O Coruja das coisas…
O mundo ao alcance de seus olhos…
Herbert Simon

Herbert Simon

Ele se tornou conhecido por sua teoria da Racionalidade Limitada, que trata da tomada de decisões econômicas. Ele próprio preferiu chamá-la de “satisficiente”, uma mistura de “satisfatório” e “suficiente”.

Contrariamente aos princípios da economia clássica, Simon acreditava que os indivíduos não buscam maximizar seus benefícios a partir de um determinado curso de ação, uma vez que não podem assimilar todas as informações que seriam necessárias para fazê-lo.

Por isso, as pessoas, em diferentes situações, procuram o que é “suficientemente bom”, algo que é satisfatório. Quando vai comprar algo, por exemplo, o ser humano pensa naquilo que considera aceitável para suas aspirações, embora não necessariamente seja o que considera ideal.


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1º. Dona Flor e Seus Dois Maridos (1976): 10.735.305
2º. O Ébrio (1946): 8.000.000
3º. Casinha Pequenina (1963): 8.000.000
4º. Jeca Tatu (1960): 8.000.000
5º. A Dama da Lotação (1978): 6.508.182
6º. O Trapalhão nas Minas do Rei Salomão (1977): 5.736.775
7º. Lúcio Flavio – O Passageiro da Agonia (1977): 5.401.325
8º. Se Eu Fosse Você 2 (2009): 5.324.000
9º. 2 Filhos de Francisco (2006): 5.317.949
10º. Os Saltimbancos Trapalhões (1981): 5.218.574


Fonte: Filme B


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1º. Dinamarca
2º. Suécia
3º. Estados Unidos
4º. Cingapura
5º. Suíça
6º. Finlândia
7º. Islândia
8º. Noruega
9º. Países Baixos
10º. Canadá

 

Fonte: WEF Networked Readiness

O estudo anual da WEF Networked Readiness mede a disponibilidade e o uso de tecnologias de informação e comunicações, como o acesso a telefones móveis e serviços de internet em 134 Nações.

59º. Brasil


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Philip Kotler fala sobre inovação, fidelidade, segmentação, sustentabilidade e customização

 

Philip Kotler

Philip Kotler

Ricardo Fort, Diretor de Marketing da Coca-Cola Brasil, Glen Valente, Diretor de Marketing do HSBC Brasil, e Marcos Cobra, Chefe do Departamento de Marketing da Fundação Getúlio Vargas em São Paulo, fizeram suas perguntas sobre o marketing de hoje e do futuro. Na outra ponta, o entrevistado Philip Kotler (foto) respondeu sobre as inquietações do mercado brasileiro nesta entrevista exclusiva ao Mundo do Marketing.

Autor de Administração de Marketing (Pearson), junto com Kevin Keller, livro considerado a bíblia do marketing, é desnecessário dizer que o professor Philip Kotler é um dos maiores pensadores e responsáveis pelo desenvolvimento do marketing no mundo. Cada palavra, teoria e gestos proferidos por ele são capazes de mudar a história de empresas e até de mercados. Afinal, em se tratando de marketing, ele é a maior autoridade do mundo.

No dia 20 deste mês, Kotler estará no Brasil para participar do Fórum Mundial de Estratégia e Marketing realizado pela HSM. Este norte-americano nascido em Chicago no ano de 1931 respondeu às perguntas por e-mail, pois ele não concede entrevistas por telefone. Entre as condições, o envio de apenas seis questões, das quais o professor respondeu a quatro, juntando três perguntas em uma resposta. Mesmo assim, imperdível.

 

Ricardo Fort, Diretor de Marketing da Coca-Cola Brasil
Como é possível uma companhia de bens de consumo como a Coca-Cola fazer algo customizado para a massa? Isso é algo que somente os produtos de alto valor agregado têm capacidade de fazer ou há uma esperança para todos?

Philip Kotler:A customização em massa requer que a empresa dê o que todo consumidor quer. A Dell faz isso. Cada consumidor escolhe os componentes (memória, velocidade, etc.) e depois a empresa junta e entrega. Para a Coca-Cola, seria como cada consumidor especificasse o nível de açúcar e a quantidade da bebida. Mas você pode ver que isto não é prático. No melhor dos casos, a Coca-Cola pode oferecer alguns tipos padrões de bebidas derivada da cola, como diet, regular e sem cafeína.

