Archive for May, 2009
A Profissão Economista
by Russo on May.31, 2009, under Administração, Finanças
O Economista é o profissional que estuda fatos históricos, dados e estatísticas a fim de detectar tendências na atividade econômica, níveis de confiança na economia e atitudes do consumidor.
Essas informações são acessadas por meio de avançados métodos de análise estatística, matemática e programação, e também por meio de análises históricas, e dão base para recomendações de como encontrar maneiras para melhorar a eficiência de um sistema ou obter vantagens de tendências assim que se estabelecem.
Ele ajuda a construir, a ampliar e a preservar o patrimônio de pessoas, empresas e governos e desenvolve planos para a solução de problemas financeiros, econômicos e administrativos nos diversos setores da atividade econômica.
Há registro de economistas ou pensadores do que se convém chamar economia ou ciências econômicas desde a Antigüidade, como Aristóteles, em sua obra “Política”, ou o indiano Chanakya, primeiro-ministro na Índia entre os séculos IV e III a.C. Porém, o britânico Adam Smith (1723-1790), autor de “Uma investigação sobre a natureza e a causa da riqueza das nações”, é considerado o pai da economia moderna.
A profissão de economista foi regulamentada no Brasil em 1951, com o Lei n° 1.411. Para ser economista, é necessária a formação superior em bacharel em Ciências Econômicas, bem como ser registrado em um dos Conselhos Regionais de Economia.
Fonte: Conselho Federal de Economia, Guia do Estudante e Brasil Profissões
O que é Economia
by Russo on May.31, 2009, under Administração, Finanças
Economia é a ciência social que estuda a produção, distribuição e consumo de bens e serviços. Ela estuda as formas de comportamento humano resultantes da relação entre as necessidades dos homens e os recursos disponíveis para satisfazê-las. Assim sendo, esta ciência está intimamente ligada à política das nações e à vida das pessoas, sendo que uma das suas principais funções é explicar como funcionam os sistemas econômicos e as relações dos agentes econômicos, propondo soluções para os problemas existentes.
A ciência econômica está sempre analisando os principais problemas econômicos: o que produzir, quando produzir, em que quantidade produzir e para quem produzir. Cada vez mais, esta ciência é aplicada a campos que envolvem pessoas em decisões sociais, como os campos religioso, industrial, educação, política, saúde, instituições sociais, guerra, etc.
Macroeconomia e microeconomia são as principais divisões da ciência econômica. A microeconomia é o ramo que estuda o comportamento dos agentes econômicos (unidades individuais) em relação ao mercado consumidor, empresas, donos dos recursos de produção. Chamada também por teoria dos preços, um exemplo de seu trabalho é o estudo das alterações do comportamento de empresas e pessoas em casos de oscilações de preços.
A macroeconomia estuda o desempenho global, ou seja, a economia como um todo. Produção de bens e serviços, taxas de inflação, taxas de desemprego, poupança, consumo, investimentos e governo. É a economia das cidades, nações, dos grandes sistemas econômicos. É ela que estuda e propõe soluções, por exemplo, para situações de desemprego em massa, ou grandes crises de um dado mercado.
Além dos resultados da atuação desta ciência em questões diretamente a ela ligadas, como dinheiro ou produção ou mercado financeiro, a economia influencia diretamente e indiretamente outras áreas da sociedade, seja a política, que está a ela intimamente ligado, ou seja a qualidade de vida das pessoas.
Fonte: FEAUSP
Oligopólio e oligopsônio: BRF Brasil Foods
by Russo on May.30, 2009, under Finanças, Marca, Marketing, Notícias
A fusão Sadia (32%)-Perdigão (68%), na avaliação do consultor empresarial Ruy Coutinho, terá que ser vista e fiscalizada em sua dualidade interativa, com grande potencial de destruição da concorrência.
O poder de comprar, impondo preço baixo – prática oligopsônica – e o poder de vender, impondo preço alto – prática oligopólica – , vão tomando conta geral da economia brasileira na Nova República na Era Lula, abalada pelos desdobramentos da crise financeira internacional, que desarticula a produção e o consumo em meio ao colapso do crédito e à sobrevalorização do real frente ao dólar desvalorizado atraído pelos juros altos, afetando as exportações, desestruturando empresas e sinalizando desemprego incontrolável.
