recém-admitido, e inicia o diálogo:
- Qual é o seu nome?
- Alceu – responde o empregado.
- Olhe – diz o gerente – eu não sei em que espelunca você trabalhou antes, mas aqui nós não chamamos as pessoas pelo seu primeiro nome, porque isso seria muito familiar e levaria a perda de autoridade. Eu só chamo meus subordinados pelo sobrenome, porque isso sim é saber colocá-los em seu devido lugar. Eu os chamo de Ribeiro, Matos, Souza, Andrade, Teixeira, e assim por diante. E quero que me chame de Sr. Mendonça, entendeu? Agora quero saber: qual é o seu nome?
O empregado responde:
- Meu nome é Alceu Paixão.
- Tá certo…, Alceu. Pode ir agora…


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patrimônio líquido representa os valores que os sócios ou acionistas têm na empresa em um determinado momento. No balanço patrimonial, a diferença entre o valor dos ativos e dospassivos e resultado de exercícios futuros representa o PL (Patrimônio Líquido), que é o valor contábil devido pela pessoa jurídica aos sócios ou acionistas, baseado no Princípio da Entidade.

Conforme disposto pela Lei nº 6.404/76, o Patrimônio Líquido é dividido em:

  • Capital social
  • Reservas de Capital
  • Reservas de Reavaliação
  • Reservas de Lucros
  • Lucros ou Prejuízos Acumulados

Capital social

Representa o investimento efetuado na companhia pelos seus proprietários e acionistas, que adquiriram os títulos denominados de ações. Pelas leis brasileiras o valor do capital social é imutável e só sofrerá alterações quando houver a aprovação de aumentos ou diminuições do mesmo. Até 1994 o Capital Social podia ser corrigido monetariamente, mas esse acréscimo era contabilizado em uma conta de reserva de capital, só passando para a conta do capital social quando aprovado o aumento do capital por esse quantum.

Além das ações (se for sociedade anônima), o investimento no capital social pode assumir a forma de cotas (se for uma limitada).

Reservas de capital

Essas reservas em geral constituem-se de saldos em dinheiro que não podem ser distribuídos aos investidores na forma de lucros ou dividendos, devendo ser incorporados ao Capital Social ou compensados com lucros acumulados, quando não houver mais saldo de Reserva de Lucros disponíveis para esse fim. Não representam receitas ou ganhos e não transitam pelo Resultado como Receitas. Algumas subvenções e benefícios fiscais governamentais entregues às empresas para fins de aquisição de bens de capital, são contabilizadas como reservas de capital.

Reservas de reavaliação

As reservas de reavaliação devem ser separadas nas seguintes subcontas:

  • Reavaliação de ativos próprios – Nesta subconta estão classificadas as reavaliações feitas pela empresa se seus próprios bens, pela parcela da nova avaliação ao preço de mercado que excede o valor líquido contábil anterior dos bens.
  • Reavaliação de ativos de Coligadas e Controladas avaliadas ao método da equivalência patrimonial – São registradas as contrapartidas relativas aos débitos feitos na conta de investimento em coligadas e controladas avaliados pelo Método da Equivalência Patrimonial.

Reservas de lucros

São contas de reserva constituídas pela apropriação de lucros da companhia. Representam lucros reservados e constituem garantia e segurança adicional para a saúde financeira da companhia, porque são lucros contabilmente realizados, que ainda não foram distribuídos aos sócios ou acionistas. Conforme a Lei das Sociedades por Ações, podemos ter as seguintes Reservas de Lucros:

  • Reserva Legal – Estabelecida para dar proteção ao credor. Pode ser utilizada apenas para compensar prejuízos e incrementar o capital social. É a única OBRIGATÓRIA.
  • Reserva Estatutária – Instituída por determinação do estatuto da companhia. Sua finalidade e seus critérios devem sem plenamente definidos.
  • Reserva para Contingências – É constituída por uma parcela de lucros, com o intuito de amenizar prováveis perdas que venham prejudicar o resultado de exercícios futuros.
  • Reserva de Retenção de Lucros – A empresa poderá reter parte do LLE para constituí-la com o objetivo de expandir os negócios, criando filiais ou investir em novas empresas.
  • Reserva de incentivos Fiscais – A empresa poderá constituir RIF quando do recebimento de doações e subvenções governamentais para investimentos.
  • Reserva de Lucros a Realizar – constitui-se RLR quando o Dividendo Obrigatório ultrapassar o valor do LLE realizado financeiramente.