Outras companhias de consumo de massa podem customizar sob as mesmas circunstâncias. A Levis deu opção para o consumidor comprar um jeans com ajustes pessoais, mas isto foi descontinuado mais tarde. Já uma empresa de vitaminas deu a possibilidade para que os clientes pedissem seus produtos com quantidades específicas de compostos vitamínicos.

Glen Valente, Diretor de Marketing do HSBC Brasil
Como a interação com o consumidor afetará a maneira que nós trabalhamos?

Philip Kotler:As empresas seriam espertas se conhecessem melhor seus clientes. Isto significa que as companhias poderiam testar novos produtos com estes clientes e ainda obter novas idéias deles. Algumas empresas ficam distantes a respeito de envolver o cliente no co-desenvolvimento de novas ofertas. Toda companhia deve ter um grupo de clientes para lhe ajudar a ler a mente em mudança do consumidor.

Marcos Cobra, Chefe do Departamento de Marketing da Fundação Getúlio Vargas em São Paulo
O que muda no marketing do futuro considerando o ambiente globalizado e as mutações ambientais tal como o aquecimento global?

Philip Kotler:Posso listar três de muitos fatores que um número crescente de empresas tem que construir dentro de seus pensamentos:

1. Praticar a sustentabilidade. Os consumidores julgarão, cada vez mais, as companhias por seu desempenho com respeito ao uso sábio e eficiente dos materiais e dos processos de produção. Os críticos atacarão aquelas companhias que são descuidadas sobre os desperdícios, os gases, os produtos químicos nocivos emitidos e assim por diante.

2. Mensuração do Retorno sobre Investimento em Marketing. A diretoria não vai mais tolerar o uso do fundo de marketing incompatível com métricas apropriadas. As empresas têm muitos reivindicadores desta verba e o Marketing deve saber muito bem alocar esses fundos.

3. O dinheiro da promoção (dos produtos) está se movendo dos meios tradicionais para os on-line. Há uma evidência da queda de eficácia dos comerciais de 30 segundos e este dinheiro seria mais bem gasto nas novas mídias e meios inovadores.

José Carlos Aguilera, sócio-diretor da Consultoria Galeazzi & Associados
Em um mundo onde a oportunidade para um produto ou serviço se diferenciarem é cada vez mais reduzida, conduzindo-os à comoditização, como as companhias devem prosseguir para posicionarem seus produtos e serviços?

Marcelo Liberado, Gerente de Marketing da Femsa
Tendo em vista o cenário econômico internacional, o avanço tecnológico e a alta competitividade, quais as principais alterações nas ferramentas do marketing no momento atual comparado com o que se estima vir no futuro? E como as empresas deverão se adequar às mudanças?

Bruno Mello, Editor Executivo do site Mundo do Marketing
Fala-se muito em inovação constante dos produtos para conquistar e manter a participação de mercado. Ao passo que, se todos inovarem, o mix de um supermercado continuará o mesmo. O que deve ser feito para conquistar diferenciação?

Philip Kotler:As três perguntas são semelhantes e aconselho toda empresa a inovar continuamente. No entanto, vimos que muitos produtos falham, e quando não, são copiados rapidamente por seus concorrentes. Então, a lógica do marketing carrega uma contradição inerente: uma empresa falhará se não inovar e é provável que ela falhe se inovar também. Por esta razão, cada empresa precisa encontrar seus próprios caminhos para escapar deste grande dilema. Podemos ajudar com algumas idéias a seguir.

1. Segmentar mais criativamente do que seus concorrentes e encontrar novos segmentos em que possa se posicionar melhor.

2. Cercar seus produtos com uma reputação de qualidade melhor ou que sejam mais difíceis de ser imitados.

3. Trabalhar em cima de planos melhores para criar clientes leais (tais como programas de fidelidade).


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Administrar significa ter de determinar uma direção o tempo todo: onde investir, quem contratar, que posicionamento adotar no mercado, como promover a organização e escolher os parceiros ideais. “Nessa profissão, seja em organizações públicas ou privadas, é necessário tomar decisões constantemente. Por isso, não basta o bom senso, é preciso preparo, conhecimento e determinação”, diz Leandro Vieira, diretor do portal Administradores Negócios Digitais, site voltado para a área de administração e negócios. 

