O Coruja das coisas…
O mundo ao alcance de seus olhos…

EM primeiro lugar, quero de agradecer aos meus colegas a confiança depositada em mim, quando me escolheram para proferir algumas palavras neste dia tão importante para todos nós. QUE o que aqui for dito, possa expressar o pensamento da Turma e servir de reflexão no início desta nova caminhada.

UMA frase de Clarice Lispector diz que “O que é verdadeiramente imoral é ter desistido de si mesmo”.

 

QUANDO começamos o curso de graduação há 4 anos, tínhamos um sonho, o sonho da formatura, de sermos administradores, porém, esse sonho estava nas nuvens, muito distante de nossa realidade na época.

 

NO começo, nos espantamos com tudo o que vimos em salas de aula, teorias complicadas, fórmulas matemáticas, que até então duvidávamos que existisse, trabalhos, provas… AOS poucos vimos nosso sonho ficar mais longe, pois percebemos que não seria tão fácil quanto era imaginado. ESTÁVAMOS frente a um grande desafio que se desenrolaria pelos 4 anos futuros. TIVEMOS então que nos familiarizar e buscar forças onde não existiam para que pudéssemos progredir.

 

AS salas eram cheias, dezenas de alunos disputavam um pedaço do território para conseguir ver e ouvir o que o professor dizia. MESMO ouvindo, isso não era garantia de entendimento, pois demorou algum tempo para que houvesse a possibilidade de realmente entender que estávamos em uma universidade estudando administração e todas suas características.

 

NESSE meio tempo entre aulas e dúvidas, surgiram amizades. PESSOAS que nunca antes haviam se visto agora conversavam e se tornavam amistosas uma com as outras. COMEÇARAM a iniciar laços afetivos que seriam mantidos por grande parte dos 4 anos. MAS foi justamente nesses desconhecidos que foi possível encontrar forças para continuar em todas as vezes que pensamos em desistir.

 

DENTRO da vida acadêmica, pudemos aos poucos progredir com novos entendimentos e uma nova forma de vida. PARA muitos o primeiro emprego chegou, para outros, houve a oportunidade de trocar de emprego e começar um estágio, após algum tempo sendo efetivado, ou decidindo por buscar novas oportunidades.

 

DURANTE 4 anos, tivemos atividades que valeram uma vida toda, escalamos grandes alturas, navegamos pelos 7 mares e vivemos intensamente de diversas formas…

ISSO se findou em um último ano de incertezas e dificuldades, uma dessas, chamado TCC, que muitos vão se lembrar que foi uma batalha travada, onde os vitoriosos aprenderam mais do que apenas fazer um trabalho, aprenderam que os amigos feitos no passado só são vistos de verdade na hora da dificuldade. É nessa hora que é possível saber quem realmente fará parte de nossa vida futura, quem estará em sua network, quem você poderá dizer que te ajudou quando você realizou seu maior trunfo. OS erros cometidos são deixados para trás, as tristezas são transformadas em alegria, o sentimento que agora habita em nós é o de felicidade, pois o sonho do primeiro ano se torna realidade.

 

CITANDO novamente Clarisse Lispector: “O que é verdadeiramente imoral é ter desistido de si mesmo”, vemos que essa frase fez parte desses nossos 4 anos de vida… NEM todos os que começaram conosco estão terminando, alguns talvez nunca terminem. MAS nós viemos até o fim e por isso estamos aqui. SOMOS vitoriosos, pois, vencemos diversos inimigos. PORÉM nosso maior inimigo, somos nós mesmos, com nossos medos, receios, incertezas, dificuldades que nós mesmos criamos, mas que superamos para que pudéssemos estar aqui… EM alguns momentos não pudemos vencer esses medos sozinhos e tivemos que contar com amigos e até mesmo com nossos pais, eles que nos forneceram os subsídios mais preciosos, seja o afeto ou a motivação. AINDA também nossos mestres, pilares ativos em nosso desenvolvimento, auxiliando-nos em coisas que, ainda que não percebamos nos fizeram continuar, ou em sua ausência em que caminhamos guiados pela necessidade. NOSSO agradecimento aos nossos companheiros e companheiras, que sempre se fizeram presentes, falando o que precisávamos ouvir ou calando-se quando necessário, há todos que participaram direta ou indiretamente de nossas vidas nesses 4 anos… NOSSOS mais sinceros sentimentos de amor. 