Prejuízos acumulados

Representa o saldo remanescente dos prejuízos líquidos das apropriações de lucros e dos dividendos ainda não distribuídos, não capitalizados porém já apropriados para constar no Patrimônio Líquido na data do Balanço. Essa conta representa a interligação entre o Balanço e a Demonstração do Resultado do Exercício.

Lucros Acumulados não são mais permitidos devido a lei 11.638 de 28/12/2007


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As Contas Contábeis são a essência da Contabilidade, que já foi chamada de “Ciência das Contas”. Sem as contas, preferencialmente organizadas na forma cartesiana ou racional (videanálise contábil) e escrituradas pelo método das partidas dobradas (vide Escrituração), os sistemas de informação que se utilizam de dados empresariais devem ser denominados de Gerenciais ou Administrativos – e não Contábeis (ver Sistema de Informação Contábil).

História

Antes das inovações introduzidas nos estudos científicos pelos mestres italianos do século XIX (Cerboni, Besta, Villa etc.), a escola dominante era a francesa, cujas teorias da época foram chamadas de corrente contábil do contismo (vide contabilidade). A mais popular teoria de contas, chamada de “teoria das cinco contas” dominou a contabilidade prática durante quase dois séculos. Foi criada por Edmond Degrange (pai) no século XVIII, que também introduziu o livro Diário-Razão, o qual teve grande aceitação nos Estados Unidos, a ponto de ser mais conhecido como Diário Americano. Ao contismo se sucederia ainda o Neocontismo.

Com as mudanças verificadas na contabilidade aplicada em direção as diversas formas de “gestão contábil”, as teorias de contas deixaram de ser desenvolvidas no século XX. No Brasil não é raro usar-se nos textos acadêmicos da matéria a expressão “Elementos patrimoniais”, em substituição à contas. Todavia, ao final desse século, com a introdução dos sistemas informatizados que integram as bases de dados administrativas com as contábeis (sistemas ERP, no jargão da Tecnologia da Informação), as contas voltaram ao centro das discussões no meio contábil. Isto porque são elas os elementos de introdução de dados aos sistemas nesse formato; e também se constituem nos vínculos entre os diversos dados.

Classificação

Como uma contribuição para a sistematização desse novo desenvolvimento na contabilidade prática, sugerimos que as contas passem a ser organizadas inicialmente nos seguintes grupos:

Contas patrimoniais e de resultado – registrem os elementos patrimoniais na forma exigida nas leis brasileiras das SAs e do Código Civil.

Contas de Análise e Controle – registrem os diversos fatos e atos adicionais de interesse de um sistema contábil. O exemplo mais comum são as contas de compensação. Mas podem ser incluidas as contas auxiliares (centro de custo, contas de abertura e encerramento) e as contas transitórias (despesas pré operacionais).

Outras classificações de interesse

  • Para fins de análise contábil: contas analíticas e contas sintéticas (ver Classificação facetada);
  • Para fins de vínculos entre si: conta principal e conta acessória (clientes e provisão para devedores duvidosos, por exemplo);
  • Para fins de gestão contábil: contas de funcionamento (representativa de inventários tais como caixa, títulos, bens do imobilizado) e contas de gestão (receitas, custos, despesas, lucros a distribuir, reservas, depreciação). Ressalve-se que na Gestão pública, devem ser incluídas como “de gestão” as contas representativas das Dívidas (flutuante e permanente).

Plano de Contas

Dentro de uma visão abrangente, as contas fazem parte de um sistema contábil cujos objetivos do ponto de vista da Estrutura de uma Entidade Contábil tanto podem ser internos quanto externos, o que o torna de grande complexidade.

