O Coruja das coisas…
O mundo ao alcance de seus olhos…

Em 1927,o Conselho Nacional de Pesquisas dos Estados Unidos (National Research Council), iniciou uma experiência em uma fábrica da Wester Eletric Company, situada em Chicago, no bairro de Hawthorne e cuja finalidade era a de determinar a relação entre a intensidade da iluminação e a eficiência dos operários medida através da produção. A experiência foi coordenada por Elton Mayo, e estendeu-se à fadiga, acidentes no trabalho, rotatividade do pessoal (turnover) e ao efeito das condições de trabalho sobre a produtividade do pessoal.

Objetivo

A direção da fábrica de Western Electric, situada no bairro Hawthorne de Cicero, Illinois contratou uma equipe de Harvard(Elton Mayo-médico especializado em psicopatologia e Fritz Roethlisberger) para conduzir experimentos relacionando produtividade e condições fisicas de trabalho. Nessa fábrica havia um grande departamento onde moças montavam relés de telefone. A tese era que aumentando a luminosidade, a produtividade também aumentaria. A Western Eletric fabrica equipamentos e componentes telefônicos. Na época, valorizava o bem-estar dos operários, mantendo salários satisfatórios e boas condições de trabalho. A empresa não estava interessada em aumentar a produção, mas em conhecer melhor seus empregados.

 

1ª Fase – Os Estudos da Iluminação

Para analisar o efeito da iluminação sobre o rendimento dos operários, foram escolhidos dois grupos que faziam o mesmo trabalho e em condições idênticas: um grupo de observação trabalhava sobre intensidade de luz variável, enquanto o grupo de controle tinha intensidade constante. Os operários se julgavam na obrigação de produzir mais quando a intensidade de iluminação aumentava e, o contrário, quando diminuía. Comprovou-se a preponderância do fator psicológico sobre o fator fisiológico: a eficiência dos operários é afetada por condições psicológicas. Reconhecendo o fator psicológico apenas quanto a sua influência negativa, os pesquisadores pretenderam elimina-lo da experiência, por considera-lo inoportuno. A conclusão (que ficou conhecida como experiência de Hawthorne) é que a produtividade sobe quando há a percepção dos trabalhadores que a direção da empresa dá atenção a eles.

 

2ª Fase – Sala de montagem de relés

Começou em 1927. Foi criado um grupo de observação: cinco moças montavam os relés, enquanto uma sexta fornecia as peças para abastecer o trabalho. A sala de provas era separada do departamento (onde estava o grupo de controle) por uma divisão de madeira. O equipamento de trabalho era idêntico ao utilizado no departamento, apenas incluindo um plano inclinado com um contador de peças que marcava a produção em uma fita perfurada. A produção foi o índice de comparação entre o grupo experimental (sujeito a mudanças nas condições de trabalho) e o grupo controle (trabalho em condições constantes). O grupo experimental tinha um supervisor, como no grupo de controle, além de um observador que permanecia na sala. Elas foram convidadas para participar na pesquisa e esclarecidas quanto aos seus objetivos: determinar o efeito de certas mudanças nas condições de trabalho (período de descanso, lanches, redução no horário de trabalho etc.). Eram informadas dos resultados e as modificações eram antes submetidas a sua aprovação. A pesquisa foi dividida em 12 períodos.