O profissional trabalha em praticamente todos os departamentos de uma organização. É responsável pelo planejamento de estratégias e pelo gerenciamento do dia-a-dia da companhia e gere recursos financeiros, materiais e humanos. Conduz as relações entre a empresa e os funcionários, cuida dos processos de admissão, treinamento e demissão. Organiza planos de carreira e programas de benefícios. Outra possibilidade é atuar no controle dos estoques de matéria-prima e insumos, gerenciando os processos de compra. No setor financeiro, opera nas áreas de custos, orçamentos e fluxo de caixa. Pode se envolver, ainda, com a publicidade e o marketing. O administrador trabalha em diversos setores – de hospitais, fábricas e escolas a organizações não-governamentais, empresas públicas e aquelas dedicadas ao comércio eletrônico.

 

MERCADO DE TRABALHO
O campo de trabalho é amplo: cerca de metade dos cargos de uma empresa é para funções administrativas. Mas o mercado é muito competitivo. Aproximadamente 2 milhões de estudantes formam-se por ano, e não há vagas formais para absorvê-los. Ainda existe a concorrência de graduados de outras áreas que fazem especialização ou MBA e conseguem emprego em Administração. 

Apesar disso, o mercado de trabalho para administradores no Brasil está crescendo junto com a economia. Grandes companhias estão ampliando seus quadros de funcionários, e as empresas familiares se profissionalizando e buscando candidatos com boa formação para fazer parte de seus quadros. “Empresas que tradicionalmente contratavam apenas profissionais de áreas técnicas, como Engenharia e Química, por exemplo, começam a perceber a necessidade de preencher cargos administrativos e de negócios, como compras, logística e marketing, com os formados na área e dotados de visão estratégica”, afirma Marcos Amatucci, diretor nacional dos cursos de graduação em Administração da Escola Superior de Propaganda e Marketing (ESPM), de São Paulo.

Como a atuação do administrador é bastante ampla, esse profissional se faz necessário em todo tipo de empresa (fabril, comercial, serviços, agronegócio) e em praticamente todas as áreas, desde a comercial, passando por logística, financeira e compras, até recursos humanos. A região Centro-Oeste apresenta o mercado que mais se expande. Os principais empregadores estão no setor de agronegócio, em cidades como Cuiabá (MT), Campo Grande (MS) e Goiânia (GO). As regiões Sul e Sudeste concentram o maior número de empresas que oferecem programas de trainee, enquanto o setor público tem vagas em todo o país.

 

O CURSO
Uma resolução do MEC, datada de 2005 e que passou a vigorar em 2007, estabeleceu que as linhas de formação específicas nas diversas áreas da Administração não podem constituir uma extensão ao nome do curso. Isso significa que as várias ênfases ou habilitações de Administração, como administração financeira ou de recursos humanos, devem constar apenas no projeto pedagógico do curso.

Em geral, os dois primeiros anos são ocupados com disciplinas básicas, como matemática, estatística, direito, sociologia, contabilidade e informática. No terceiro começam as matérias específicas, como logística, finanças, marketing e recursos humanos. O curso dura, em média, quatro anos, e o dia-a-dia não se limita às aulas expositivas. O aluno cria e analisa casos fictícios e apresenta seminários. Algumas escolas exigem uma monografia de conclusão de curso, além do estágio supervisionado.
Outros nomes: Ciên. Ger. e Orçamentos Contábeis; Ciên. Imob.; Gestão de Coop.; Gestão e Comun. Empr.; Gestão e Empreended.; Log.

 

O QUE VOCÊ PODE FAZER
Administração de empresas
Cuidar de todas as operações de uma empresa, desde a organização de seus recursos humanos, mercadológicos, materiais e financeiros até o desenvolvimento de estratégias de mercado.

Administração esportiva
Gerenciar times e equipes, promover competições e cuidar do marketing esportivo de uma associação. Em órgãos oficiais, definir políticas para o esporte.

Administração financeira
Organizar e coordenar as atividades financeiras de um estabelecimento, lidando com patrimônio, capital de giro, análise de orçamentos e fluxo de caixa.

Administração hoteleira
Gerenciar hotéis, flats, pousadas e parques temáticos. Supervisionar o funcionamento do estabelecimento, seus serviços, sua manutenção, as reservas e a limpeza.

Administração hospitalar
Gerenciar hospitais, prontos-socorros e empresas de convênio médico ou seguro-saúde.

Administração de produção
Supervisionar o processo produtivo em indústrias, da análise, aquisição e estocagem da matéria-prima à qualidade e distribuição do produto final.

Administração pública
Planejar, promover e gerenciar instituições públicas. Veja também Administração pública.