O primeiro passo para que as contas tenham como atender a maioria desses objetivos, é a de organizá-las em um Plano de Contas (Também conhecido como Quadro de Contas ou Estrutura de Contas). Antes do advento dos sistemas contábeis informatizados do tipo ERP, na qual se mesclam objetivos contábeis com administrativos, os Planos de contas eram elaborados para se possibilitar uma eficiente análise de contas, ou seja, utilizava-se o método cartesiano e racional da seguinte maneira:

As contas analíticas dividiam-se em contas analíticas propriamente ditas (subníveis de modalidade, elemento e item por exemplo) e contas de correntistas ou correspondentes (chamadas algumas vezes de contas-correntes);

As contas sintéticas agrupavam-se em diferentes níveis, tais como: Grandes Grupos de Contas, Grupo de Contas, Subgrupo de contas etc.

Tendo em vista a estrutura desenvolvida pela lei societária brasileira, um Plano de contas analítico poderia ter a seguinte estrutura de 1º nivel:

  • Código 1 - Ativo
  • Código 2 - Passivo
  • Código 3 - Patrimônio Líquido
  • Código 4 - Receitas
  • Código 5 - Custos
  • Código 6 - Despesas e Outros Resultados
  • Código 7 – Despesas pré-operacionais
  • Código 8 – Contas de filiais
  • Código 9 – Outras contas de controle e análise

A partir dessa codificação inicial (que pode variar de acordo com a entidade. Por exemplo, se a Entidade não for do tipo industrial, pode-se mudar o código 5 para Despesas e o Código 6 para Outros Resultados), citamos como exemplo o código de uma conta patrimonial:

Conta 1211-0001, sendo que:

  • Código 1 – Ativo
  • Código 12 – Ativo Circulante
  • Código 121 – Clientes
  • Código 1211 - Duplicata
  • Código Extensão 0001 – (nome do cliente).

Exemplo de uma conta de resultados:

6111.0003:

  • Código 6 – Despesas e Outros Resultados
  • Código 61 – Despesas Administrativas
  • Código 611 – Despesas de Pessoal
  • Código 6111 - Salários e remunerações
  • Código Extensão 0003 - Horas extras

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Em contabilidade, o passivo corresponde ao saldo das obrigações devidas, enquanto no ativo se representam os bens e direitos que pertencem a uma determinade entidade. O passivo é a coluna da direita em um balanço patrimonial.

O passivo é um recurso controlado por uma entidade e um acontecimento passado e do qual se esperam que fluam benefícios económicos no futuro, cuja liquidação se espera um ex-fluxo de recursos.

Na contabilidade brasileira, por força da legislação o passivo se divide em:

  • Passivo propriamente dito (passivo exigível) e patrimônio líquido (passivo não exigível). O Passivo exigível se sub-divide em passivo exigível a curto prazo, passivo exigível a longo prazoe resultado de exercícios futuros (Direito Privado).
  • Passivo financeiro e passivo permanente, conforme lei 4.320/64 (direito público, que regulamenta a contabilidade pública).

Para fins de análise contábil, as contas contábeis que compõe o passivo exigível curto e longo prazo (direito privado), podem ser inicialmente segregadas em obrigações em moeda nacional, e obrigações em moeda estrangeira. A partir desse início, pode se proceder as sub-divisões, a serem compostas das principais obrigações. Como exemplo: salários, remunerações e encargos a pagar, empréstimos e financiamentos a pagar, fornecedores e prestadores de serviços a pagar, tributos a pagar e a recolher, adiantamentos a clientes, provisões etc.

O resultado de exercícios futuros em geral se divide em receitas e custos diferidos.


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Em contabilidade o ativo são os bens e direitos que a empresa tem num determinado momento, resultante de suas transações ou eventos passados da qual futuros benefícios econômicos podem ser obtidos. Exemplos de ativos incluem caixa, estoques, equipamentos e prédios.

Cumpre ressaltar a evolução da Teoria Contábil na conceituação do Ativo: durante muito tempo se definiu os bens do Ativo como aqueles que a Entidade detivesse o chamado “Direito de Propriedade” (escola doPersonalismo, por exemplo). Com o advento do Patrimonialismo, qualquer bem que seja utilizado economicamente pela Entidade, passou a figurar no Ativo. Na Contabilidade Pública brasileira, há grande quantidade de contas de compensação, que figuram em Ativos para fins de controle e análise, ou seja, independem das relações diretas jurídicas e ecônomicas com um determinado bem.