 

A partir de hoje somos Bacharéis em Administração. QUE o diploma não seja apenas um enfeite de parede, mas que seja o que guiará nossas ações pelo resto de nossas vidas. QUE possamos exercer a profissão como vencedores, mas sem esquecer a humildade, sermos bravos, mas sem esquecer a sutileza, que sejamos fortes, mas sem esquecer-se de Deus… SABEMOS que o que acontece atualmente no mundo pode parecer tenebroso, com crises e guerras. NESSE momento muitos tem um pensamento insano de que tudo dará errado e que haverá dificuldades para todos nós. OS que assim falam fazem bem ao contrário dos livros mais vendidos e com mais versões da atualidade, chamados “O Segredo” e “Quem Somos Nós”. NESSES livros tudo que imaginamos e pensamos de ruim carrega uma energia que concretiza nossos pensamentos, independente de crença ou do que os outros falem. QUE nós acreditemos em Deus, na nossa força, na nossa garra e em nossa determinação. SE alguém aqui tem um sonho agora, diferente do sonho do primeiro ano, que esse sonho seja o de mudar o mundo, porque enquanto muitos se lamentam perdem ainda mais, os que se esforçam e transpiram, vencem! Independente da crise, se nós acreditarmos em nosso potencial, e assim nós seremos vencedores. COMO disse Albert Einstein: “Sucesso e genialidade, são 10 por cento de inspiração e 90 por cento de transpiração”.

 

“NUMA época de crise em que todos choram, há sempre alguém que se lembra de fabricar lenços”.

 

PARA encerrar, gostaria de fazer uma curta oração a Deus: “Senhor, nossa alma de amor pela arte e por todas as criaturas. SUSTENTA a força do nosso coração, para que esteja sempre pronto a servir ao pobre e ao rico, ao amigo e ao inimigo, ao bondoso e ao malvado. E faz com que eu não veja senão o humano, naquele que sofre!…”

 

QUE DEUS abençoe a todos!!!


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A primeira edição de 2009 do guia da Economist espelha o renascimento do dólar, com menos moedas em supervalorização frente ao dinheiro norte-americano. Segundo o índice, o euro continua supervalorizado, mas muito menos do que há cerca de seis meses.

O critério adotado para compor o índice é a comparação do preço do Big Mac em cada país com o preço do sanduíche nos EUA, a fim de medir a supervalorização ou a subvalorização das moedas em relação ao dólar.

O preço do Big Mac nos EUA é US$ 3,54. Quando o sanduíche custa mais do que isso em um determinado país, a moeda deste país está supervalorizada. Quando custa menos, a moeda está subvalorizada, como é o caso do Brasil, onde o Big Mac vale o equivalente a US$ 3,39.

Índice Big Mac

Índice Big Mac

Fonte: Opinião e Notícia


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01.Gol (VW) — 285.949
02.Palio (Fiat) — 197.224
03.Uno (Fiat) — 141.873
04.Corsa sedan (GM) — 131.730
05.Celta (GM) — 130.387
06.Fox/CrossFox (VW) — 115.069
07.Siena (Fiat) — 95.307
08.Strada (Fiat) — 71.929
09.Civic (Honda) — 67.703
10.Ka (Ford) — 64.887

Outros veículos
Fiesta hatch (Ford) — 58.828
Prisma (GM) — 50.598
Corsa hatch (GM) — 47.309
Corolla (Toyota) — 45.640
Ecosport (Ford) — 44.179
Fit (Honda) — 40.512
Sandero (Renault) — 39.631
Punto (Fiat) — 38.576
Fiesta sedan (Ford) — 37.934
Logan (Renault) — 36.598

Fonte: Folha Online

http://www1.folha.uol.com.br/folha/dinheiro/ult91u486780.shtml


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O café é uma excelente fonte energética e isso os apreciadores já sabiam. Só não sabiam que ele pode ser um bom combustível.

Borra de Café

Cientistas da Universidade de Nevada, nos Estados Unidos, comprovaram que a borra do café é tão eficiente quanto a soja para produzir biocombustível.

A borra que normalmente é jogada fora contém de 11% a 20% de óleo, que poderia ser convertido em biodiesel e alimentar carros e caminhões. Portanto, o potencial de energia contido no pó de café do filtro de papel da sua cafeteira (que vai parar no lixo) é tão bom quanto o da soja e da palmeira, ambas com 20% de óleo.