Depois das ampliações crescentes das práticas oligopólicas e oligopsônicas dos bancos, que, no Brasil, cobram os juros mais altos do mundo; da Petrobras, que, mesmo com o preço do petróleo em queda, não reduz o preço da gasolina ao consumidor; da Ambev, que transnacionalizou o capital nacional no oligopólio cervejeiro internacional, sem baixar o preço do produto; da Nestlê, que tenta comprar a Parmalat, para ampliar seu domínio sobre os fornecedores de leite; das tradings agrícolas, que fidelizam, sob juro alto, os produtores, financiando-lhes safras sem correr riscos; das distribuidoras de energia elétrica, que reajustam acima da inflação para pagar o ICMS alto; das fabricantes de fertilizantes, que subordinam os produtores aos seus preços de compra e de venda; da indústria de cimento, que faz o que quer do consumidor há anos etc, agora, chegou a vez do setor de alimentos, também, caminhar para a oligopolização e oligopsonização.
A fusão Sadia (32%)-Perdigão (68%), que vira Brasil Foods (BRF) – , na avaliação do consultor empresarial, ex-diretor do BNDES e ex-presidente do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade), Ruy Coutinho, terá que ser vista e fiscalizada em sua dualidade dinâmica interativa, dialética, com grande potencial de destruição da concorrência. Por um lado, diz, ela é positiva, por outro, negativa. Haverá que medir os dois polos opostos, que, contraditoriamente, se repelem, para alcançar síntese que seja do interesse dos agentes econômicos envolvidos, governo, empresários, produtores e consumidores. Caso contrário, o peso do poder econômico-financeiro expresso na fusão em si tenderia, sem fiscalização, a ganhar autonomia, impondo lógica dada pela força que a própria fusão proporciona, diante dos concorrentes incapazes de competir.
COMPETIÇãO X PODER
O lado bom representa o aumento do poder competitivo do grupo empresarial no cenário global, com aumento extraordinário da disputa pelo mercado em meio à bancarrota financeira atolada no empoçamento do crédito bancário nas principais praças mundiais, Europa e Estados Unidos. Se não houver grupos fortes disputando o mercado externo, como forma de compensação pela depressão dos mercados internos, somados aos juros e impostos elevados, dificilmente, será possível manter constante a taxa de lucro das empresas. Sob esse ponto de vista a Brasil Foods, segundo Coutinho, é show de bola. Fortalece o nome do país, a sua marca no cenário internacional etc.
O lado ruim, no entanto, poderá emergir em decorrência do excesso de poder adquirido pela Brasil Foods nas relações de trocas com seus parceiros. Ela disporá de alto poder de compra e poder de venda de mercado, atuando na condição de oligopólio em que se transformou, credenciando-se, conjugadamente, a seguir adiante na prática do oligopsônio.
CADE precisa ficar de olho
Por essa razão, o Cade, segundo Coutinho, não poderá dar moleza, especialmente, porque a negociação das duas maiores empresas brasileiras de alimentos processados não tem precedente, setorialmente. Trata-se de cadeia produtiva em que a cabeça se candidata ao oligopólio e ao oligopsônio e nas fases intermediárias se situam micro e pequenos proprietários rurais associativamente organizados em seus interesses convergentes, mas que terão que disputar com uma força muito mais poderosa do que a que vigorava antes, quando atuavam as duas empresas competentindo entre si. Sem essa competição, que foi eliminada pela fusão, o poder de barganha da cabeça forte frente à intermediação produtiva pulverizada, que, igualmente, compete entre si, ganharia maior ressonância.
O potencial para o exercício efetivo da oligopolização e da oligopsonização econômica no setor alimentício fica claro pelos números. A BRF se transforma na maior exportadora do país e a maior exportadora de frango do mundo. Pontificará como décima maior no setor de alimentos nas Américas, gerando 116 mil empregos. Abaterá 1,7 bilhão de aves e 8 milhões de suinos, correspondendo, respectivamente, 33% e 31% do mercado nacional.