Administração de recursos humanos
Cuidar das relações entre funcionários e empresa, coordenando a seleção e a admissão, os planos de carreira e de salários, os programas de incentivo, de treinamento e de capacitação da mão-de-obra.

Administração rural
Dirigir empresas rurais e agroindustriais, controlando o processo de produção, a distribuição e a comercialização de produtos. Veja também Agronegócios e Administração Rural.

Administração do terceiro setor
Planejar e coordenar as operações de ONGs, gerindo a captação de recursos e sua aplicação em projetos ambientais, educacionais, profissionalizantes ou comunitários.

Auditoria
Acompanhar a análise e os exames de documentos dos diversos setores de uma empresa ou organização.

Comércio exterior
Administrar e planejar negociações de compra e venda com empresas do exterior. Veja tambémComércio exterior.

Controladoria
Planejar e gerenciar o orçamento de uma empresa, fazendo o controle dos custos e a auditoria interna.

Empreendedorismo
Definir as estratégias de criação e direção de um negócio, avaliando as oportunidades, a concorrência e a gestão de recursos humanos.

Gestão ambiental
Planejar, desenvolver e executar projetos para a preservação do meio ambiente. Veja tambémGestão ambiental.

Gestão de qualidade
Otimizar os processos industriais e de venda ou compra de serviços ou mercadorias. Coordenar programas que melhorem a qualidade de vida de funcionários e clientes.

Logística
Implantar e administrar o fluxo produtivo de uma empresa, da estocagem da matéria-prima à distribuição da mercadoria nos pontos-de-venda.

Marketing
Definir as estratégias de atuação de uma empresa, estudar as necessidades dos clientes, desenvolver produtos e serviços para atendê-los e planejar as vendas. Veja também Marketing.

Peritagem
Elaborar exames periciais em assuntos relacionados ao dia-a-dia de uma empresa, como na administração financeira ou de recursos humanos.

Sistemas de informação
Gerenciar os sistemas de tecnologia de informação em uma empresa, atualizando seus equipamentos e programas necessários ao negócio. Veja também Sistemas de informação.

 

Fonte: Guia do Estudante


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Os problemas do planejamento estratégico vêm atraindo alguns dos melhores acadêmicos e especialistas em negócios do mundo, mas suas visões nem sempre são semelhantes.

A maioria pode concordar com as orientações gerais estabelecidas pelo teórico Alfred Chandler de que o planejamento estratégico envolve a articulação de metas de longo prazo e a mobilização de recursos necessários para atingir esses objetivos. Mas há poucos pontos em que eles concordam.

Considerado o pai do pensamento estratégico moderno, Igor Ansoff identificou uma distinção crucial entre planejamento estratégico e o que ele chamou de gestão estratégica, a qual teria três partes: planejamento estratégico; a capacidade de uma empresa para transformar seus planos em realidade; e a capacidade de uma empresa para gerir sua própria resistência às mudanças.

O planejamento estratégico era bastante popular nos anos 1960, mas ficou fora de moda no fim da década de 1980. Só em meados dos anos 1990 começou a ser adotado novamente em maior escala. A chegada da internet e do e-commerce obrigaram as empresas a pensar cuidadosamente sobre como fazer negócios no meio online.


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William Whyte  

William Whyte

No livro “O Homem Organizacional”, publicado há mais de 50 anos, William Whyte descreveu de forma brilhante a natureza da vida corporativa da época. Ele escreveu o livro depois de entrevistar os patrões de uma série de grandes empresas, quando era editor da revista “Fortune”.

A tese de William Whyte era de que o povo norte-americano havia se transformado em uma nação de funcionários que “fizerem os votos de uma vida para a empresa”, onde os trainees habitavam os novos subúrbios, transformados em dormitórios de uma nova geração de homens organizacionais.

Foi o homem organizacional, regrado com forte disciplina e senso de lealdade, que moveu as engrenagens das grandes corporações que emergiram da Segunda Guerra Mundial, como a Ford, General Motors, Unilever e Procter & Gamble.


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1º. Tóquio (Japão)
2º. Osaka (Japão)
3º. Paris (França)
4º. Copenhague (Dinamarca)
5º. Oslo (Noruega)
6º. Zurique (Suíça)
7º. Helsinki (Finlândia)
8º. Frankfurt (Alemanha)
9º. Genebra (Suíça)
10º. Cingapura (Cingapura)

 

Fonte: Consultoria Economist Intelligence Unit (EIU)


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