Só que o café ainda leva vantagem em relação as duas matérias-primas: é rico em oxidantes, recursos necessários para a estabilidade do combustível.


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O mercado consumidor está cada vez mais exigente. Hoje em dia, certificados e garantias de origem são ferramentas essenciais para comercialização, principalmente quando o destino é o mercado externo. Com a carne não é diferente. “No mercado externo o produto carne é cada vez mais procurado pelas marcas, conseqüentemente mais valorizadas”, avalia o consultor Miguel da Rocha Cavalcanti, diretor de Marketing da Agripoint.

O consultor acredita que, para garantir o aumento da demanda e a valorização da carne no mercado exterior, o Brasil precisa investir massivamente no marketing. “Foi o que fizeram os Estados Unidos, difundindo informações sobre o teor nutricional da carne, ensinando a prepará-la, desenvolvendo produtos inovadores. Um trabalho pró-ativo de construção da marca Carne Bovina”, exemplifica.

Conforme destacou Cavalcanti em sua palestra durante o 2º Encontro de Produtores do Programa de Modernização da Pecuária de Corte (Moderpec), realizado durante a Feira Internacional do Agronegócio (Fenagro), que terminou na semana passada, em Salvador (BA), a estratégia de marketing passa necessariamente pelo conceito e pela imagem do produto no mercado externo. E é aí que está o gargalo brasileiro. “O Brasil precisa de uma melhor coordenação vertical da cadeia produtiva da carne bovina. Essa deficiência torna o setor lento na tentativa de acompanhar as mudanças do mercado, no atendimento às demandas do consumidor moderno”, explica o consultor.

QUALIDADE E CONSTÂNCIA

Segundo ele, é necessário garantir a qualidade, a uniformidade e a constância da produção e da exportação da carne bovina brasileira. “E, claro, divulgar esses êxitos, esses avanços.”

Mas a estratégia de marketing começa na fazenda, na produção dos animais. “A indústria frigorífica tem as estratégias para criar produtos diferenciados, mas não dá para esticar um contrafilé ou amaciar um coxão duro”, diz a gerente de Marketing do Frigorífico Independência, Carolina Barretto. “Três fatores determinam o potencial do produto para ser classificado como diferencial: genética, nutrição e manejo. E eles dependem do pecuarista”, complementa o gerente de Projeto Especiais do Grupo Marfrig, Roberto Barcellos.

Para Carolina, a criação de programas de classificação de carcaça, por exemplo, que avalia a qualidade da carne e bonifica os pecuaristas pela qualidade do animal, é mais que uma tendência, “é uma obrigação”. “O pecuarista tem direito de receber a mais pela qualidade. E é uma forma de a indústria estimulá-lo a produzir em conformidade com o que o mercado quer. Há diferença entre criar boi e produzir carne”, acredita, destacando que o que falta para o Brasil é fortificar os atributos de seus produtos.

Além disso, Barcellos destaca a importância de o produtor investir na padronização de seu rebanho. “É preciso transformar genética, nutrição e manejo em padrão, volume e regularidade. A partir daí, a indústria pode desenvolver novos produtos, novas marcas”, diz.

Fonte: O Estado de S.Paulo – quarta-feira, 17 de dezembro de 2008


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O fundador da Apple, Steve Jobs, anunciou nesta quarta-feira (14) seu afastamento do comando da empresa. Claro, isso gera comoção total, pois além de santificado no mundo geek por conta de suas criações, Jobs sempre foi conhecido pelo carisma no comando da fabricante do iPod. Ainda assim, seu estado de saúde começou a tomar o lugar das notícias no lugar de seus aparelhos.

O que a Apple perde com isso? A princípio, valor de mercado. Suas ações já começam a cair, provocado pelo temor de que a empresa perca seu rumo sem seu principal mentor à frente do negócio. Mas isso não se justifica tanto assim.

A empresa sempre foi conhecida pela sua inovação. Jobs comandou tudo com braço forte (ao contrário de seu ex-colega, Bill Gates) para manter um mínimo de comprometimento com a tecnologia e design de ponta. Mas também, ele acumulou seguidores a mil que o consideram o segundo messias e que não estão prontos para deixar a companhia na mão.