A fusão empresarial, diz Coutinho, representará predomínio de 57% da industrialização de carnes; 71,3% das carnes congeladas, 65% da fabricação das margarinas; 88% das de massas prontas; 52,6% das exportações de frango in natura e 40% das exportações de carne suína. No processo de transformar a dualidade, Sadia-Perdigão, em unidade – Brasil Foods – os ajustes serão inevitáveis e os seus resultados serão ampliação do poder de mercado, tanto como compradora como vendedora.
Configura-se, segundo Coutinho, a chamada liderança de preços de vendas – “price leadership” – dos integrantes do oligopólio e do oligopsônio, cujos efeitos são puxar os preços dos demais membros da cadeia produtiva. A teoria econômica conclui que as práticas oligopsônicas geram redução de custos que não são repassadas aos consumidores. Vale dizer, embolsamento geral de lucro, enquanto o consumidor chupa o dedo.
Negócio da China para chineses
A unificação das estruturas das duas empresas em tecnologia da informação, recursos humanos, logística etc, voltadas para correção de rumos e fuga de falhas de mercado, que levaram a Sadia à bancarrota financeira, no ambiente da crise global, acontece no momento em que esquentam as negociações Brasil-China para abertura do mercado chinês às proteínas animais brasileiras.
Em outubro, durante a segunda reunião da Comissão Sino-Brasileira, estarão em jogo 54 milhões de toneladas de carne suína. Se for acertado o negócio, haverá pressão altista sobre o produto. A Perdigão, que focava o mercado interno, e a Sadia, o externo, com um portfólio de 700 produtos vendidos em 100 países, terão tudo a ganhar. Além disso, a China, de acordo com as negociações em curso, concederá licenças de importação de frangos, já havendo 24 frigoríficos em frenéticas negociações. Trata-se de tentativa brasileira, na medida em que os chineses, com o poder de fogo financeiro disponível, avança, poderosamente, sobre o Mercosul, deslocando os industriais brasileiros, que, apavorados, pedem intervenção imediata na política cambial, para detonar o câmbio flutuante, que perdeu utilidade.
Os chineses também atuam na base do oligopólio e do oligopsônio. Detendo mais de 3 trilhões de dólares em títulos da dívida americana e em moeda de Tio Sam, oriundos de acumulados superávits comericiais com os EUA, graças ao câmbio desvalorizado, os chineses querem, agora, desovar seu excesso monetário. Temem bancarrotas e desvalorizações cambiais aceleradas. Enquanto não emplacam sua proposta de nova moeda internacional para substituir o dólar, tentam sair da moeda americana investindo na América do Sul. Fazem como fizeram os japoneses, nos anos de 1970 e 1980, com os nipodólares, comprando ativos pelo mundo. Os chineses, agora, na mesma situação japonesa de outrora, compram parte das reservas do petróleo do pré-sal e se associam ao maior empresário brasileiro, Eike Batista, na área de minérios. Capitalizam em ativos fortes os dólares que dispõem, candidatos à desvalorização. Negócio da china para os chineses.
PricewaterhouseCoopers compra BearingPoint
by Russo on May.30, 2009, under Contabilidade, Finanças, Informática, Notícias
Foi aprovada hoje a aquisição de parte BearingPoint pela PricewaterhouseCoopers, numa transação avaliada em 44 milhões de dólares.
O aval foi dado pela Corte de Falências de Nova York e inclui dois dos centros globais da BearingPoint – em Shanghai, na China, e em Bangalore, na Índia. A BearingPoint, que entrou em concordata em fevereiro, havia assinado uma carta de intenções com a PWC para vender parte dos negócios nos Estados Unidos por 25 milhões de dólares.
O network de firmas internacionais que forma a PWC parece satisfeito com a aquisição. Em comunicado à imprensa, Juan Pujadas, líder global de consultoria da PWC, disse que a absorção dos ativos da BearingPoint Commercial Services faz parte do projeto estratégico de crescimento dos serviços de consultoria em longo prazo.
Assim que a transação for concluída – o que deve acontecer nos próximos meses, a PWC assumirá os contratos da BearingPoint.