  • 1° período: Durou duas semanas. Foi estabelecida a capacidade produtiva em condições normais de trabalho (2.400 unidades semanais por moça) que passou a ser comparada com os demais períodos.
  • 2° período: Durou cinco semanas. O grupo experimental foi isolado na sala de provas, mantendo-se as condições e o horário de trabalho normais e medindo-se o ritmo de produção. Serviu para verificar o efeito da mudança de local de trabalho.
  • 3° período: Modificou-se o sistema de pagamento. No grupo de controle havia o pagamento por tarefas em grupo. Os grupos eram numerosos (mais de cem moças), as variações de produção de cada moça eram diluídas na produção e não refletiam no salário individual. Separou-se o pagamento do grupo experimental e, como ele era pequeno, os esforços individuais repercutiam diretamente no salário. Esse período durou oito semanas. Verificou-se aumento de produção.
  • 4° período: Início da introdução de mudanças no trabalho: um intervalo de cinco minutos de descanso no período da manhã e outro igual no período da tarde. Verificou-se novo aumento na produção.
  • 5° período: Os intervalos de descanso foram aumentados para dez minutos cada, verificando-se novo aumento de produção.
  • 6° período: Introduziu-se três intervalos de cinco minutos na manhã e três à tarde. A produção não aumentou e houve quebra no ritmo de trabalho.
  • 7° período: Voltou-se a dois intervalos de dez minutos, em cada período, servindo-se um lanche leve. A produção aumentou novamente.
  • 8° período: O grupo experimental passou a trabalhar até às 16h30min e não até às 17 horas, como o grupo de controle. Houve acentuado aumento na produção.
  • 9° período: O grupo passou a trabalhar até às 16 horas. A produção permaneceu estacionária.
  • 10° período: O grupo experimental voltou a trabalhar até às 17 horas. A produção aumentou bastante.
  • 11° período: Estabeleceu-se a semana de cinco dias, com sábado livre. A produção diária do grupo experimental continuou a subir.
  • 12° período: Voltou-se às mesmas condições do 3° período, tirando-se todos os benefícios dados, com a aceitação das moças. Esse período durou 12 semanas. Inesperadamente a produção atingiu um índice jamais alcançado anteriormente (3.000 unidades semanais por moça).

 

Conclusão dessa fase

  • As moças gostavam de trabalhar na sala de provas porque era divertido e a supervisão branda (ao contrário da supervisão de controle rígido na sala de montagem) permitia trabalhar com liberdade e menor ansiedade;
  • Havia um ambiente amistoso e sem pressões, na qual a conversa era permitida, o que aumentava a satisfação no trabalho;
  • Não havia temor ao supervisor, pois este funcionava como orientador;
  • Houve um desenvolvimento social do grupo experimental. As moças faziam amizades entre si e tornaram-se uma equipe;
  • O grupo desenvolveu objetivos comuns, como o de aumentar o ritmo de produção, embora fosse solicitado trabalhar normalmente.

 

3ª Fase – Sala de montagem de terminais

Para analisar a relação entre a Organização Informal dos Operários e a Organização Formal da Fábrica, foi escolhido um grupo experimental para trabalhar em uma sala especial com condições de trabalho idênticas às do departamento. Um observador ficava dentro da sala e um entrevistador fora entrevistando o grupo. O sistema de pagamento era baseado na produção do grupo. O salário só poderia ser maior se a produção total aumentasse. O observador pôde notar que os operários dentro da sala usavam uma porção de artimanhas – logo que os operários montavam o que julgavam ser a sua produção normal, reduziam seu ritmo de trabalho. Os operários passaram a apresentar certa uniformidade de sentimentos e solidariedade grupal. O grupo desenvolveu métodos para assegurar suas atitudes, considerando delator o membro que prejudicasse algum companheiro e pressionando os mais rápidos para estabilizarem sua produção por meio de punições simbólicas.

 

Conclusões da Experiência de Hawthorne

Nível de Produção Resultante da Integração Social

O nível de produção não é determinado pela capacidade física ou fisiológica do empregado (como afirmava a Teoria Clássica), mas por normas sociais e expectativas grupais. É a capacidade social do trabalhador que determina o seu nível de competência e eficiência e não sua capacidade de executar movimentos eficientes dentro do tempo estabelecido. Quanto maior a integração social do grupo, maior a disposição para trabalhar.

Comportamento Social dos Empregados

Os trabalhadores não agem ou reagem isoladamente como indivíduos, mas como membros de grupos. Portanto, a administração não pode tratar os empregados um a um, mas sim como membros de grupos e sujeitos às influências sociais desses grupos. A Teoria das Relações Humanas contrapõe o comportamento social do empregado ao comportamento do tipo máquina, proposto pela Teoria Clássica.