Para fins de organização em um Ativo do Balanço Patrimonial, os bens podem ser classificados da seguinte forma:

  • Bens tangíveis – São os bens que tem um corpo físico, tais como terrenos, obras civis, máquinas e utensílios, móveis, veículos, benfeitorias em propriedades arrendadas, direitos sobre recursos naturais etc.
  • Bens intangíveis – Os ativos intangíveis não possuem característica física e são de difícil avaliação. Dentro deste grupo estão aspatentes, direitos autorais, goodwill, marcas, etc.

Classificação dos Ativos

Seguindo técnica oriunda da Contabilidade financeira, no Ativo doBalanço Patrimonial as contas devem estar dispostas em ordem decrescente de grau de liquidez dos elementos nela registrados, conforme grupos a seguir:

Ativo Circulante

Dinheiro em caixa ou em bancos; bens, direitos e valores a receber no prazo máximo realizável até o término do exercício seguinte (duplicatas, estoques de mercadorias produzidas, etc.).

Ativo Não Circulante

Os recursos aplicados no Ativo Fixo ou Imobilizado, são todas as aplicações de recursos feitas pela empresa de forma permanente (fixa) que a empresa utiliza para a realização de suas atividades, e podem ser classificados em bens tangíveis ou intangíveis.

Segundo a Medida Provisória 449/08, o grupo de contas do Balanço denominado Ativo Não Circulante Permanente se divide em:

  • Realizável a Longo Prazos
  • Investimentos
  • Ativo Imobilizado
  • Ativo Intangivel

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Balanço Patrimonial é a demonstração contábil destinada a evidenciar, qualitativa e quantitativamente, numa determinada data, a posição patrimonial e financeira da Entidade.

No balanço patrimonial, as contas deverão ser classificadas segundo os elementos do patrimônio que registrem e agrupadas de modo a facilitar o conhecimento e a análise da situação financeira da empresa.

De acordo com o § 1º do artigo 176 da Lei 6.404/76, as demonstrações de cada exercício serão publicadas com a indicação dos valores correspondentes das demonstrações do exercício anterior, para fins de comparação.

COMPOSIÇÃO

O Balanço Patrimonial é constituído pelo:

Ativo compreende os bens, os direitos e as demais aplicações de recursos controlados pela entidade, capazes de gerar benefícios econômicos futuros, originados de eventos ocorridos.

Passivo compreende as origens de recursos representados pelas obrigações para com terceiros, resultantes de eventos ocorridos que exigirão ativos para a sua liquidação.

Patrimônio Líquido compreende os recursos próprios da Entidade, e seu valor é a diferença positiva entre o valor do Ativo e o valor do Passivo. Quando o valor do Passivo for maior que o valor do Ativo, o resultado é denominado Passivo a Descoberto. Portanto, a expressão Patrimônio Líquido deve ser substituída por Passivo a Descoberto.

AGRUPAMENTO

Os elementos da mesma natureza e os saldos de reduzido valor quando agrupados, e desde que seja indicada a sua natureza e nunca devem ultrapassar, no total, um décimo do valor do respectivo grupo de contas, sendo vedada a utilização de títulos genéricos como “diversas contas” ou “contas correntes”.

PROCEDIMENTOS PARA ELABORAÇÃO DO BALANÇO

Ao término do exercício, como se faz em todos os meses, procede-se ao levantamento do balancete de verificação, com o objetivo de conhecer os saldos das contas do razão e conferir sua exatidão.

No balancete são relacionadas todas as contas utilizadas pela empresa, quer patrimoniais quer de resultado, demonstrando seus débitos, créditos e saldos.

As contas do balancete, no fim do exercício, sejam patrimoniais ou de resultado, nem sempre representam, entretanto, os valores reais do patrimônio, naquela data, nem as variações patrimoniais do exercício, porque os registros contábeis não acompanham a dinâmica patrimonial no mesmo ritmo em que ela se desenvolve.