Fonte: Info
O que é Administração
by Russo on May.29, 2009, under Administração
Administração é a tomada de decisão sobre recursos disponíveis, trabalhando com e através de pessoas para atingir objetivos, é o gerenciamento de uma organização, levando em conta as informações fornecidas por outros profissionais e também pensando previamente as conseqüências de suas decisões. É também a ciência social que estuda e sistematiza as práticas usadas para administrar.
Os princípios para administrar algo são planejar, organizar, dirigir e controlar, sendo que as principais funções administrativas são:
- fixar objetivos;
- analisar, conhecer os problemas;
- solucionar os problemas;
- organizar e alocar os recursos, tanto financeiros, quanto tecnológicos e humanos;
- liderar, comunicando, dirigindo e motivando as pessoas;
- negociar;
- tomar decisões;
- controlar, mensurando e avaliando.
O bom desempenho da administração depende de que o profissional consiga ser um bom líder, capaz de lidar com pessoas, negociando e comunicando, e também apto a tomar decisões, tendo uma visão sistêmica e global da situação que administra.
Existem quatro áreas básicas de atuação do administrador: Finanças, Produção, Marketing e Recursos Humanos, porém o mercado abrange várias áreas do conhecimento. A administração é resultado de um processo de formação que passa pelas mais diversas áreas, desde as exatas, como matemática, até humanas como filosofia.
Cada vez mais esta ciência adquire importância na formação de profissionais para estruturar e impulsionar o funcionamento dos mais diversos setores das organizações. Como as empresas adquirem crescente complexidade e tamanho na economia de mercado, é essencial que haja profissionais com competência para administrar. Também ganha valor diante do mercado financeiro, pois busca entender e sistematizar a administração do capital, fator essencial na economia atual.
Fonte: FEAUSP
A Profissão Administrador
by Russo on May.29, 2009, under Administração
O administrador trabalha em diversas estruturas dentro de uma organização e é responsável pelo planejamento de estratégias, pelo gerenciamento do dia-a-dia da companhia e pela gestão de recursos financeiros, materiais e humanos.
O profissional de administração conduz as relações entre a empresa e os funcionários, cuida de processos de admissão, treinamento e demissão e organiza planos de carreira e programas de benefícios. Pode também atuar no controle dos estoques de matéria-prima e insumos, gerenciando os processos de compra; no setor financeiro, operando nas áreas de custos, orçamentos e fluxo de caixa; e com as áreas de publicidade e marketing.
Existem diversos setores da sociedade em que se requerem os serviços de um administrador. Podemos destacar atividades ligadas ao esporte, setor financeiro, hóteis, hospitais, setor público, recursos humanos, terceiro setor, agronegócio, comércio exterior, perícia, auditoria, empreendedorismo, meio ambiente, logística e sistemas de informação.
História
Os cursos de Administração no país têm uma história muito curta, principalmente em comparação com os Estados Unidos, onde os primeiros cursos na área se iniciaram no final do século XIX, com a criação da Wharton School, em 1881. Em 1952, ano em que se iniciou o ensino de Administração no Brasil, os EUA já formavam em torno de 50 mil bacharéis, 4 mil mestres e cem doutores por ano, em Administração.
O contexto para a formação do administrador no Brasil começou a ganhar contornos mais claros na década de 40. A partir desse período, acentua-se a necessidade de mão-de-obra qualificada e, conseqüentemente, da profissionalização do ensino de Administração.
O ensino de Administração está relacionado ao processo de desenvolvimento do país, marcado por dois momentos históricos distintos. O primeiro, pelos governos de Getúlio Vargas, representativos do projeto “autônomo”, de caráter nacionalista. O segundo, pelo governo de Juscelino Kubitschek, evidenciado pelo projeto de desenvolvimento associado e caracterizado pelo tipo de abertura econômica de caráter internacionalista.
O surgimento da Fundação Getúlio Vargas (FGV) e a criação da FEA-USP marcaram o ensino e a pesquisa de temas econômicos e administrativos no Brasil, contribuindo para o processo de desenvolvimento econômico do país.