Recompensas e Sanções Sociais

Os precursores da Administração Científica, baseados no conceito de homo economicus, pelo qual o homem é motivado e incentivado por estímulos salariais, elaboravam planos de incentivo salarial, para elevar a eficiência e baixar os custos operacionais. Para a Teoria das Relações Humanas, a motivação econômica é secundária na determinação do rendimento do trabalhador. Para ela, as pessoas são motivadas pela necessidade de reconhecimento, de aprovação social e participação nas atividades dos grupos sociais nos quais convivem. Daí o conceito de homem social.

Grupos Informais

Enquanto os clássicos se preocupavam com aspectos formais da organização como autoridade, responsabilidade, especialização, estudos de tempos e movimentos, princípios gerais de Administração, departamentalização etc., os autores humanistas se concentravam nos aspectos informais da organização como grupos informais, comportamento social dos empregados, crenças, atitude e expectativa, motivação etc. A empresa passou a ser visualizada como uma organização social composta de grupos sociais informais. Esses definem suas regras de comportamento, formas de recompensas ou sanções sociais, objetivos, escala de valores sociais, crenças e expectativas que cada participante vai assimilando e integrando em suas atitudes e comportamento.

Relações Humanas

As relações humanas são as ações e atitudes desenvolvidas a partir dos contatos entre pessoas e grupos. Cada pessoa possui uma personalidade própria e diferenciada que influi no comportamento e atitudes das outras com quem mantém contato. A compreensão das relações humanas permite ao administrador melhores resultados de seus subordinados e a criação de uma atmosfera na qual cada pessoa é encorajada a exprimir-se de forma livre e sadia.

Importância do Conteúdo do Cargo

A especialização não é a maneira mais eficiente de divisão de trabalho.Trabalhos simples e repetitivos tornam-se monótonos e maçantes afetando negativamente a atitude do trabalhador e reduzindo a sua satisfação e eficiência.

Ênfase nos Aspectos Emocionais

Os elementos emocionais não planejados e irracionais do comportamento humano merecem atenção especial da Teoria das Relações Humanas. Daí a denominação de sociólogos da organização aos autores humanistas.


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Elton Mayo

Elton Mayo

Georges Elton Mayo (Adelaide, Austrália, 26 de dezembro de 1880 — Polesden Lacey, Reino Unido, 7 de setembro de 1949) foi um sociólogo australiano, um dos fundadores e principais expoentes do método sociologia industrial estadunidense.

Formou-se em Medicina na Universidade de Adelaide, trabalhou na África e leccionou na Universidade de Queensland. Ainda na Austrália, estudou as sociedades aborígenes, que o tornaram sensível às múltiplas dimensões da natureza humana. Durante a Primeira Guerra Mundial, trabalhou na análise psicológica de soldados em estado de choque.

Pesquisas

Georges Elton Mayo – cientista social australiano – chefiou uma experiência em uma fábrica da Western Eletric Company, situada em Chicago, no bairro de Hawthorne. Esta experiência caracterizou-se como um movimento de resposta contrária à Abordagem Clássica da Administração, considerada pelos trabalhadores e sindicatos como uma forma elegante de explorar o trabalho dos operários para benefício do patronato. Na época, a alta necessidade de se humanizar e democratizar a Administração nas frentes de trabalho das indústrias, aliado ao desenvolvimento das ciências humanas – psicologia e sociologia, dentre outras – e as conclusões da Experiência de Hawthorne fez brotar a Teoria das Relações Humanas.

A Experiência de Hawthorne tinha por objetivo inicial estudar a fadiga, os acidentes, a rotação do pessoal - turnover -, e o efeito das condições físicas de trabalho sobre a produtividade dos empregados. Essa experiência foi também motivada por um fenômeno apresentado de forma severa à época na fábrica: conflitos entre empregados e empregadores, apatia, tédio, aalienação, o alcoolismo, dentre outros fatores que tornavam difícil a convivência no meio trabalhístico.