A Apple já vinha dando sinais de mudanças. A incorporação de chipsets da Intel, rumores de que o Mac OS/X ganharia versão para PC convencionais, a difusão do iPhone (e a pluralidade de operadoras, após um inicial monopólio da T-Mobile nos Estados Unidos) e, claro, a ausência de Jobs na última Macworld.

No caso do famoso smartphone, o plano de distribuição (leia-se “dominação”) mundial já mostrou uma nova abordagem vinda de uma empresa que sempre foi arredia a grandes planos de marketing.

Pela empresa que é, torcemos para que a Apple dê a volta por cima e permaneça como pioneira em software, hardware e design. Mas dificilmente Jobs deixará de dar pitacos e indicar a direção da companhia – ao menos enquanto ainda estiver em condições para isso. Portanto, fique esperto com o sensacionalismo: a Apple continua uma gigante e ainda terá muito para oferecer. Talvez até ouse ser mais popular, dessa vez.

Confira a íntegra da carta de Jobs direcionada aos funcionários e seguidores da empresa:

Cara comunidade Apple,

Pela primeira vez em uma década, passei as festas de fim de ano com minha família, em vez de me preparar intensamente para um keynote na Macworld.

Infelizmente, minha decisão de passar o keynote para Phil criou uma onda de rumores sobre minha saúde, com histórias até dizendo que eu estava no leito de morte.

Decidi compartilhar algo muito pessoal com a comunidade Apple para que todos possam relaxar e aproveitar o show de amanhã.

Como muitos de vocês sabem, perdi muito peso em 2008. A razão era um mistério para mim e para meus médicos. Algumas semanas atrás, decidi que descobrir a causa desse problema e revertê-lo seria minha prioridade número 1.

Felizmente, depois de muitos testes, meus médicos acreditam que encontraram a causa – uma falha hormonal que estava “roubando” proteínas que meu corpo precisa para se manter saudável. Sofisticados testes de sangue confirmaram o diagnóstico.

A cura para esse problema nutricional é relativamente simples e direta, e eu já comecei a me tratar. Mas, como eu não perdi tanto peso e massa corporal em uma semana ou mês, meus médicos acham que vai demorar até o meio do ano para que eu retome meu peso. Eu continuo como CEO da Apple durante a recuperação.

Dei o máximo de mim para a Apple nos últimos 11 anos. Serei o primeiro a dizer ao nosso conselho de diretores se eu não puder mais cumprir minhas tarefas como CEO da Apple. Espero que a comunidade Apple dê seu apoio durante minha recuperação e saiba que eu sempre colocarei em primeiro lugar o que for melhor para a Apple.

Isso é mais do que gostaria de dizer, e é tudo que vou contar sobre isso.

Steve
Fonte: Site PC Magazine – Bruno do Amaral


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1

Vaticano

0.44

2

Mônaco

1.95

3

Nauru

21

4

Tuvalu

26

5

São Marinho

61

6

Liechtenstein

160.4

7

Ilhas Marshall

181

8

São Cristóvão e Nevis

261

9

Maldivas

298

10

Malta

316

**

Mundo

148.939.063


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Posição

País

Área (Km2)

1

Rússia

17.098.242

2

Canadá

9.984.670

3

EUA

9.629.091

4

China

9.598.094

5

Brasil

8.514.877

6

Austrália

7.692.024

7

Índia

3.287.263

8

Argentina

2.780.400

9

Cazaquistão

2.724.900

10

Sudão

2.505.813

**

Mundo

148.939.063


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O The Economist, lançou a edição de 2009 do livro Mundo em Cifras em que aborda diversos temas pesquisados em 180 países. No ranking abaixo você confere a lista dos dez primeiros países com mais computadores por pessoa.

1º. Israel: 122,1 (computadores por 100 pessoas)
2º. Canadá: 87,6
3º. Suiça: 86,5
4º. Holanda: 85,4
5º. Suécia: 83,6
6º. Estados Unidos: 76,2
7º. Grã-Bretanha: 75,8
8º. Austrália: 75,7
9º. Dinamarca: 69,6
10º. Cingapura: 68,2

*O Brasil está em 38º com 16,1 de computadores


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1º. CG 150: 442.569 (em unidades)
2º. CG 125: 383.002
3º. BIZ: 196.171
4º. YBR 125: 127.223
5º. NXR 150: 111.416
6º. EN 125: 84.760
7º. CBX 250 Twister: 76.131
8º. POP 100: 67.769
9º. FAZER 250: 37.816
10º. SPEED 150: 37.105


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