Desta forma, muitos dos componentes patrimoniais aumentam ou diminuem de valor, sem que a contabilidade registre tais variações, bem como muitas das receitas e despesas, recebidas ou pagas durante o exercício, não correspondem realmente aos ingressos e ao custo do período.

Daí a necessidade de se proceder ao ajuste das contas patrimoniais e de resultado, na data do levantamento do balanço, para que elas representem, em realidade, os componentes do patrimônio nessa data, bem como suas variações no exercício.

CONCILIAÇÕES DOS SALDOS CONTÁBEIS

A conciliação consiste, basicamente, na comparação do saldo de uma conta com uma informação externa à contabilidade, de maneira que se possa ter certeza quanto à exatidão do saldo em análise.

As fontes de informações mais usuais para verificação dos registros contábeis são os livros fiscais, os extratos bancários, as posições de financiamentos e carteiras de cobranças, as folhas de pagamento, os controles de caixa, etc.

AJUSTES E RECLASSIFICAÇÕES PATRIMONIAIS

Para elaboração do balanço devem ser efetuados vários ajustes e reclassificações nas contas patrimoniais, como estoques, empréstimos, etc.

Calcula-se também a provisão para o Imposto de Renda e a Contribuição Social sobre o Lucro Líquido, de acordo com as normas tributárias vigentes, fazendo-se a respectiva contabilização.

LANÇAMENTOS DE ENCERRAMENTO DO EXERCÍCIO

Para apuração do resultado do exercício, faz-se os lançamentos de encerramento, debitando-se as contas de receitas e creditando-se uma conta transitória, chamada de “apuração do resultado do exercício”.

O inverso é efetuado nas contas de despesas e custos, debitando-se a conta “Apuração do Resultado do Exercício” e creditando-se as contas de custos ou despesas.

O saldo da conta “Apuração do Resultado do Exercício” será então transferida para a conta de “Resultados a Destinar”, sendo esta distribuída para outras contas patrimoniais, conforme proposta da administração.

CLASSIFICAÇÃO DAS CONTAS PATRIMONIAIS

Após os ajustes pertinentes e lançamentos de encerramento das contas de resultado, as contas remanescentes são apenas as contas patrimoniais, que devem ser separadas e classificadas em grupos para elaboração do balanço patrimonial, sendo que o saldo do ativo deve ser igual ao do passivo.


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A Demonstração do Resultado do Exercício tem como objetivo principal apresentar de forma vertical resumida o resultado apurado em relação ao conjunto de operações realizadas num determinado período, normalmente, de doze meses.

De acordo com a legislação mencionada, as empresas deverão na Demonstração do Resultado do Exercício discriminar:

-         a receita bruta das vendas e serviços, as deduções das vendas, os abatimentos e os impostos;

-         a receita líquida das vendas e serviços, o custo das mercadorias e serviços vendidos e o lucro bruto;

-         as despesas com as vendas, as despesas financeiras, deduzidas das receitas, as despesas gerais e administrativas, e outras despesas operacionais;

-         o lucro ou prejuízo operacional, as outras receitas e as outras despesas;

-         o resultado do exercício antes do Imposto sobre a Renda e a provisão para o imposto;

-         as participações de debêntures, empregados, administradores e partes beneficiárias, mesmo na forma de instrumentos financeiros, e de instituições ou fundos de assistência ou previdência de empregados, que não se caracterizem como despesa;

-         o lucro ou prejuízo líquido do exercício e o seu montante por ação do capital social.

Na determinação da apuração do resultado do exercício serão computados em obediência ao princípio da competência:

a) as receitas e os rendimentos ganhos no período, independentemente de sua realização em moeda; e
b) os custos, despesas, encargos e perdas, pagos ou incorridos, correspondentes a essas receitas e rendimentos.