Esta experiência, na sua primeira fase, pretendia confirmar a influência da iluminação sobre o desempenho dos operários. Nos resultados, os observadores não encontraram correlação direta entre as variáveis, não apresentando comprovação do objetivo inicial, e sim somente a preponderância do fator psicológico ao fisiológico.

Na segunda fase ocorreu o desenvolvimento dos seguintes campos: social, gerado pelo trabalho em equipe; e de liderança: gerado pelos objetivos comuns. As condições da sala experimental permitiam que se trabalhasse com liberdade e menor ansiedade: supervisão branda (sem temor ao supervisor, que passou a desempenhar o papel de orientador); ambiente amistoso e sem pressões, proporcionando um desenvolvimento social e a integração do grupo entre si.

Seguiu-se à terceira fase, na qual foi verificada, por meio do Programa de Entrevistas (que consista em entrevistas com os empregados para conhecer suas opiniões e sentimentos), onde foi constatada a existência de uma organização informal de operários, em que existia lealdade e liderança de certos funcionários em relação ao grupo, com suas próprias regras de procedimento e que, em caso de contradições à vontade deste grupo, havia uma punição, que não era formal, mas aplicada pelo grupo ao membro.

A esses resultados houve grande aprovação, e em consequência disso criou-se a Divisão de Pesquisas Industriais. Consequentemente veio a quarta fase, tendo como foco de observação a igualdade de sentimentos entre os membros do grupo e a relação de organização formal e informal, que tinha por finalidade a proteção contra o que o grupo considerava ameaças daAdministração da empresa a qual trabalhavam.

As conclusões da experiência foram:

  • Nível de produção é resultante de Integração Social: é a capacidade social do trabalhador que estabelece o seu nível de competência e eficiência; quanto mais integrado socialmente no grupo de trabalho, tanto maior será a disposição de produzir;
  • Comportamento Social dos empregados: verifica-se que o comportamento do indivíduo se apóia totalmente no grupo. Os trabalhadores não agem ou reagem individualmente, mas como membros de um grupo. Amizade e agrupamento social devem ser considerados aspectos relevantes para a Administração;
  • Recompensas e Sanções sociais: são simbólicas e não-materiais, porém influenciam decisivamente a motivação e a felicidade do trabalhador. As pessoas são motivadas pela necessidade de “reconhecimento”, de “aprovação social” e “participação”. A motivação econômica é secundária na determinação da produção do empregado;
  • Grupos Informais: definem suas regras de comportamento, suas formas de recompensas ou sanções sociais, punições, seus objetivos, sua escala de valores sociais, suas crenças e expectativas, que cada participante vai assimilando e integrando em suas atitudes e comportamento;
  • As Relações Humanas: são as ações e atitudes desenvolvidas pelos contatos entre as pessoas e o grupo, permitindo uma atmosfera onde cada pessoa é encorajada a exprimir-se livre e sadiamente. Cada pessoa procurar se ajustar às demais pessoas do grupo para que seja compreendida e tenha participação ativa, a fim de atender seus interesses e aspirações;
  • A Importância do Conteúdo do Cargo: o conteúdo e a natureza do trabalho têm enorme influência sobre o moral do trabalhador, tornando-o produtivo ou desmotivado. trabalhos repetitivos tendem a se tornar monótonos e maçantes afetando negativamente as atitudes do trabalhador e reduzindo sua eficiência;
  • Ênfase nos aspectos emocionais: é a preocupação com as emoções e sentimentos dos funcionários. Elementos emocionais, não-planejados e até mesmo irracionais do comportamento humano devem ser considerados dentro da organização.

Após esse estudo, a empresa passou a ser visada também como um conjunto de indivíduos e de relações de interdependências que estes mantêm entre si, em função de normas, valores, crenças e objetivos comuns e de uma estrutura tecnológica subjacente, reforçando o discurso de que o homem social é um ser complexo, que ao mesmo tempo é condicionado pelos sistemas sociais em que se insere e motivado a agir por necessidades de ordem biológica e psicosocial; e que os valores orientantes do comportamento de cada indivíduo são, de um lado: derivados das necessidades que constituem a fonte de valores sociais; de outro: transmitidos ao indivíduo pelos sistemas sociais que participa. Assim concluiu-se que: motivado pela organização mediante a satisfação de suas necessidades, o indivíduo não focaliza o “salário ou benefícios financeiros” como ponto central, mas a remuneração no ciclo motivacional é um componente integrante.