Fonte: Conselho Federal de Administração e Guia do Estudante
Page Rank 3 O Coruja
by Russo on May.29, 2009, under Adsense, Promoção
Em nome da equipe OCoruja, Obrigado!
Normas de TCC por Universidade
by Russo on May.29, 2009, under Citação, Plano de Negócio, TCC
Apesar das normas da ABNT (Associação Brasileira de Normas Técnicas), alguma universidades preferem criarm normas adicionais ou adequar parte das existentes por necessidade própria.
Abaixo segue uma lista de normas de algumas universidades:
UFPE (Federal de Pernambuco/PE)
NBR 6023:2000 Referências – Elaboração
by Russo on May.28, 2009, under Citação, Plano de Negócio, TCC
NBR 6023:2000 Informação e documentação- Referências – Elaboração
| AUTOR(es)//Título:/subtítulo (se houver).//Indicação de responsabilidade se houver).//Edição.//Local:/Editora,/Ano.//Dados complementares (características físicas, Coleção, notas e ISBN) |
1 autor:
MOTTA, Fernando C. P. Teoria geral da administração: uma introdução. 22.ed. São Paulo: Pioneira, 2000.
2 autores:
LAUDON, Kenneth C.; LAUDON, Jane P. Management information systems: new approaches to organization & technology. 5 th ed. New Jersey: Prentice Hall, 1998.
3 autores:
BIDERMAN, C.; COZAC, L. F. L.; REGO, J. M. Conversas com economistas brasileiros. 2.ed. São Paulo: Ed. 34, 1997.
Mais de 03 autores (nestes casos, acrescenta-se a expressão et al, após o primeiro autor):
SLACK, N. et al. Administração da produção. São Paulo: Atlas, 1997.
Teses e Dissertações
| MIYAMOTO, S. O Pensamento geopolítico brasileiro: 1920-1980. 1981. 287f. Dissertação (Mestrado em Ciência Política) – Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas, Universidade de São Paulo, São Paulo |
Manual
| BRASÍLIA. Ministério da Fazenda. Secretaria do Tesouro Nacional. Sistema integrado de administração financeira do governo federal. Brasília, 1996. 162 p. (Manual SIAF, 5). |
Parte de monografia
| AUTOR(es).//Título:/subtítulo da parte(se houver).//In:/Referência completa da monografia no todo.//informar ao final a paginação correspondente à parte. |
Capítulo de livro
| ROVIGHI, S. V. Ontologia existencial e filosofia da existência. In: ________. História da filosofia contemporânea: do século XIX à neoescolástica. Tradução por Ana Pareschi Capovilla. São Paulo : Loyola, 1999. Cap. 15, p. 397-412. |
Informações retiradas da Internet
| AUTOR(es).//Título:/subtítulo da parte ou do todo .//Edição.//Local:/Editora, /Data.//Descrição física do meio ou suporte. |
No caso de documentos online, apresentar a URL entre os sinais<> precedido das expressão “Disponível em:” finalizando com a data de acesso como mostra o exemplo abaixo.
| CORUJA da administração. São Paulo, 2008. Disponível em: <http://www.ocoruja.com/index.php/tag/tcc> . Acesso em: 16 ago. 2009 |
Publicação periódica
| TÍTULO.//Local de publicação:/Editora,/Data de ínicio da coleção e encerramento (quando houver).//Periodicidade.//ISSN. |
| REVISTA BRASILEIRA DE ECONOMIA. Rio de Janeiro: Fundação Getúlio Vargas, 1947- . Trimestral. ISSN 0034-7140 |
Parte de publicação periódica
| AUTOR(es).//Título do artigo:/subtítulo quando houver.//Título da publicação.//volume, número,/página inicial e final do artigo.//Data de publicação. |
| REZENDE, C. S.; REZENDE, W. W. Intoxicações exógenas. Revista Brasileira de Medicina . v. 59, n. 1/2, p. 17-25. jan./fev. 2002. |
Norma NBR 6023:2000 Informação e documentação- Referências – Elaboração
Veja também:
- NBR 10520:2001 Apresentação de citações em documentos
- NBR 14724:2001 Trabalhos acadêmicos – Apresentação