MODELO DA DEMONSTRAÇÃO DO RESULTADO DO EXERCÍCIO

RECEITA OPERACIONAL BRUTA
Vendas de Produtos
Vendas de Mercadorias
Prestação de Serviços

(-) DEDUÇÕES DA RECEITA BRUTA
Devoluções de Vendas
Abatimentos
Impostos e Contribuições Incidentes sobre Vendas

= RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA

(-) CUSTOS DAS VENDAS
Custo dos Produtos Vendidos
Custo das Mercadorias
Custo dos Serviços Prestados

= RESULTADO OPERACIONAL BRUTO

(-) DESPESAS OPERACIONAIS
Despesas Com Vendas
Despesas Administrativas

(-) DESPESAS FINANCEIRAS LÍQUIDAS
Despesas Financeiras
(-) Receitas Financeiras
Variações Monetárias e Cambiais Passivas
(-) Variações Monetárias e Cambiais Ativas

OUTRAS RECEITAS E DESPESAS

Resultado da Equivalência Patrimonial

Venda de Bens e Direitos do Ativo Não Circulante

(-) Custo da Venda de Bens e Direitos do Ativo Não Circulante

= RESULTADO OPERACIONAL ANTES DO IMPOSTO DE RENDA E DA CONTRIBUIÇÃO SOCIAL E SOBRE O LUCRO

(-) Provisão para Imposto de Renda e Contribuição Social Sobre o Lucro

= LUCRO LÍQUIDO ANTES DAS PARTICIPAÇÕES

(-) Participações de Administradores, Empregados, Debêntures e Partes Beneficiárias

(=) RESULTADO LÍQUIDO DO EXERCÍCIO


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Administrar hoje é o resultado da contribuição de economistas, matemáticos, filósofos através das obras e teorias.
No século passado tinha se poucas organizações eram as pequenas oficinas, escolas e os profissionais autônomos (médicos, advogados, agricultores).
Já nos dias de hoje, as sociedades são pluralistas de organizações como indústrias, hospitais, etc, que administrados por grupos diretivos para ficarem mais eficazes.
Essa contribuição ocorreu a 4.000 a.C, na era Egípcia, depois na Babilônia, depois os hebreus, e começam os filósofos.
Apesar de sempre ter existido o ‘trabalho’ na história da humanidade, a administração é algo que teve seu início há pouco tempo.

Influência dos filósofos

Sócrates – administrar é uma habilidade pessoal separada do conhecimento técnico e da experiência.
Platão – preocupou-se com os negócios públicos e com a forma democrática de governo.
Aristóteles – em seu livro “Política” distinguia três formas de administração pública:
- Monarquia – governo de um só;
- Aristocracia – governo de uma elite;
- Democracia – governo do povo.
René Descartes – em seu livro “O discurso do Método” descreveu o método cartesiano cujos princípios são:
- Princípio da Dúvida Sistemática ou Evidência – não aceitar como verdadeira coisa alguma, enquanto não souber com evidência aquilo que realmente é verdade;
- Princípio da Síntese de Composição – conduzir ordenadamente nossos pensamentos, iniciando pelos assuntos mais fáceis para caminharmos gradualmente aos mais difíceis;
- Princípio da Analise e da Decomposição – dividir cada problema em tantas partes quanto possível e resolvê-los cada um separadamente;
- Princípio da Enumeração ou Verificação – fazer recontagem, verificações, revisões gerais para ter certeza de que não foi omitido ou deixado de lado.

Influência da organização da Igreja

O Papa tem sob suas ordens a organizações mundiais da igreja católica.
Os objetivos da ação política, eram contraditórios, por quê? Porque cada partido tinha um interesse diferente do outro.
Se você quiser entrar na política, precisará conhecer qual é a ideologia do partido, e ver se está de acordo com os seus princípios como cidadão e exercer o seu papel político.

Influência da organização militar

Contribui com o Princípio da Unidade de Comando, onde cada subordinado só se reporta a um superior, com o princípio da direção onde à organização espera dele o que fazer, com conceito de hierarquia e também com o de linha.(organização linear)
Exemplo: Na época de Napoleão, ele chefia o exército e tinha responsabilidade de supervisionar a totalidade, com a expansão territorial das batalhas, a direção ou o comando das batalhas exigiu um novo plano de organização, passou a planejar a centralização do controle e descentralização da execução.