Para Elton Mayo“O conflito é uma chaga social, a cooperação é o bem-estar social” . Conclui-se que: comprovada a existência de uma organização informal, a Experiência de Hawthorne contrapõe o comportamento social do empregado ao comportamento do tipo máquina, proposto pela Teoria Clássica, abrindo assim portas para um novo campo de abordagem da Administração: as Relações Humanas.


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1º. Exxon Mobil: US$ 341 (-25%)
2º. Wal-Mart Stores: US$ 196 (-02%)
3º. China Mobile: US$ 176 (-33%)
4º. Banco da Indústria e Comércio da China: US$ 151 (-25%)
5º. Microsoft: US$ 150 (-43%)
6º. AT&T: US$ 149 (-31%)
7º. Shell: US$ 142 (-34%)
8º. Procter e Gamble: US$ 141 (-32%
9º. PetroChina: US$ 140 (-35%)
10º. Johnson & Johnson: US$ 139 (-23%)

11º. Petrobras: US$ 134 (-41%)
17º. Nestlé: US$ 115 (-39%)
19º. Volkswagem: US$ 113 (+09%)

Fonte: Exame

Valores de mercado em  bilhões de dólares em abril de 2009.

Os prcentuais referem-se a relação com o ano de 2008 antes da crise econômica.

Volkswagem foi a única com variação positiva.


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1º. Wal-Mart Stores: US$ 378.799
2º. Exxon Mobil: US$ 372.824
3º. Royal Dutch Shell: US$ 355.782
4º. BP: US$ 291.438
5º. Toyota Motor: US$ 230.201
6º. Chevron: US$ 210.783
7º. ING Group: US$ 201.516
8º. Total: US$ 187.280
9º. General Motors: US$ 182.347
10º. ConocoPhillips: US$ 178.558

Fonte: Fortune 500
Valores em  bilhões de dólares de faturamentodo no ano fiscal de 2008


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Inovação, qualidade de vida e meio ambiente são tendências

O Profuturo (Programa de Estudos do Futuro), da FIA (Fundação de Instituto de Administração), anuncia os resultados da pesquisa Delphi “Carreiras do Futuro”, com o objetivo de identificar as áreas mais promissoras e onde estarão as oportunidades de negócios para empreendedores até o ano de 2020. Segundo os especialistas consultados, a ênfase crescente na inovação, a busca por qualidade de vida e a preocupação com o meio ambiente estarão entre os fatores mais relevantes no delineamento das carreiras mais promissoras.

Os negócios potenciais estarão no setor de serviços, em áreas como saúde e qualidade de vida, turismo e lazer, alimentação, serviços para a terceira idade e consultorias especializadas – tais como sustentabilidade, desenvolvimento de carreira, consultoria pessoal e planejamento financeiro.

Veja o quadro com as carreiras promissoras:

QUADRO DAS 6 CARREIRAS EMERGENTES MAIS PROMISSORAS ATÉ 2020
 
Carreiras
% indicado
Atividades
1
Gerente de Eco-Relações
72
Profissional que irá se comunicar e trabalhar com consumidores, grupos ambientais e agências governamentais para desenvolver e maximizar programas ecológicos.
2
Chief Innovation Officer
67
Interagirá com os funcionários em diferentes áreas da organização para pesquisar, projetar e aplicar inovações.
3
Gerente de Marketing e-Commerce
46
Gerencia o desenvolvimento e implementação de estratégias de web sites para vender produtos e serviços.
4
Conselheiros de Aposentadoria
39
Profissionais responsáveis por ajudar a planejar a aposentadoria.
5
Coordenador de Desenvolvimento da Força de Trabalho e Educação Continuada
35
Coordenador responsável por gerenciar programas para ajudar funcionários qualificados a atingir níveis avançados em suas áreas de especialização.
6
Bioinformationists
34
Cientistas que trabalharão com informação genética, servindo como uma ponte para cientistas que trabalham com o desenvolvimento de medicamentos e técnicas clínicas.

A maioria dos entrevistados, ou seja, 38% deles indicaram a inovação como um fator crítico para a competitividade das empresas, dando ênfase no desenvolvimento tecnológico, na educação continuada e na busca por novos conhecimentos. A pesquisa aponta ainda que as áreas de Biotecnologia, Nanotecnologia, Saúde e Medicina serão promissoras.

A busca pela qualidade de vida foi a opção de 26% dos especialistas que participaram do estudo. Segundo eles, o crescimento da Internet, com maior acesso e mais pessoas fazendo compras e pesquisas pela rede, deve alavancar os serviços na web.

Outros 18% acreditam que o conceito de sustentabilidade ganhará força, o que aumentará a atuação de profissionais nas áreas ambientais. De acordo com o estudo, será necessária a busca de alternativas de baixo impacto ambiental e pouca poluição para a produção de diversos produtos.

Há ainda uma expectativa de aumento da participação das atividades empreendedoras no mercado profissional. O estudo apontou projeção de aumento da taxa de atividade empreendedora no país, que poderá chegar a 17% da população economicamente ativa – contra uma média de 12,8% observada entre 2001 e 2007. Como justificativa a essa elevação, 54% dos entrevistados acreditam nas transformações das relações de trabalho.

A pesquisa revelou que haverá uma diminuição dos postos de trabalho formais, o que impulsionará muitos profissionais a criar seu próprio emprego. Novas formas de venda das habilidades individuais surgirão e estarão cada vez mais direcionadas às formas autônomas.

A melhora da educação e dos índices sociais foi apontada como outra tendência do aumento da atividade empreendedora no Brasil. A estimativa é que até 2020, haja um número maior de profissionais com Ensino Superior no Brasil. Mas, para isso, a pesquisa enfatiza a necessidade das empresas, universidades e cursos de MBA prepararem os futuros empreendedores no País.


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1º. Salvador: 75%
2º. Belo Horizonte: 72%
3º. Fortaleza: 72%
4º. São Paulo: 72%
5º. Brasília: 71%
6º. Porto Alegre: 70%
7º. Curitiba: 68%
8º. Recife: 68%
9º. São Paulo (Total interior): 68%
10º. Rio de Janeiro: 65%

Percentual de consumidores em relação a população.

Fonte: IBOPE


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 1.Bradesco

 2.Itaú

 3.Banco do Brasil

 4.Volkswagen

 5.AmBev

 6.Vivo 

 7.Petrobras

 8.GM

 9.OI

10.Fiat

O Bradesco é a marca mais valiosa do Brasil - bem à frente, aliás, do seu grande concorrente, o Itaú, a marca número dois do país.

Esta é a conclusão da quarta edição de um estudo que aponta as cem marcas brasileiras de maior valor. O levantamento foi feito pela britânica Brand Finance, a maior empresa de avaliação de marcas do mundo. O estudo foi feito em dezembro e será divulgado nas próximas horas.    

Segundo a Brand Finance, a marca Bradesco vale 16,2 bilhões de reais. O Itaú, 11,8 bilhões de reais. Os bancos estão bem na fotografia: o Banco do Brasil aparece em terceiro lugar, valendo 7,4 bilhões de reais.   

Algumas empresas que tiveram notórios problemas em 2008 desceram a ladeira. A Sadia perdeu 46% do seu valor - era a 17ª da lista de 2007 e hoje é a 32ª. A Aracruz, que assim como a Sadia, foi atropelada pelo trem dos derivativos cambiais, perdeu 28% do seu valor. A Gol e TAM, donas de prejuízos monumentais em 2008, também perderam: 47% e 51%, respectivamente.