Influência da revolução industrial

Com a invenção da máquina a vapor em 1.776, por JAMES WATT, provocou mudanças políticas, sociais, e econômicas. O trabalho artesanal é substituído pelas máquinas, dando produção e melhor qualidade e diminuindo o custo. A força muscular e substituída pela força da máquina a vapor.
EDWAD MCNALL BURNS, divide em duas épocas:
1º. – Revolução Industrial ou do Carvão e do ferro;
2º. – Revolução Industrial ou do aço e da eletricidade.

Estágio Atual da Gestão Organizacional

Analisando o trabalho nas organizações, Laurie Mullins identificou alguns subsistemas que garantem que as atividades das organizações sejam desempenhadas como um todo e dirigida para o alcance das metas e objetivos:
Tarefa – São as metas e os objetivos da organização;
Tecnologia – É a maneira pela qual as tarefas serão desempenhadas;
Estruturas – Padrão da organização, relacionamentos formais e canais de comunicação; (hierarquia)
Pessoas – Envolvem as atitudes, comportamento, habilidades, atributos, estilos de liderança, etc.
Ambiente – É o todo, tanto os externos quanto os internos.

ABORDAGENS DA ESCOLA FUNCIONAL

Principais nomes: Peter F. Drucker, William Newman, Ernest Dale, Ralph C. Davis e George Terry.
É também chamada de Escola Operacional ou Escola Funcional, Escola do Processo Administrativo ou ainda Abordagem Universalista da Administração.
Todas as teorias administrativas assentaram-se na Teoria Clássica, seja, como ponto de partida, seja como crítica para tentar uma posição diferente, mas a ela relacionada intimamente. A abordagem neoclássica nada mais é do que a redenção da Teoria Clássica devidamente atualizada e redimensionada aos problemas administrativos atuais e ao tamanho das organizações de hoje.

CENTRALIZAÇÃO E DESCENTRALIZAÇÃO:
A Abordagem Neoclássica não esteve totalmente a salvo de discussões internas. Enquanto a Teoria Clássica de Fayol defendia a organização linear caracterizada pela ênfase dada a centralização da autoridade, a Administração Científica de Taylor defendia a organização funcional caracterizada pela descentralização da autoridade. O problema da centralização versus descentralização é um assunto amplamente discutido pela teoria Neoclássica.

ABORDAGENS DA ESCOLA DAS RELAÇÕES HUMANAS

Principais nomes: Eltom Mayo (1880/1947), Kurt Lewin (1890/1947), John Dewey, Morris Viteles e George C. Homans.
Com a Abordagem Humanística da Administração, a Teoria Administrativa passa por uma revolução conceitual: a transferência da ênfase colocada na tarefa pela Administração Científica e na estrutura organizacional pela Teoria Clássica para a ênfase nas pessoas que trabalham ou que participam nas organizações. A Abordagem Humanística faz com que a preocupação com a máquina e com o método de trabalho e a preocupação com a organização formal e os princípios da Administração cedam prioridade para a preocupação com as pessoas e os grupos sociais, ou seja, dos aspectos técnicos formais para os aspectos psicológicos e sociológicos.

A Experiência de Hawthorne
A Western Eletric era uma companhia norte-americana que fabricava equipamentos para empresas telefônicas. A empresa sempre se caracterizara pela preocupação com o bem estar de seus funcionários, o que lhe proporcionava um clima constantemente sadio de relações industriais. Durante mais de 20 anos não se constatara nenhuma greve ou manifestação. Um diagnostico preliminar nos diria que o moral na companhia era alto e os funcionários confiavam na competência de seus administradores.
No período entre 1927 e 1932 foram realizadas pesquisas em uma das fábricas da Western Electric Company, localizada em Hawthorne, distrito de Chicago. A fabrica contava com cerca de 40 mil empregados e as experiências realizadas visavam detectar de que modo fatores ambientais – como a iluminação do ambiente de trabalho influenciava na produtividade dos trabalhadores.