De acordo com a Brand Finance, a crise pode ter atingido (e atingiu em cheio) o valor de mercado das empresas brasileiras, mas suas marcas não experimentaram retração. Enquanto, o valor de mercado das empresas listadas em bolsa caiu 351 bilhões de reais ante 2007 - uma redução de 25,3%, a soma do valor das marcas aumentou 5,7%, Em reais, um total de 12,3 bilhões.

Fonte: Brand Finance / Veja


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Idalberto Chiavenato  

Idalberto Chiavenato

Idalberto Chiavenato nascido em 1936 no interior do estado de São Paulo, é autor brasileiro na área de administração de empresas e de recursos humanos tendo seus livros utilizados por administradores no Brasil, países da América Latina, Portugal, Espanha e países africanos de língua portuguesa. Atualmente, o Professor Chiavenato atua como conselheiro no Conselho Regional de Administração do Estado de São Paulo (CRA-SP) e Presidente do Instituto Chiavenato de Educação.

Perfil acadêmico

É graduado em Filosofia/Pedagogia, com especialização em Psicologia Educacional pela USP, em Direito pela Universidade Mackenzie e pós-graduado em Administração de Empresas pela EAESP-FGV. É mestre (MBA) e Doutor (Ph.D.) em Administração pela City University of Los AngelesCalifórniaEstados Unidos. Foi professor da EAESP-FGV, como também de várias universidades no exterior, e consultor de empresas. Sua extensa bibliografia abrange mais de vinte livros de grande destaque no mercado, além de uma infinidade de artigos em revistas especializadas. É provavelmente o único autor brasileiro a ostentar mais de doze livros sobre administração traduzidos para a língua espanhola. Recebeu vários prêmios e distinções por sua atuação na área de administração geral e de recursos humanos incluindo dois títulos Doutor Honoris Causa em universidades na América Latina.

Livros de sua autoria

Principais obras disponíveis:

  • Administração para Administradores e Não-Administradores - Ed. Saraiva (2008) 272 páginas
  • Introdução à Teoria Geral da Administração 7ª edição - Ed. Campus (2004) 634 páginas
  • Administração nos Novos Tempos 2ª edição - Ed. Campus (2004) 648 páginas
  • Carreira – Você É Aquilo Que Faz - Ed. Saraiva (2006) 153 páginas
  • Cartas a um Jovem Administrador 2ª edição - Ed. Campus (2007) 164 páginas
  • Administração – Teoria, Processo e Prática 4ª edição - Ed. Campus (2006) 408 páginas
  • Administração de Materiais - Ed. Campus (2005) 192 páginas
  • Planejamento Estratégico - Ed. Campus (2004) 415 páginas
  • Administração da Produção - Ed. Campus (2005) 200 páginas
  • Administração de Vendas - Ed. Campus (2005) 200 páginas
  • Teoria Geral da Administração Vol. I 6ª edição - Ed. Campus (2001) 695 páginas
  • Teoria Geral da Administração Vol. II 6ª edição - Ed. Campus (2001) 560 páginas
  • Gestão de Pessoas 3ª edição - Ed. Campus (2008) 624 páginas
  • Princípios da Administração - Ed. Campus (2006) 375 páginas
  • Introdução à Teoria Geral da Administração 3ª edição Compacta - Ed. Campus (2004) 528 páginas
  • Comportamento Organizacional 2ª edição - Ed. Campus (2005) 539 páginas
  • Administração Financeira - Ed. Campus (2005) 116 páginas
  • Recursos Humanos – O Capital Humano das Organizações 9ª edição - Ed. Campus (2009) 522 páginas
  • Contrução de Talentos 5ª edição - Ed. Campus (2005) 188 páginas
  • Administração Geral e Pública 2ª edição - Ed. Campus (2008) 514 páginas
  • Os Novos Paradigmas 5ª edição - Ed. Manole (2008) 422 páginas
  • Gerenciando com as Pessoas - Ed. Campus (2005) 335 páginas
  • Administração Estratégica - Ed. Saraiva (2003) 286 páginas
  • Planejamento e Controle da Produção 2ª edição - Ed. Manole (2008) 138 páginas
  • Escolha seu Futuro - Ed. Saraiva (2008) 192 páginas
  • História da Administração - Ed. Saraiva (2008) 230 páginas
  • Empreendedorismo 3ª edição - Ed. Saraiva (2008) 281 páginas
  • Visão e Ação Estratégica 3ª edição - Ed. Manole (2009) 205 páginas
  • Administração de Recursos Humanos 7ª edição - Ed. Manole (2009) 308 páginas
  • Desempenho Humano nas Empresas 6ª edição - Ed. Manole (2009) 184 páginas
  • Planejamento, Recrutamento e Seleção de Pessoal 7ª edição - Ed. Manole (2009) 176 páginas
  • Remuneração, Benefícios e Relações de Trabalho 6ª edição - Ed. Manole (2009) 246 páginas
  • Treinamento e Desenvolvimento de Recursos Humanos 7ª edição - Ed. Manole (2009) 210 páginas

Instituto Chiavenato de Educação

O Instituto Chiavenato é uma organização focada essencialmente na Educação de Teorias e Práticas Administrativas envolvendo Publicações, Tecnologia Educacional e Programas Empresariais.

Para atingir os objetivos de oferecer conhecimento e informação como vantagem competitiva para quem atua na área acadêmica ou em organizações públicas e privadas, dispomos de uma estrutura que compreende tecnologia e recursos pedagógicos que permitem gerar resultados para o profissional administrador e sua organização através de processos de educação continuada.

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A família Bonfiglioli, dona do grupo Bon Grillé, rede de grelhados fundada em 1994 e que conta com 52 lojas, quer criar uma holding multimarcas na área de franquias de alimentos. Na semana passada, a empresa fechou a compra da rede de cafeterias Vanilla Caffè, adquirindo 65% do capital por R$ 1,2 milhão. O grupo espera que seja a primeira de várias aquisições: até o final do semestre, devem ser adquiridas uma rede de sanduíches e outra de doces. O Vanilla Caffè foi fundado há dois anos por um ex-gerente da Bon Grillé, Sérgio Freire. Aproveitando a onda do café gourmet, a rede tem crescido rápido: já são 20 lojas, com mais nove para inaugurar este ano. A cafeteria faturou R$ 12 milhões em 2008, enquanto o Bon Grillé faturou R$ 42 milhões. Segundo o diretor superintendente do grupo, Nilson Marques, a união das marcas vai gerar uma economia de 25% no custo fixo somado das empresas, aumentando a rentabilidade. 

Fonte: O Estado de S. Paulo.


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- Faço ciência para saber quanto tempo posso suportar.

- Neutro é quem já se decidiu pelo mais forte.

- Há duas maneiras de fazer política. Ou se vive para a política ou se vive da política. Nessa oposição não há nada de exclusivo. Muito ao contrário, em geral se fazem uma e outra coisa ao mesmo tempo, tanto idealmente quanto na prática.

- Há atos humanos que, considerados isoladamente, são impregnados pela nossa sensibilidade valorativa com as cores mais deslumbrantes, mas que, pelas conseqüências a que dão origem, acabam fundindo-se na cinzenta infinidade do historicamente indiferentente, ou que antes, como geralmente sucede, entrecruzando-se com outros eventos do destino histórico, acabam mudando tanto na dimensão como na natureza do seu sentido, até tornar-se irreconhecíveis.

- A intrusão do dever ser nas questões cientificas é devida ao diabo.

- O homem não teria alcançado o possível se, repetidas vezes, não tivesse tentado o impossível.

- Porque todo mundo quer viver à custa do governo, o governo acaba vivendo à custa de todo o mundo.

- Devemos conceber o Estado contemporâneo como uma comunidade humana que, nos limites de um território, reivindica com sucesso e em seu proveito o monopólio da força física legítima.

- A história nos ensina que o homem não teria alcançado o possível se, muitas vezes, não tivesse tentado o impossível.


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