ESCOLAS DA TOMADA DE DECISÃO

Tomada de decisões é o processo pelo qual são escolhidas algumas ou apenas uma entre muitas alternativas para as ações a serem realizadas.
Tomada de decisão, segundo Oliveira (2004), nada mais é do que a conversão das informações em ação, assim sendo, decisão é a ação tomada com base na apreciação de informações. Decidir é recomendar entre vários caminhos alternativos que levam a determinado resultado.
Segundo Chiavenato (1997), as decisões possuem fundamentalmente seis elementos: 1. Tomador de decisão – pessoa que faz a seleção entre várias alternativas de atuação. 2. Objetivos – propósito ou finalidade que o tomador de decisão almeja alcançar com sua ação. 3. Preferências – critérios com juízo de valor do tomador de decisão que vai distinguir a escolha. 4. Estratégia – direção ou caminho que o tomador de decisão sugere para melhor atingir os objetivos e que depende dos recursos que se dispõe. 5. Situação: aspectos ambientais dos quais vela-se o tomador de decisão, muitos dos quais fora do controle, conhecimento ou compreensão e que afetam a opção. 6. Resultado: é a decorrência ou resultante de uma dada estratégia definida pelo decisor.

ESCOLAS DE SISTEMAS

A Teoria Sistêmica entende a organização como em constante interação com o meio externo. É vista como um complexo do todo organizado, um conjunto de partes complementares que compõe um valor unitário. Para a abordagem sistêmica.
A Teoria Sistêmica entende a organização como em constante interação com o meio externo. É vista como um complexo do todo organizado, um conjunto de partes complementares que compõe um valor unitário. Para a abordagem sistêmica, as organizações são entendidas como sistemas abertos, pois seu comportamento é dinâmico e não estático. Determina parâmetros como: objetivos, entrada e insumo, processos, saídas e avaliação do sistema com controles.

ABORDAGEM DA ESCOLA CONTIGENCIAL

A palavra Contingência significa algo incerto ou eventual, que pode suceder ou não. Dentro de um aspecto mais amplo, a Abordagem Contingencial salienta que não se atinge a eficácia organizacional seguindo um único e exclusivo modelo organizacional, ou seja, não existe uma forma única que seja melhor para organizar no sentido de alcançar os objetivos altamente variados das organizações dentro de um ambiente também altamente variado. Os estudos atuais sobre as organizações complexas levaram a uma nova perspectiva teórica: a estrutura de uma organização e seu funcionamento são dependentes da interface com o ambiente externo.
A mais notável contribuição dos autores da abordagem contingencial está na identificação das variáveis que produzem maior impacto sobre a organização, como ambiente e tecnologia, para então predizer as diferenças na estrutura e no funcionamento das organizações devidas às diferenças nestas variáveis.


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O Insper – Ibmec São Paulo traz pela primeira vez ao Brasil o Innovation Challenge, a maior competição de inovação corporativa do mundo.

Aberto exclusivamente para alunos de pós-graduação em Administração e afins, a competição proporciona o contato entre alunos e corporações no desenvolvimento de soluções inovadoras, para questões reais de empresas como Pepsico e Bunge.

Todas as idéias são avaliadas por uma banca formada por especialistas do mercado e executivos das empresas patrocinadoras. As melhores idéias são classificadas para a grande final que acontece em São Paulo, na sede do Insper.

A ideia é que os professores estimulem seus alunos a organizarem grupos de 3 a 5 pessoas e participem da competição. A escola pode ser reconhecida como aquela que detém os alunos mais inovadores do país. Não há limite de número de grupos por escola, quanto mais equipes mais são as chances de ganhar.

Os prêmios são de R$ 10 mil para o primeiro lugar, R$ 5.000 para o segundo e R$ 2.500,00 para o terceiro colocado. Além disso, as melhores ideias ficam com os patrocinadores que podem implementá-las. Para os alunos é um excelente teste de inovação prática e uma grande oportunidade de se expor a grandes e respeitadas corporações no Brasil.

Para saber mais, visite o website http://brazil.innovationchallenge.com/.

Se quiser conhecer o material de divulgação entregue aos alunos clique aqui e faça o download. Se preferir, encaminhe um e-mail para innovation@insper.org.br e solicite cópias impressas do material para distribuir na sua escola.


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